Este artigo teórico de abordagem bibliográfica pretende discutir e analisar sobre a importância da atuação psicopedagógica no contexto da educação infantil, apresentando alguns aspectos sobre a importância da ação psicopedagógica preventiva, que se utiliza de métodos padronizados da psicopedagogia, contribuindo para a diminuição das dificuldades de aprendizagens, fracasso escolar e vários fatores que levam a essa realidade utilizando-se do pedagogo institucional como ferramenta imprescindível no sistema educacional, auxiliando positivamente professores e crianças no processo de ensino aprendizagem. 

  1. INTRODUÇÃO

Este estudo está centrado na contribuição do psicopedagogo no contexto escolar, especialmente na Educação Infantil (0 a 5 anos), isto é, por meio de uma atuação diferenciada e pautada na formação do cidadão de uma forma global. Neste processo de busca e reflexão, faz-se necessário uma importante indagação: Qual é o real papel do psicopedagogo no contexto escolar?

Refletir criticamente sobre a relevância do psicopedagogo dentro de uma instituição, nos desperta para a necessidade de se buscar uma educação de qualidade e consciente de que as crianças aprendem de formas distintas.

É importante também reconhecer as mudanças que têm ocorrido nas diversas fases de desenvolvimento da criança, pois a infância e a adolescência já requerem novos olhares por parte dos educadores, psicopedagogos, psicólogos e pediatras. Diante da realidade já citada é primordial que haja uma reflexão a respeito do processo da qualidade da educação e a contribuição de outros profissionais neste processo. Nesse sentido, é extremamente relevante um trabalho de estudo e análise que reflita sobre a função e a contribuição de um psicopedagogo no contexto escolar, ou seja, diante do desafio de se lidar com as dificuldades de aprendizagem. É importante ressaltar a psicopedagogia como complemento, que é a ciência nova que estuda o processo de aprendizagem e dificuldades, muito tem contribuído para explicar a causa das dificuldades de aprendizagem, pois tem como objetivo central de estudo o processo humano do conhecimento: seus padrões evolutivos normais e patologias bem como a influência (família, escola, sociedade) no seu desenvolvimento (SCOZ, 1992). Portanto, diante das sérias dificuldades de aprendizagem dos educandos é muito importante a atuação psicopedagógica nas escolas.

Cada criança tem o processo de desenvolvimento diferente, algumas aprendem com maior facilidade enquanto outras aprendem mais devagar. E nesse momento que é de fundamental importância que o professor analise individualmente cada criança para poder adequar os conteúdos conforme a necessidade de cada um. As mudanças de estratégias de ensino podem contribuir para que todos aprendam. Em alguns casos, as estratégias de ensino não estão de acordo com a realidade do aluno. A prática do professor em sala de aula é decisiva no processo de desenvolvimento dos educandos, nesta perspectiva o psicopedagogo orienta professores quanto ao processo de aprendizagem das crianças. Esse talvez seja o momento do professor rever a metodologia utilizada para ensinar seu aluno, através de outros métodos ou atividades ele poderá detectar quem realmente está com dificuldade de aprendizagem, evitando os rótulos muitas vezes colocados erroneamente, que prejudicam a criança trazendo-lhe várias conseqüências, como a baixa auto-estima e até mesmo o abandono escolar. Assim, deve-se propiciar um ambiente favorável à aprendizagem, em que sejam trabalhadas também a auto-estima, a confiança, o respeito mútuo e a valorização do aluno.

Hoje, as dificuldades escolares podem ser detectadas precocemente desde que a escola possua atendimento psicopedagógico e parcerias com as demais especialidades; psicólogos, fonoaudiólogos, neurologistas, psicomotricistas entre outros. Infelizmente esta não é a realidade dos CMEIs, que não conta com equipe multidisciplinar, e após a criança ser encaminhada, o tratamento é muito lento, pois, aguarda na fila de espera no SUS (sistema único de saúde), isso faz com que o problema piore, muitas vezes a criança mesmo sendo encaminhada, chega ao ensino fundamental sem condições de acompanhar os conteúdos propostos.

 Sabemos que inúmeros fatores contribuem para desencadear problemas de aprendizagem tais como: fatores orgânicos (saúde física deficiente, falta de integridade neurológica, alimentação inadequada, etc.), fatores psicológicos (inibição, fantasia, ansiedade, angustia, rejeição, etc.) e fatores ambientais (tipo de educação familiar, grau de estimulação que teve desde os primeiros anos de vida, etc).  Essas crianças precisam ser acompanhadas por um psicopedagogo que trate das raízes desses problemas resgatando elementos essenciais a aprendizagem. Paulatinamente, a Psicopedagogia Institucional se propõe a analisar a instituição educacional como um todo, sujeitos que a compõem, metodologias de trabalho, currículo, a fim de auxiliar no sucesso educacional.

