O apego é considerado um processo que se constrói tanto da busca do bebê que procura por atenção e cuidados, quanto por parte do adulto que mostra sensibilidade para atender a essas necessidades da criança. Historicamente, às funções paternas não cabiam os cuidados físicos, afetivos e emocionais da criança, tendo em vista que o lugar ocupado pela figura masculina na cultura de algumas décadas passadas estava restrito apenas ao de provedor financeiro da família. 

Introdução

Os estudos acerca do apego iniciaram próximo a década de 70, tendo como precursor John Bowlby (1969), que influenciado pela psicanálise, dirigiu suas investigações partindo da experiência clínica como psiquiatra infantil, e concebeu o apego como um processo de interinfluências entre mãe, criança e o meio. Ao longo dos anos sua teoria foi sofrendo alterações e posteriormente, a padronização dos instrumentos fez com que os estudos se voltassem às respostas das crianças a tarefas previamente elaboradas, com isso, a classificação dos estilos de apego da criança passou a ser o principal foco desses estudos (Villchan-Lyra & Lyra, 2012).

Sabendo que o apego é considerado um processo que se constrói tanto da busca do bebê que procura por atenção e cuidados, quanto por parte do adulto que mostra sensibilidade para atender a essas necessidades da criança, a aproximação física e emocional são comportamentos reguladores de como se estabelecerá a criação deste vínculo que se dá tanto pelos anos de vida, gênero e suas particularidades, quanto pelas expectativas infantis (Bowlby, 1990).

Tendo em vista que criar vínculos afetivos que se tornam indispensáveis ao longo da vida, é inerente a condição humana, assim como aos outros animais, Bowlby, em sua famosa trilogia “Apego, Perda e Separação” (1969, 1973, 1980), afirma que o apego seguro é tão fundamental quanto as necessidades de satisfação de fome e sede, em que se enfatiza as questões biológicas, pois equipara o apego às necessidades fisiológicas, tendo em vista a vulnerabilidade em que se encontra a criança ao nascer, período em que necessita completamente de outro que o cuide, e sem o qual se torna impossível a sobrevivência.

Villchan-Lyra e Lyra (2012) discutem em sua obra “Maternidade e Paternidade: a parentalidade em diferentes contextos” as diferentes maneiras como o apego entre pais e crianças vêm sendo estudadas na ultima década, destacando três concepções: Perspectiva bidirecional do apego; o apego como um sistema multifacetado; e um olhar dinâmico e histórico- relacional para o fenômeno do apego, entretanto, as evidências se voltam especialmente à figura materna, seja na importância da proximidade física e emocional; no constructo central que se encontra a sensibilidade materna, entre outras categorias.

Desta forma, se pode pensar que historicamente, às funções paternas não cabiam os cuidados físicos, afetivos e emocionais da criança, tendo em vista que o lugar ocupado pela figura masculina na cultura de algumas décadas passadas estava restrito apenas ao de provedor financeiro da família. Entretanto, segundo Perruchi e Beirão (2007) mudanças sociais e culturais acontecerem de modo que as estruturas familiares também se tornaram reflexos dessas mudanças, em que os papéis femininos e masculinos estão se dissolvendo e atualmente homem e mulher compartilham de ambas as experiências, tanto de prover financeiramente o sustento familiar, como os cuidados aos filhos.

O período puerperal é formado por um conjunto de vivências complexas pela mulher que vai desde o parto até que volte aos estados anteriores a gestação. É um momento em que são experimentados inúmeros sentimentos, entre eles a ansiedade por assumir este novo papel de mãe; transformações físicas, psíquicas e emocionais. Contudo, é fundamental o apoio do companheiro, tendo em vista que, este pode proporcionar uma base segura para esta puérpera que vivencia esta fase de transformações, e, além disso, é mais uma base influente sob a qual os vínculos posteriores da criança poderão se estabelecer, bem como o desenvolvimento das habilidades físicas e emocionais da criança (Silva & Piccinini, 2007).

Diante do exposto, o objetivo deste artigo é responder, através de uma revisão integrativa, a seguinte questão: Como a formação do vínculo pai-bebê durante o puerpério é definida em estudos indexados em meio eletrônico?

