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Gato com convulsão: saiba o que fazer na hora

Descubra como agir quando seu gato tem convulsão. Dicas rápidas para garantir segurança e cuidados imediatos.

Psicopedagogia Pet 05/02/2026 Por Stéfano Barcellos
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Introduction

Quando um gato apresenta uma convulsão, pode ser uma experiência assustadora para o tutor. Entender como agir nesse momento é fundamental para garantir a segurança do animal e otimizar as chances de recuperação. Neste artigo, abordamos o que fazer diante de uma convulsão em gatos, seus fatores de risco, sinais de alerta e medidas preventivas.

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O que é uma convulsão em gatos?

Convulsões em gatos são episódios de atividade elétrica descontrolada no cérebro, que resultam em movimentos involuntários, perda de consciência ou outros comportamentos anormais. Essas crises podem variar de leves a graves e podem durar alguns segundos até vários minutos. Algumas convulsões são únicas, enquanto outras podem ocorrer em série, indicando uma condição mais séria que requer atenção veterinária imediata.

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Causas comuns de convulsões em gatos

Diversos fatores podem desencadear convulsões em gatos, incluindo doenças neurológicas, intoxicações, lesões cerebrais, infecções, tumores, distúrbios metabólicos ou até problemas hereditários. Algumas substâncias tóxicas, como plantas venenosas ou medicamentos humanos, também podem provocar crises. Além disso, problemas como insuficiência renal, hipoglicemia ou hipocalcemia podem influenciar a ocorrência de convulsões.

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Como identificar uma convulsão em gatos

Reconhecer os sinais de uma convulsão é essencial para agir corretamente. Os sintomas podem incluir movimentos corporais involuntários, migração dos olhos, pitares dilatadas, salivação excessiva, perda de controle urinário ou fecal, batidas na cabeça, ou mesmo episódios de paralisia temporária. Muitas vezes, o gato aparenta estar assustado ou desorientado após a crise.

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O que fazer ao presenciar uma convulsão

Se seu gato estiver tendo uma convulsão, mantenha a calma. O primeiro passo é garantir a sua segurança e evitar que ele se machuque. Remova objetos próximos que possam causar ferimentos e não tente segurar ou restringir seus movimentos, pois isso pode causar mais danos ou estresse. Posicione o animal em um local seguro, de preferência sobre uma superfície macia, como um cobertor, para evitar quedas ou lesões adicionais.

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Como auxiliar durante a crise

Durante a convulsão, não coloque a mão na boca do gato, pois há risco de mordidas ou arranhões. Garanta que ele esteja em um espaço tranquilo e sem objetos que possam machucá-lo. Observe a duração da crise – se passar de cinco minutos ou se ocorrerem várias crises seguidas, procure atendimento veterinário imediatamente. Após a crise, seu gato poderá estar desorientado, exausto ou com fraqueza, então é importante monitorar seus sinais de recuperação.

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