O fracasso escolar de uma criança não pode considerar apenas produções escolares, pois ela é um ser integral e depende do bom desenvolvimento dos seus vários aspectos que devem ser levados em conta, tais como: orgânico; que depende das condições biofisiologicas de seu desenvolvimento; cognitivo; depende do desenvolvimento e funcionamento das suas estruturas cognoscitivas ligadas à memória, atenção, antecipação etc. Emocional; atrelado ao desenvolvimento afetivo e sua relação com a construção do conhecimento; social; ligado a perspectiva sócio cultural do meio que estão inseridos e pedagógicos; que visa desenvolver habilidades e competências. É necessário considerar a criança como um sujeito em pleno desenvolvimento. A escola e professores devem estar munidos de metodologia adequada, profissionais qualificados e valorizados utilizando recursos inovadores com vistas a dinamizar suas práticas e potencializado as aprendizagens e corrigindo distorções do ensino.

Medicalizar o fracasso escolar é muito mais fácil do que repensar a relação da escola com o aluno. Para prevenir esse fracasso escolar tão presente no dia a dia da educação, proponho que seja feita uma triagem escolar para que seja prevenida precocemente e para que esses alunos possam ser acompanhados cuidadosamente em sua trajetória escolar, ou seja, a escola zelando e prevenindo a educação das crianças em classes infantis desde muito cedo.

Há uma necessidade de investigação e prevenção no processo educacional, especialmente na primeira infância sendo de extrema importância a presença do psicopedagogo como alternativa na resolução dos problemas de aprendizagem e do assessoramento do trabalho pedagógico transformando essa realidade. Mediante isso, quanto mais o psicopedagogo for preparado, maior será sua possibilidade de ação e de intervenção em prol da melhoria da qualidade da educação.  Mediante isso, esta pesquisa pretende abordar de que modo a psicopedagogia preventiva pode contribuir para prevenir dificuldade no contexto da educação infantil, nesta perspectiva, compreendendo e sintetizando sobre a atuação preventiva do psicopedagogo frente às questões de ensino-aprendizagem nas instituições de educação Infantil ajudando a detectar possíveis dificuldades de aprendizagens utilizando testes próprios da psicopedagogia, baseado na linha teórica criada pelo psicopedagogo argentino Jorge Visca (1935-2000)  Epistemologia Convergente, que propõe um trabalho utilizando as três linhas; A Psicogenética (Piaget), a Psicanálise (Freud) e a Psicologia social (Enrique Pichon Riviere) que propoe diagnóstico (triagem), tratamento corretor e prevenção e fundamentado por outros autores como poderemos ver mais abaixo. Para Visca (1987), a aprendizagem depende de uma estrutura que envolve aspectos cognitivo/afetivo/social, que estão indissociavelmente ligados. A partir dessa linha teórica a aprendizagem e seus problemas podem ser estudados, onde se caracteriza por ser uma visão incorporada do conhecimento.

Para tanto os objetivos desta pesquisa é Avaliar o método de triagem, comparar, confrontar e justapor idéias de autores sobre a temática, relacionar os dados de avaliação do método com a teoria.

  1. DESENVOLVIMENTO

2.1 O PAPEL DO PSICOPEDAGOGO INSTITUCIONAL

 Jorge Visca, conhecido como “Pai da Psicopedagogia” criou a teoria chamada epistemologia convergente, que tem como base epistemologia genética de Jean Piaget, na psicologia social e psicanálise em sua teoria o psicopedagogo utiliza-se de instrumentos psicopedagógicos ou pedagógicos para reeducar os educandos com dificuldades de aprendizagem. Segundo Jorge Visca (1987), a Psicopedagogia, que inicialmente foi uma ação subsidiária da Medicina e da psicologia, perfilou-se como um conhecimento independente e complementar, possuída de um objeto de estudo - o processo de aprendizagem - e de recursos diagnósticos, corretores e preventivos próprios. A Epistemologia Convergente  tem possibilitado ao professor/pedagogo/psicólogo pensar/refletir sobre as mais diversas “causas” dos problemas que emergem e aparecem no decurso da aprendizagem e do ensino. Visca fala de múltiplas causas, “(...) cada uma delas estudada e aprofundada por uma determinada vertente” (Barbosa, 2004; p. 1).

Para Jorge Visca (1999), para se obter um bom nível de aprendizagem é necessário efetuar primeiramente um balanço do que foi feito sobre o domínio do conhecimento, para se ter uma noção dos anos vindouros, para isso utiliza-se essa visão retrospectiva denominada “Balanço” e uma reflexão sobre o futuro que chamou de “Caminhos”.

                                      No meu entender, a analise do passado, pode ser realizada segundo três grandes dimensões; a teórica, a técnica e a institucional, enquanto que o projeto para o futuro esta constituído por um conjunto de idéias que podem formar um programa de revisão de conceitos e técnicas já estabelecidas, assim como também a construção de novos conceitos e novas técnicas (Visca, 1999).