Metodologia

A revisão integrativa é uma metodologia que oferece boa condição para análise de críticas, além de sintetizar o acervo literário de maneira bastante integrada, possibilitando ao pesquisador gerar novas perspectivas sobre o tema (Torraco, 2005). A revisão integrativa ocorre diante da relevância de elaborar uma explicitação teórica a respeito do construto sob investigação (Pasquali, 2010). Para isso, realiza-se nesse estudo uma revisão de literatura a respeito da formação de vínculo pai-bebê no puerpério, a fim de possibilitar o conhecimento dos aspectos constituintes desse vínculo no período em questão.

Os procedimentos descritos a seguir foram propostos por Mendes, Silveira e Galvão (2008) para realização de revisões integrativas. Assim, foram realizadas as seguintes etapas propostas pelos referidos autores: 1) identificação do tema e da questão de pesquisa; 2) definição dos critérios para inclusão e exclusão dos estudos; 3) escolha das informações a serem extraídas dos estudos selecionados; 4) avaliação dos estudos incluídos na revisão; 5) interpretação dos resultados; 6) apresentação da revisão/síntese do conhecimento.

Em primeiro lugar, definiu-se a questão de pesquisa que embasa o estudo, sendo esta: Como a formação do vínculo pai-bebê durante o puerpério é definida em estudos indexados em meio eletrônico?  Em seguida foram escolhidas as bases de dados, descritores e estratégias de busca a serem utilizadas. Portanto, a busca bibliográfica foi realizada no portal de bases de dados eletrônicas Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), na qual foram consultadas as bases de dados Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE), e também na Scientific Electronic Library Online (Scielo).

Na pesquisa utilizaram-se os descritores “apego”, “puerpério”, “pai”, “vínculo”, “paternidade” para o idioma português, em 10 combinações de dois ou três descritores, sendo esses: “pai e apego e puerpério”; “pai e vínculo e puerpério”; “paternidade e vínculo e puerpério”; “paternidade e apego e puerpério”; “pai e puerpério”; "pai e vínculo”; “pai e apego”; “paternidade e puerpério”; “paternidade e vínculo” e “paternidade e apego”.  Já para o idioma inglês, as palavras chaves utilizadas foram: “attachment”, “puerperium”, “father” e “paternity”, seguindo o mesmo procedimento de combinações que foram realizadas em português.

O passo seguinte foi estabelecer os critérios para seleção dos artigos. Assim, como critérios de inclusão foram selecionados artigos publicados nos últimos cinco anos, que tenham como idioma de publicação português e inglês, que tratem do tema formação vínculo pai-bebê no período puerperal. Foram excluídos os artigos que não traziam uma definição conceitual de apego paterno no período do puerpério, e que não estavam disponíveis online integral e gratuitamente. Ademais, teses, dissertações e trabalhos fora do corte temporal não foram selecionados. Foram também excluídos artigos que discutiam o conceito o conceito de vinculo entre pai e bebê, em contextos específicos, como presença de má formação do feto, síndromes e transtornos específicos na criança ou no pai, e ainda bebê com necessidade de unidade de terapia intensiva.

Ainda no processo de busca, artigos que não contivessem os termos “apego” ou “paternidade” no título e posteriormente, no resumo já seriam excluídos. Após a realização da busca dos artigos, procedeu-se a leitura dos resumos com o intuito de melhor selecioná-los e direcionar esforços. Aqueles que atendiam aos critérios de inclusão e exclusão supracitados foram selecionados.

Os dados dos artigos selecionados foram extraídos a partir da utilização de um instrumento de coleta validado por Ursi (2005), capaz de assegurar que a totalidade dos dados relevantes seja extraída, minimizar o risco de erros na transcrição, garantir precisão na checagem das informações e servir como registro. Os dados coletados incluíam: definição dos sujeitos, metodologia, tamanho da amostra, método de análise e conceitos embasadores empregados (no caso, o conceito de apego paterno explicitado no estudo).