Os educadores devem munir-se dessas reflexões fazendo a retrospectiva sobre sua prática encontrando um novo caminho rumo à construção de novas técnicas no intuito de melhorar o processo de ensino e aprendizagem para que as crianças possam construir aprendizagens contextualizadas e significativas, desta forma, o professor de educação infantil deve estar trabalhando numa perspectiva psicopepedagogica construtivista e preventiva.

A epistemologia convergente possibilita ao educador/psicopedagogo refletir sobre as mais diversas causas dos problemas que aparecem no decorrer da aprendizagem e ensino. É um método que conduz a aprendizagem.

Segundo Visca a aprendizagem depende das seguintes estruturas: a cognitiva/afetiva/social. As problemáticas de aprendizagem estão indissociavelmente ligadas a alguns aspectos desses três fatores – sempre compreendidos de modo interdinâmico. Para ele, a inteligência vai se construindo a partir da interação do sujeito e as circunstâncias do meio social. Sabemos que as crianças podem apresentar mesma idade, porém com desenvolvimentos completamente diferentes o que representa amadurecimentos biológicos diferentes, então o psicopedagogo infantil deve levar em consideração que cada criança é única com historias e desenvolvimentos diferentes. Não se trata de zelar pelas aprendizagens das crianças na educação infantil para promoção do seu ingresso no ensino fundamental, mas sim, prevenir e acompanhar futuras distorções de aprendizagens rumo a uma educação de qualidade e promoção do desenvolvimento. Diante do exposto, ser psicopedagogo de crianças pequenas é acompanhar o desenvolvimento de uma sementinha e à medida que cresce regá-la de cuidados para que possa desenvolver-se bem e plenamente, quero dizer para que desenvolva saudável em todos os seus aspectos.

Para a ABPp Associação Brasileira de Psicopedagogia – ABPP, a Psicopedagogia é um campo de atuação em saúde e educação que lida com o processo de aprendizagem humana; seus padrões normais e patológicos considerando a influencia do meio – família, escola e sociedade – no seu desenvolvimento utilizando de procedimentos próprios da psicopedagogia.

O foco do trabalho psicopedagógico institucional é a prevenção e intervenção, visto que o psicopedagogo se propõe a detectar os possíveis problemas de aprendizagem escolar, assessorar pedagogos, orientadores e professores, bem como criar ações que propicie um ambiente favorável ao ensino-aprendizagem, as interações interpessoais, relações emocionais, e de trocas entre os atores que compõem o âmbito institucional visando uma qualidade do ensino

É uma área de conhecimento que busca compreender os problemas de aprendizagem humana refletindo sobre as questões relacionadas ao desenvolvimento cognitivo, psicomotor e afetivo implícitas nas situações de aprendizagem,..., e apontam para duas vertentes: A TERAPEUTA E A PREVENTIVA (FAGALI, 2002. p.9).

 O Psicopedagogo, na Educação Infantil, realiza um trabalho com vistas à prevenção das causas das dificuldades de aprendizagem em todos os aspectos, pois trabalha o indivíduo no local onde ele aprende, analisando as causas da não – aprendizagem. O profissional da psicopedagogia analisa e assinala os fatores que podem favorecer, interferir e/ou prejudicar uma boa aprendizagem em uma instituição, seja ela escolar ou não.

Sabemos que a educação infantil é uma das fases mais importante do desenvolvimento humano e que é uma fase lúdica do desenvolvimento, pois as crianças utilizam-se do jogo simbólico para se expressarem, neste sentido o psicopedagogo pode utilizar para diagnóstico, jogos, brincadeiras, desenho e dialogo para diagnosticar dificuldades dos educandos. A psicopedagogia e a educação infantil utilizam a linguagem lúdica para desenvolverem-se o que propicia ao psicopedagogo diagnosticar com afinco a origem do problema.

Ao destacar as atividades lúdicas como suporte psicopedagógico, vale ressaltar que, o desenvolvimento do aspecto lúdico facilita a aprendizagem, o desenvolvimento pessoal, social e cultural, colabora para a saúde mental, prepara para um estado interior fértil, facilita os processos de socialização, comunicação, expressão e construção do conhecimento (SANTOS, 1997, p.12). Pensar nas atividades lúdicas como intervenção/prevenção psicopedagógica permite uma contribuição mais rica no processo de aprendizagem da criança que implica em componentes de vários eixos de estruturação: afetivos, cognitivos, motores, sociais, econômicos, políticos entre outros.

Temos que cuidar para que as instituições não depositem as queixas de todas as ordens no psicopedagogo.

                                      Temos quer tomar cuidado para não assumir a parte doentia’ da instituição, tornando-nos um depositário de queixas e lamentações sem poder resolver de modo eficaz o problema colocado, fazendo-nos sentir impotentes e incompetentes. Se a instituição tem essa tendência, devemos fazer com que cada elemento assuma a sua parte (GASPARIAN, 1997, p.25).