As informações extraídas das leituras foram expressas em uma planilha do Excel abrangendo as seguintes informações: Título do artigo, título do periódico, autores, local de publicação, idioma, ano de publicação, instituição sede do estudo, metodologia empregada, amostra e conceito de vínculo pai-bebê no puerpério. Os resultados oriundos dessa etapa foram analisados por meio da análise de conteúdo, nesse processo percebeu-se nos artigos selecionados a inexistência de conteúdo que respondesse a questão de pesquisa.  

 

Resultados e Discussão

A análise dos resultados gerados a partir da busca nas bases de dados utilizadas no presente estudo permitiu estabelecer um panorama acerca dos artigos que abordam a temática formação de vínculo pai-bebê durante o puerpério.

Utilizando-se da ferramenta de busca avançada das referidas bases de dados, percebeu-se que, na busca realizada em 6 dezembro de 2016, as bases de dados Scielo e BVS geraram um maior resultado para a combinação de duas palavras chaves, tendo a combinação de três palavras chaves resultado em apenas um artigo, enquanto na plataforma LILACS, o maior quantitativo de artigos foi gerado com a combinação de três palavras chaves. A relação dos artigos encontrados pode ser visualizada por meio da Tabela 1.

Tabela 1 - Artigos sobre vínculo pai-bebê no puerpério

Combinação de Palavras-chave

LILACS

Scielo

BVS

Pai e apego e puerpério

8

0

0

Pai e vínculo e puerpério

16

0

0

Paternidade e vínculo e puerpério

21

0

0

Paternidade e apego e puerpério

10

0

0

Pai e puerpério

0

5

0

Pai e vínculo

0

19

1

Pai e apego

0

3

0

Paternidade e puerpério

0

4

4

Paternidade e vínculo

0

8

9

Paternidade e apego

0

0

0

Total

55

39

14

Como pode ser observado, foram encontrados um total de 108 artigos, sendo sua proveniência descrita a seguir: 55 na base de dados LILACS, 39 na base de dados Scielo e 14 na base BVS. Eliminando os artigos repetidos, restaram 65 artigos. Após a análise desses artigos, percebeu-se que nenhum dos 65 artigos totais encontrados ivestigava a formação do vínculo pai-bebê durante o puerpério, destes, 53 artigos foram eliminados pelo titulo, pelos seguintes motivos: divergiam do objeto de estudo da presente pesquisa, não abordavam o período puerperal, diziam respeito às mães e não aos pais ou tratavam de experiências com bebês prematuros na unidade de terapia intensiva. Concluindo a etapa de seleção dos artigos, 9 artigos tiveram seus resumos lidos e também foram eliminados pelos mesmos motivos citados acima, e por fim, 3 artigos foram lidos por completo para melhor investigação.

Os artigos, em sua maioria, concentram-se na investigação do sentido da paternidade (que apesar de ser um tema que tangencia o apego paterno, não traz a definição do apego em pais no puerpério) e na participação dos pais no cuidado pós- parto com suas parceiras e recém-nascidos. Dentre outras características, os artigos não abordam o período do puerpério ou focam, apenas, na relação mãe-bebê e nas consequências da ausência paterna.

De todo modo, apesar da falta de artigos cujo objetivo fosse especificamente a conceituação do vínculo pai-bebê no período puerperal, percebe-se que em dois dos artigos lidos por completo, o assunto é citado e relacionado com a importância da participação paterna na formação desse vínculo e consequente influência no desenvolvimento psicossocial do bebê.

Um desses trabalhos foi desenvolvido por Carvalho (2003), e traz a discussão sobre as contribuições que a participação paterna irá oferecer ao período puerperal, bem como suas reverberações.  Nesse sentido, foi possível identificar diversas possibilidades da inserção do homem, por exemplo, na participação no momento do parto e permanecendo presente ainda no período de hospitalização. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, etnográfica, de caráter exploratório, desenvolvida em duas etapas no período de maio a outubro de 2001. A pesquisa objetivava compreender da experiência dos pais diante do período puerperal, considerando os entraves e nuances presentes em um hospital. Ao analisar as observações, foi visto que o hospital analisado no estudo foi implantado com uma proposta diferente do tradicional, permitindo a inclusão do homem nesse espaço. Por isso, os autores observaram a presença de cartazes mostrando a importância do pai no pré e pós-parto em todo espaço físico, além do convite aos pais para participarem do parto e recuperação.