O Psicopedagogo no contexto da educação infantil assumirá o compromisso com a transformação da realidade escolar, à medida que se propõe a fazer uma reorientação do processo de ensino-aprendizagem refletindo os métodos educativos numa atitude investigativa descobrir as causas dos problemas de aprendizagem que se apresenta na instituição e que se depara em sala de aula.

É papel do psicopedagogo na instituição conhecer a intencionalidade da escola em que atua através do seu projeto político pedagógico, de modo que o permita além de identificar as concepções de aluno e de ensino-aprendizagem que a instituição adota, reconstruir esse projeto junto à equipe escolar conduzindo a reflexão e a construção de um ambiente propício à aprendizagem significativa. Além de repensar o fazer pedagógico da escola, o psicopedagogo deve ter um olhar atento para entender o sujeito em suas características multidisciplinares, como ser cognoscente envolvido na teia das relações sociais, sendo influenciado por condições orgânicas e culturais.

O psicopedagogo institucional com vistas à prevenção das possíveis dificuldades de aprendizagem utiliza técnicas e métodos próprios da psicopedagogia tendo como objetivo facilitar e/ou desobstruir tal processo garantindo graus progressivos de aprendizagens inclusive para o ingresso das crianças no ensino Fundamental com sucesso.

O psicopedagogo institucional trabalha com múltiplas fontes de dados, decorrentes do uso que faz de inúmeros métodos (observação, conversas casuais, entrevistas, documentos), múltiplos tipos de participantes (secretarias de educação, superintendências ou CRES, orientadores educacionais especialistas em currículo, diretores, professores, entre outros) e várias situações (reuniões de diversos tipos, oficinas de trabalho, vida em instituições e etc.). (PORTO, 2011 p. 123).

A atuação do psicopedagogo preventivo tem como objetivo promover estratégias e ações que previnam e interferem positivamente junto às demandas educacionais para um maior desenvolvimento da inclusão e aprendizagem dos alunos nas Instituições de Ensino. Ao iniciar o trabalho de assessoramento é importante que se faça uma pesquisa na instituição para obter clareza de quais pontos deverão ser trabalhados que possam contribuir para um ambiente adequado à aprendizagem, onde possam ensinar e aprender. O assessor precisa através da observação, mapear e avaliar atitudes, posturas e situações que deverão ser analisadas, porém, ao fazê-lo corre o risco dos profissionais que estão sendo observado operarem uma mudança em seus comportamentos, devido à presença do psicopedagogo, esta atitude pode comprometer todo o trabalho.

  1. PSICOPEDAGOGO E O FRACASSO ESCOLAR

Jorge Visca, conhecido como “Pai da Psicopedagogia” criou a teoria chamada epistemologia convergente, que tem como base epistemologia genética de Jean Piaget, na psicologia social e psicanálise em sua teoria o psicopedagogo utiliza-se de instrumentos psicopedagógicos ou pedagógicos para reeducar os educandos com dificuldades de aprendizagem. Segundo Jorge Visca (1987), a Psicopedagogia, que inicialmente foi uma ação subsidiária da Medicina e da psicologia, perfilou-se como um conhecimento independente e complementar, possuída de um objeto de estudo - o processo de aprendizagem - e de recursos diagnósticos, corretores e preventivos próprios. A Epistemologia Convergente  tem possibilitado ao professor/pedagogo/psicólogo pensar/refletir sobre as mais diversas “causas” dos problemas que emergem e aparecem no decurso da aprendizagem e do ensino. Visca fala de múltiplas causas, “(...) cada uma delas estudada e aprofundada por uma determinada vertente” (Barbosa, 2004; p. 1). Para Jorge Visca (1999), para se obter um bom nível de aprendizagem é necessário efetuar primeiramente um balanço do que foi feito sobre o domínio do conhecimento, para se ter uma noção dos anos vindouros, para isso utiliza-se essa visão retrospectiva denominada “Balanço” e uma reflexão sobre o futuro que chamou de “Caminhos”.

No meu entender, a analise do passado, pode ser realizada segundo três grandes dimensões; a teórica, a técnica e a institucional, enquanto que o projeto para o futuro esta constituído por um conjunto de idéias que podem formar um programa de revisão de conceitos e técnicas já estabelecidas, assim como também a construção de novos conceitos e novas técnicas (Visca, 1999).

Os educadores devem munir-se dessas reflexões fazendo a retrospectiva sobre sua prática encontrando um novo caminho rumo à construção de novas técnicas no intuito de melhorar o processo de ensino e aprendizagem para que as crianças possam construir aprendizagens contextualizadas e significativas, desta forma, o professor de educação infantil deve estar trabalhando numa perspectiva psicopepedagogica construtivista e preventiva.

A epistemologia convergente possibilita ao educador/psicopedagogo refletir sobre as mais diversas causas dos problemas que aparecem no decorrer da aprendizagem e ensino. É um método que conduz a aprendizagem.