Entretanto, foram percebidas algumas dificuldades que inviabilizavam a execução da proposta, sendo estas: a falta de privacidade e a má qualidade da informação sobre o direito a acompanhante; as motivações dos casais; as representações de parto e de paternidade entre profissionais e clientela e a exclusão dos homens dos serviços de saúde. Além de narrativas apresentadas pelas gestantes que revelavam sua preocupação com a percepção que o companheiro teria do seu corpo durante o parto. Logo, evidencia-se que a participação dos pais na maternidade se apresentou de maneira ineficiente, haja vista que não subsidiou suporte psicossocial às gestantes, não instaurou o lugar do pai no ambiente, mas principalmente, porque a maternidade foi pensada enquanto espaço de aceitação dos desejos dessas mulheres e que, muitas vezes, não eram compreendidas por seus companheiros e ou familiares.

 O outro artigo lido na íntegra e que apresentou contribuições tangenciais ao tema do apego em pais foi o desenvolvido por Persson, Fridlund e Kvist (2011), que produziram um estudo cujo objetivo era investigar as experiências da primeira semana pós-natal e avaliar o distanciamento dos pais nesse contexto. Para isso, foi utilizado um instrumento desenvolvido pelos autores que busca medir a sensação de segurança no pós-natal. A pesquisa foi realizada na Suécia e contou com a participação de 20 pais, sendo que 14 participaram de discussões de grupo focal e seis de entrevista individuais, no período de Abril-Junho de 2008 e Maio-Junho de 2009. De acordo com o método da entrevista narrativa, os pais no momento do grupo não tinham um direcionamento na fala e sim eram convidados a falar livremente.

Assim, um dos achados desse estudo que se revelou importante diz respeito à constatação de que os pais desejavam estar envolvidos e participar do processo desde o primeiro dia de gravidez por causa do bebê, da parceira e do seu próprio bem-estar. Acreditavam que estarem presentes em todas as consultas e acompanhando todas as fases da gestação o faziam ter responsabilidades e essa proximidade respondiam seus próprios questionamentos e aumentava a sensação de segurança para com o bem-estar da criança. Alguns pais relatam acreditar que aparticipação em palestras, talvez, os teriam auxiliado a vivenciar o pós-nascimento de maneira diferente, sentindo-se mais seguros para exercer a função paterna e, por seguinte, cuidar também da parceira.

Os pais também acreditam que outro fator que contribui para o aumento da sensação de segurança é a abordagem das parteiras para com as gestantes, acompanhado da compreensão de que os pais podem fazer parte desse processo como indvíduo que pode contribuir na construção do conforto pré e pós puerpério. Os entrevistados acrescentaram que as parteiras fornecerem informações pertinentes como, por exemplo, indicações sobre a amamentação, principalmente, para as famílias que vivenciavam o nascimento do seu primeiro filho.

A pesquisa indicou que os pais não conseguiam dissociar o período de pós-natal do período pré-natal, haja vista, que os sentimentos que possuiam eram vinculados às experiências vividas na gestação como um todo e, por isso, mostra-se cada vez mais relevantes cientificamente conhecer a forma como essas famílias estão vivenciando o período da gravidez. Por fim, concluiu-se que é de grande relevância que os profissionais presentes no hospital reforçem a importância da presença paterna, bem como atendam a necessidade dos pais em ser escutado, aumentando a sensação de segurança no cumprimento da função paterna.

 

Considerações Finais

Os artigos encontrados, em sua maioria, concentram-se na investigação do sentido da paternidade e na participação dos pais no cuidado pós-parto com suas parceiras e recém-nascidos. Dentre outras características, os artigos não abordam o período do puerpério ou focam, apenas, na relação mãe-bebê e nas consequências da ausência paterna.

Após análise dos resultados ficou evidente que a produção científica em psicologia, investigando a formação de vínculo pai-bebê durante o puerpério, tanto no Brasil, quanto em artigos publicados em outros países, ainda é incipiente, pois há uma lacuna de investigação ainda não abordada ou acessível nas bases de dados utilizadas neste estudo.