Segundo Visca a aprendizagem depende das seguintes estruturas: a cognitiva/afetiva/social. As problemáticas de aprendizagem estão indissociavelmente ligadas a alguns aspectos desses três fatores – sempre compreendidos de modo interdinâmico. Para ele, a inteligência vai se construindo a partir da interação do sujeito e as circunstâncias do meio social. Sabemos que as crianças podem apresentar mesma idade, porém com desenvolvimentos completamente diferentes o que representa amadurecimentos biológicos diferentes, então o psicopedagogo infantil deve levar em consideração que cada criança é única com historias e desenvolvimentos diferentes. Não se trata de zelar pelas aprendizagens das crianças na educação infantil para promoção do seu ingresso no ensino fundamental, mas sim, prevenir e acompanhar futuras distorções de aprendizagens rumo a uma educação de qualidade e promoção do desenvolvimento. Diante do exposto, ser psicopedagogo de crianças pequenas é acompanhar o desenvolvimento de uma sementinha e à medida que cresce regá-la de cuidados para que possa desenvolver-se bem e plenamente, quero dizer para que desenvolva saudável em todos os seus aspectos.

Conforme Bossa (2000), “o psicopedagogo existe para ajudar no enfrentamento as dificuldades de aprendizagem, para serem evitados ou solucionados, é um profissional com um olhar refinado ajudando as crianças e os professores a encontrar a melhor maneira de tornar sua vida escolar muito mais gostosa”. Desta forma o psicopedagogo institucional trabalha para que a escola possa identificar e prevenir os problemas, auxiliando para que todos que participam da escola entendam como e por que transformá-la em um lugar de construção do conhecimento, ajudando a escola responder algumas questões: O que ensinar? Como ensinar? Para que ensinar? Se tivéssemos psicopedagogos atuando nas escolas infantis ou de Ensino Fundamental, realizando triagens, orientado a gestão e os professores no intuito de solucionarem juntos os problemas pedagógicos a qualidade da educação e as aprendizagens não seriam comprometidas Podendo realizar o diagnóstico institucional por meio da triagem com a colaboração dos professores para detectar os problemas pedagógicos que estejam prejudicando a qualidade do ensino, nesta perspectiva, podem também orientar professores; realizar encaminhamentos com base na avaliação psicopedagógica; orientar pais a procurarem profissionais especializados na busca na solução do problema e fazer triagens para prevenir precocemente futuras dificuldades de aprendizagens.

Segundo Bossa (1994, p.23),

                                      [...] cabe ao psicopedagogo perceber eventuais perturbações no processo aprendizagem, participar da dinâmica da comunidade educativa, favorecendo a integração, promovendo orientações metodológicas de acordo com as características e particularidades dos indivíduos do grupo, realizando processos de orientação. Já que no caráter assistencial, o psicopedagogo participa de equipes responsáveis pela elaboração de planos e projetos no contexto teórico/prático das políticas educacionais, fazendo com que os professores, diretores e coordenadores possam repensar o papel da escola frente a sua docência e às necessidades individuais de aprendizagem da criança ou, da própria ‘ensinagem’. (Bossa 1994, p.23)

Ainda segundo os estudos de Bossa (2000, p. 89), no que diz respeito à Psicopedagogia preventiva, "podemos dizer que o nosso sujeito é a instituição, com sua complexa rede de relações". A partir dessa reflexão, podemos dizer que a instituição é um espaço físico e psíquico da aprendizagem, local e objeto de estudo da Psicopedagogia. Os procedimentos didáticos que interferem na aprendizagem devem ser analisados e discutidos, a fim de que possam ser ressignificados, neste caso, o professor de educação infantil deve acompanhar minuciosamente o processo de ensino aprendizagens das crianças a fim de prevenir futuras rupturas no processo de aprendizagem.

No contexto escolar, segundo Bossa (2007), ao psicopedagogo cabe:

 a) favorecer a integração;

b) participar da dinâmica da comunidade educativa;

c) perceber eventuais perturbações no processo aprendizagem;

d) promover orientações metodológicas de acordo com as características e particularidades dos indivíduos do grupo;

 e) realizar processos de orientação.

Percebe-se que o psicopedagogo possui um papel importante na contribuição da dinâmica escolar sua atividade é intencional, podendo fazer parte de uma equipe interdisciplinar atuando nas questões de discussão de problemática docente, discente e administrativa contribuindo nas diversas formas no processo educativo. Por tanto, esse profissional necessita ter bem claro como se processa o trabalho escolar

Nadia Bossa defende o caráter prioritariamente preventivo na atuação do psicopedagogo Institucional. Segundo ela, o psicopedagogo deve “(...) dar a sua contribuição no sentido de prevenir ulteriores problemas de escolaridade.” (Bossa 2011, p.148). De acordo com Bossa “(...) a ação do psicopedagogo está centrada na prevenção do fracasso e das dificuldades escolares (...)” (Porto 2011, p.116). Porém, à medida que se faz um trabalho de assessoramento na instituição, acredita-se que, inevitavelmente, tanto a prevenção quanto à intervenção são ações necessárias ao processo.