Nesse sentido, sugere-se que estudos futuros promovam pesquisas abordando tal temática, tendo em vista, as contribuições que a psicologia pode ofertar nesse campo e a possibilidade de esclarecer os mecanismos e fatores que promovem a formação do vínculo pai-bebê, principalmente durante o puerpério, período crítico para o desenvolvimento psicoafetivo dos bebês. Além disso, a investigação dessa temática promoverá o enriquecimento na literatura científica que, consequentemente, viabilizará a execução de estratégias em saúde que promovam a formação desse vínculo. .

 

Referências

Bowlby, J. (1990). Apego - volume 1. São Paulo: Martins Fontes Editora.

Carvalho, M. L. M. (2003). Participação dos pais no nascimento em maternidade pública: dificuldades institucionais e motivações dos casais. Cad. Saúde Pública, 19 (2), 389-398.

Mendes, K.D.S, Silveira, R.C.C.P, & Galvão C.M. (2008) Revisão integrativa: método de pesquisa para a incorporação de evidências na saúde e na enfermagem. Texto contexto – enferm, 17(4), 758-64.

Pasquali, L. (2010). Instrumentação Psicológica: Fundamentos e Práticas. Porto Alegre: Artmed.

Persson, E. K., Fridlund, B., & Kvist, L. J. (2011). Fathers’ sense of security during the first postnatal week - A qualitative interview study in Sweden. Midwifery, 1 (28), 697-704.

Perucchi, J., & Beirão, A. M. (2007). Novos Arranjos Familiares: Paternidade, Parentalidade e Relações de Gênero sob o olhar de mulheres chefes de família. Psic. Clin., 19 (2), pp. 57-69.Piaget, J., & Inhelder, B. (1980). A Psicologia da Criança. São Paulo - Rio de Janeiro: DIFEL.

Silva, M. d., & Piccinini, C. A. (outubro-dezembro de 2007). Sentimentos sobre a Paternidade e o Envolvimento Paterno: um estudo qualitativo. Estudos de Psicologia, 24 (4), pp. 561-573.

Torraco, R.J. (2005). Writing Integrative Literature Reviews: Guidelines and Examples. Human Resource Development Review, 4(3), 356-367.

Ursi, E.S. (2005). Prevenção de lesões de pele no perioperatório: revisão integrativa da literatura. Dissertação de mestrado, Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil.

Villchan-Lyra, P. & Lyra, M. C. D. P. (2012). A investigação das relações de apego: diferentes paradigmas e metodologias atuais. In: Piccinini, C. & Alvarenga, P. (2012). Maternidade e Paternidade: a parentalidade em diferentes contextos. São Paulo: Casa do Psicólogo. 

Autores:

Liliane Pereira Braga: Psicóloga, Doutora pelo Programa de Pós Graduação em Psicologia (PpgPsi) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Professora adjunto do curso de Medicina Multicampi do RN da UFRN. Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Bianca Micaele Teixeira Cabral: graduanda de Psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), aluna voluntária do Grupo de Estudos: Psicologia e Saúde (GEPS) da UFRN. Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Wigma Fernandes Soares: Psicóloga, membro voluntária do Grupo de Estudos: Psicologia e Saúde (GEPS) da UFRN. Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Bárbara Monique Alves Desidério: graduanda de Psicologia pela Universidade Potiguar, aluna voluntária do Grupo de Estudos: Psicologia e Saúde (GEPS) da UFRN. 
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Maria Cecília dos Santos Araújo: Psicóloga, membro voluntária do Grupo de Estudos: Psicologia e Saúde (GEPS) da UFRN.  
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Thaymara Pontes Felix: graduanda de Psicologia pela Universidade Potiguar, aluna voluntária do Grupo de Estudos: Psicologia e Saúde (GEPS) da UFRN.  Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.,

Jean Dantas Chaves: graduando de Psicologia pela Universidade Potiguar, aluno voluntário do Grupo de Estudos: Psicologia e Saúde (GEPS) da UFRN.    
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