Segundo Bossa (2000), a presença de um psicopedagogo na escola é essencial, ou seja, ele tem muito que fazer e ajudar. A sua intervenção inclui:

 • Orientar os pais;

• Auxiliar os educadores e conseqüentemente à toda comunidade aprendente;

• Buscar instituições parceiras (envolvimento com toda a sociedade);

• Colaborar no desenvolvimento de projetos (Oficinas psicopedagógicas);

• Acompanhar a implementação e implantação de nova proposta metodológica de ensino;

• Promover encontros socializadores entre corpo docente, discente, coordenadores, corpo administrativo e de apoio e dirigentes.

São várias as definições de psicopedagogia – ou tentativas organizadas de se conceituá-la – e essas definições foram sendo construídas também ao longo de um processo histórico. Bossa (2000) reitera esse caminho que passou pela concepção de não aprendizagem, com o foco na falta, posteriormente esse olhar sobre a não-aprendizagem passa a ser identificada como cheio de significados e passa a levar em conta a singularidade do sujeito, buscando esmiuçar características de acordo com a sua relação direta com o meio sociocultural em que está inserido.

 E Bossa (2000, p. 22) reitera esta constatação afirmando que:

Atualmente, a Psicopedagogia trabalha com uma concepção de aprendizagem segundo a qual participa desse processo um equipamento biológico com disposições afetivas e intelectuais que interferem na forma da relação do sujeito com o meio, sendo que essas disposições influenciam e são influenciadas pelas condições socioculturais do sujeito e do seu meio.

O que Bossa traz é o exercício da visão relacional sobre o sujeito que manifesta suas inquietações no espaço de aprendizagem. E é nesse ponto que se acredita na possibilidade de encontrar um caminho para a estruturação de um trabalho preventivo na sala de aula.

Conforme Maria Lúcia Weiss (1990, p.56), o sucesso de um diagnostico está na competência e sensibilidade do terapeuta no uso dos diferentes instrumentos de pesquisa, para tanto é necessário mais que a análise do paciente, mas que o psicopedagogo entenda suas relações com seus grupos de pertinência e das instituições que participam, pois somente ao aprofundar a investigação nos níveis psicossocial, sócio-dinâmico e institucional, relações familiares e escolares se chegará a um diagnóstico certeiro e preciso.

Segundo a autora, a aprendizagem normal se dá de forma integrada no seu pensar, sentir, falar e agir quando começar a surgir dissociações pode-se pensar que estão instalando as dificuldades de aprendizagem; se algo vai mal no pensar, na sua expressão, no agir e no mundo, então é hora de pesquisar por onde esta começando a fratura, neste sentido, prevenir quer dizer realizar um trabalho de antecipação das futuras dificuldades que eventualmente poderão surgir na produção escolar, paulatinamente, o olhar atento do psicopedagogo fazendo triagens das crianças com pré disposição a ter algum tipo de dificuldade no ambiente escolar com vistas à prevenção atenuando e contribuindo para não agravar os problemas nascidos ao longo da historia pessoal e da vida familiar da criança.

Do ponto de vista de Weiss (1992), a psicopedagogia busca a melhoria das relações com a aprendizagem, assim como a melhor qualidade na construção da própria aprendizagem de alunos e educadores.

Diante das interpretações dos autores expostos tanto Nadia Bossa, Lúcia Weiss quanto Jorge Visca, defendem a idéia de que os problemas de aprendizagem estão ligados a aspectos cognitivos, afetivos ou sociais que as dificuldades de aprendizagem se manifestam primeiramente no âmbito escolar e que a escola e professores são os primeiros a detectar essas falhas no aprendizado, daí cito a importância do psicopedagogo institucional  e o método da triagem Psicopedagogica na educação infantil acompanhando o processo de desenvolvimento das crianças desde muito cedo, zelando pelas aprendizagens como pela condução do ensino.

Atuando na prevenção dos problemas de aprendizagem o Psicopedagogo observa no Indivíduo e caso diagnostique algum problema de aprendizagem pode planejar ações psicopedagogicas em parceria com o professor, essas dificuldades podem ser: Coordenação motora ampla; - Aspecto sensório motor; - Dominância lateral; - Desenvolvimento rítmico; - Desenvolvimento motor fino; - Criatividade; - Evolução do traçado e do desenho; - Percepção e discriminação visual e auditiva; - Percepção espacial; - Percepção Viso-motora; - Orientação e relação espaço-temporal; - Aquisição e articulação de sons; - Aquisição de palavras novas; - Elaboração e organização mental; - Atenção e concentração; - Expressão plástica; - Aquisição de conceitos; - Discriminação e correspondência de símbolos; - Raciocínio lógico matemático. Se todas as escolas infantis tivessem um psicopedagogo, com certeza haveria crianças mais preparadas, mais felizes e consequentemente menos evasão escolar nas series posteriores.

Enquanto educadores que desejam uma educação de qualidade com menor número de crianças com dificuldades de aprendizagens a solução é intervir psicopedagogicamente sobre os problemas de aprendizagens nas instituições escolares inicialmente por meio de triagens, posteriormente estruturando ações ou intervenções psicopedagogicas que clareie o caminho percorrido pelos sujeitos.

No momento atual existem profissionais da Escola buscando recursos na Psicopedagogia para melhor compreender a criança com dificuldades, há neste movimento uma preocupação em prevenir. Observar as práticas pedagógicas dos educadores e dos educandos, identificando quais os obstáculos que a criança apresenta e as possibilidades que ela traz para desenvolver o seu aprender (readaptação do aluno, reintegrando-o à sala de aula).

É preciso planejar várias estratégias, saber ouvir para compreender os pensamentos, sentimentos demonstrados, bem como os valores observáveis dos conteúdos dos discursos proferidos naturalmente nas conversas formais ou informais. Segundo Porto (2011) sugere-se que seja feito um mapeamento institucional, pois para ela este é um método de análise da instituição escolar, possível de se observar minuciosamente falhas na metodologia, nas ações e procedimentos adotados pelo sistema de ensino.

A partir da proposta inicial de estar tecendo algumas idéias sobre as possibilidades da atuação da psicopedagogia como forma de prevenção para o fracasso escolar, situa-se nesta parte, o foco no necessário entendimento do que seria a atuação do psicopedagogo dentro desta perspectiva preventiva. Dessa forma propõe-se inicialmente, uma busca por algumas definições acerca da psicopedagogia com o intuito de estar sensibilizando o olhar para novas possibilidades e muito menos para obter uma definição definitiva, o que, definitivamente, não é o caso. Assim Golbert apud Bossa (2000, p. 19-20) traz a seguinte contribuição:

 (...) o objeto de estudo da Psicopedagogia dever ser entendido a partir de dois enfoques: preventivo e terapêutico. O enfoque preventivo considera o objeto de estudo da Psicopedagogia o ser humano em desenvolvimento, enquanto educável. Seu objeto de estudo é a pessoa a ser educada, seus processos de desenvolvimento e as alterações de tais processos. Focaliza as possibilidades do aprender, num sentido amplo. Não deve se restringir a uma só agência como a escola, mas ir também à família e à comunidade. Poderá esclarecer, de forma mais ou menos sistemática, a professores, pais e administradores sobre as características das diferentes etapas do desenvolvimento, sobre o progresso nos processos de aprendizagem, sobre as condições psicodinâmicas da aprendizagem, sobre as condições determinantes de dificuldades de aprendizagem. O enfoque terapêutico considera o objeto de estudo da psicopedagogia a identificação, análise, elaboração de uma metodologia de diagnóstico e tratamento das dificuldades de aprendizagem.

Conforme afirmado acima é importante e necessário que se permita estar em conexão com variadas relações no intuito de entender as possibilidades de abordagem do trabalho psicopedagógico. A contribuição acima vem reforçar, também, a idéia da prevenção na psicopedagogia e mostra como esta deve estar interligada com os olhares da psicologia, pedagogia, fonoaudiologia, sociologia, antropologia, enfim possibilitando uma conexão contínua com o objetivo de entender o paciente na sua complexidade e ao mesmo tempo na sua singularidade.

  1. CONCLUSÃO

Este conteúdo desenvolvido com algumas idéias e o suporte científico de quem trilhou caminhos, mostra que a possibilidade da prevenção do fracasso escolar nos espaços escolares é possível de se realizar. O psicopedagogo estaria atuando diretamente com a função de detectar os principais problemas de aprendizagem que afetam o aluno, mas não é só isso. Dentro desta perspectiva com que dialogamos até aqui, este profissional estaria também mais próximo das relações interpessoais da escola e das mediações entre as famílias e professores, ou seja, a comunidade que está presente nestes espaços de aprendizagem através dos seus filhos.

O psicopedagogo atuaria em conjunto com o educador no sentido de estar fornecendo subsídios e elementos estruturais (teórico-prático) para que essa visão abrangente pudesse internalizada por aquele que ali, naquele espaço, exerce a condição de mediador do conhecimento. O percurso feito minimamente até aqui nos mostra o quanto o momento atual sinaliza para que estejamos todos, profissionais que lidam diretamente com sujeitos, atentos a tudo que está ao redor, que seria o contexto que ele, o sujeito está inserido. Seria isso tarefa tão difícil nos espaços de aprendizagem? Seria isso trabalho tão árduo de se fazer junto às comunidades e familiares do sujeito colocado em questão? Caminhos. Isso é o que deve se buscar sempre. Através da reflexão constante, da auto-avaliação, da busca por informações, por suporte teórico que possibilite um maior embasamento, segurança no agir, liberdade no mediar e felicidade e realização em poder contribuir de alguma forma em todo o processo.

Pensar possibilidades, pensar novos caminhos, olhar a diversidade, focar um conjunto relacional de visões múltiplas que abarquem as ciências em suas mais variadas manifestações, que se permita pensar o mundo com ares de filosofia, enfim, que se permita estar mudando, experimentando, vivenciando, buscando a felicidade e fazendo-a possível para aqueles que, no nosso trabalho, na nossa vida, convivemos no cotidiano, para aqueles que queremos, desejamos que se tornem sujeitos – em suas mais amplas definições – sempre livres e felizes.

Muitos são os desafios encontrados pelos psicopedagogos nas instituições de ensino. As escolas estão cada vez mais preocupadas com o desempenho de seus alunos e as possíveis causas do processo ensino-aprendizagem. Diante disso, a psicopedagogia é uma área que busca estudar este fator, e ajuda a trabalhar com o processo de aprendizagem e seus problemas decorrentes. É de fundamental importância que a criança seja estimulada, desde a educação infantil, que sua criatividade seja respondida às suas curiosidades, através das mais variadas descobertas concretas, e assim elevando sua auto-estima, criando uma segurança maior de si e do outro. Dessa forma, valendo-se de um psicopedagogo atuante na escola, é possível realizar um trabalho junto com os demais profissionais da instituição, visando à descoberta e o desenvolvimento das capacidades da criança, e ao mesmo tempo, poder contribuir para que sejam capazes de olhar o mundo que as cercam de outra maneira, sabendo interpretá-lo e interferindo de acordo com seu nível de aprendizagem.

PSICOPEDAGOGÌA PREVENTIVE IN EARLY CHILDHOOD EDUCATION

Summary: This research aims to clarify the role of the educational psychologist Institutional in kindergarten, is presented as a theoretical research, with qualitative approach bibliographical. This article aims to discuss and analyze the importance of psycho-pedagogical activities in the school context of early childhood education, presenting some aspects about the importance of preventive action psychopedagogic in child education that makes use of standardized methods of educational psychology (tests) contributing to the reduction of the difficulties of learning, school failure and several factors that lead to this reality using the institutional educator as an indispensable tool in the educational system, positively helping teachers and children in the teaching and learning process. Through this, we seek to understand and reflect on the preventive role of the educational psychologist forward to teaching and learning issues in Infant education institutions helping to detect difficulties in learning and to reframe the process of teaching and learning helping to improve the quality of education.

Keywords: Learning, Institutional educational psychologist, teachers and children.

 

REFERÊNCIAS

ALLESSANDRINI, C. D. Oficina criativa e Psicopedagogia. 3. Ed. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1996. 125p.

ANDRADE, M. S. Psicopedagogia Clínica – Manual de Aplicação Prática para Diagnóstico de Distúrbios do Aprendizado. São Paulo: Polus, 2002.

BOSSA, N. A. A Psicopedagogia no Brasil. Contribuições a partir da prática. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. 131p.

CAMPOS, W. C. M Psicopedagogo: um generalista especialista em problemas, aprendizagem- IN: Bossa, N.A (org.); oliveira. B(org.). Avaliação psicopedagógica da criança zero a seis anos. 11 ed. Petrópolis: Vozes, 2001.

PIAGET, Jean. Para onde vai a educação? Trad. Ivete Braga. 18 ed. Rio de Janeiro: Jose Olympio, 2007.

PORTO, Olivia. Psicopedagogia Institucional. In:______. Psicopedagogia Institucional: teoria, prática e assessoramento psicopedagógico. Rio de Janeiro: Wak, 2007.

Visca, Jorge. Clinica Psicopedagógica. Epistemologia Convergente. Porto Alegre, Artes Médicas, 1987.

_________. Psicopedagogia, Contribuições. Rio de Janeiro, Ed. Nova Fronteira, 1991.

Weiss, Maria Lúcia L. Considerações sobre a instrumentação do Psicopedagogo no diagnóstico. Psicopedagogia o caráter interdisciplinar na formação e atuação profissional. Porto Alegre, Artes Médicas, 1987, cap. 8.

 

 

Autor

Vania Cintra: Pós-graduada em Gestão Escolar com enfoque Psicopedagógico. Psicopedagoga Clinica e Institucional pela UTP (Universidade Tuiuti do Paraná 2016). Graduada em Pedagogia pela UEL (Universidade Estadual de Londrina). Licenciada no Magistério Modalidade Normal pelo IESDE. Atua como professora de Educação Infantil na RME de Curitiba e Clinica Psicopedagógica;

 

Bem-vindo(a) ao Ppol

Obrigado por visitar nosso Portal!

Aproveite sua visita e faça seu registro.

Busca

Login

Notícias