Os exercícios físicos tanto aeróbicos quanto anaeróbicos possibilitaram uma melhoria significativa nos desfechos analisados, entretanto necessita-se de melhores desenhos de estudos para que esses resultados possam ser mais fidedignos.

Resumo

Objetivo: Analisar os efeitos do Exercício Físico (EF) em mulheres na fase do climatério comparado a qualquer grupo controle. Método: Foi adotado como critérios de elegibilidade qualquer tipo de estudo científico primário publicado na base de dados Scielo e LILACS na língua portuguesa sem limites sobre o período de publicação; ter utilizado como intervenção do EF aeróbico ou anaeróbico em mulheres no climatério comparado a qualquer outra intervenção ou grupo controle; ter utilizado como desfecho qualidade de vida, peso corporal, humor, ondas de calor e/ou insônia. Resultado: O EF proporcionou benefícios às mulheres no período do climatério sobre os desfechos analisados. O exercício aeróbio apresetou melhores resultados quando comparado ao execício anaeróbio embora ambos tenham contribuído para melhorar os sintomas gerados pelo climatério. Conclusão: Os exercícios físicos tanto aeróbicos quanto anaeróbicos possibilitaram uma melhoria significativa nos desfechos analisados, entretanto necessita-se de melhores desenhos de estudos para que esses resultados possam ser mais fidedignos.

Abstract

Objective: To analyze the effects of Physical Exercise (PE) in women in the climacteric phase compared to any control group. Method: It was adopted as eligibility criteria any type of primary scientific study published in the SciELO and LILACS database in Portuguese language without limits on the period of publication; to have used aerobic or anaerobic PE intervention in climacteric women compared to any other intervention or control group; to have used as outcome quality of life, body weight, mood, heat waves and/or insomnia. Results: PE provided benefits to women in the climacteric period on the outcomes analyzed. The aerobic exercise presented better results when compared to the anaerobic execution, although both contributed to improve the symptoms generated by the climacteric. Conclusion: Both, aerobic and anaerobic physical exercises allowed a significant improvement in the outcomes analyzed, however, better study designs are needed to make these results more reliable.

Introdução

O envelhecimento é um processo fisiológico que está presente em todos os organismos. Esse processo nas mulheres gera alterações hormonais que afeta negativamente a qualidade de vida (MARTINS, 2011). O climatério é um processo gerado pelo envelhecimento, está presente na última fase que envolve o período fértil e não fértil das mulheres e apesar de ser um processo natural geralmente apresenta alta prevalência de alguns sintomas como, ondas de calor, problemas cardiovasculares, distúrbios genitourinários, queixas neurológicas e sexuais. Além desses, outros sintomas também são relatados, por exemplo, problemas osteoarticulares, ansiedade, insônia e dores crônicas. (CARVALHO et al., 2009).

Embora essa fase acarrete diversas manifestações entre as mulheres, há várias formas de tratamento não farmacológico com o objetivo de eliminar/reduzir os sintomas. Até o momento não existe um tratamento que consiga reduzir completamente a sintomatologia gerada pelo climatério, além do mais, muitos medicamentos provocam efeitos colaterais (GIRARDI e ZALMAN, 2014). Contudo, na tentativa de buscar uma melhor qualidade de vida, as mulheres que estão na fase do climatério e apresentam alguma disfunção têm à disposição também terapias não medicamentosas, (SAÑUDO et al.  2017) por exemplo,  o Exercício Físico (EF), o qual tem sido frequentemente usado nessa população apresentando boa aceitação, devido principalmente à ausência de efeitos colaterais. (SAÑUDO et al.  2017).

Apesar dos benefícios do EF serem conhecidos em diversas populações e patologias (HART NH, 2017; LOPRINZI PD, 2017) necessita-se ainda de revisões sistemáticas sobre suas repercussões em mulheres na fase do climatério. Considerando esses pressupostos o objetivo desta revisão foi analisar os efeitos do EF em mulheres na fase do climatério comparado a qualquer grupo controle.

Método

Foram adotados como critérios de elegibilidade qualquer tipo de artigo científico primário publicado na base de dados Scielo e LILACS na língua portuguesa sem limites sobre o período de publicação; ter utilizado como intervenção do exercício físico aeróbico ou anaeróbico em mulheres no climatério comparado a qualquer outra intervenção ou grupo controle; ter utilizado como desfecho qualidade de vida, peso corporal, humor, ondas de calor e insônia. Foram excluídos os artigos de revisão, teses, dissertações e os que não estavam indexados nas referidas bases de dados.

Foi considerado como EF o estímulo planejado realizado através de repetições sistemáticas de movimentos que interrompam a homeostase, proporcionando aumento no consumo de oxigênio devido ao trabalho muscular (MONTEIRO E SOBRAL FILHO, 2004).

A busca dos artigos foi feita por 2 pesquisadores de forma independente realizada em 2 etapas, no mês de junho/julho. A primeira etapa, busca simples, foram utilizados como descritores mulheres, climatério e  exercício. A segunda etapa, busca sensibilizada, além dos escritores foram utilizados seus sinônimos e categorias, conforme ilustrado na tabela 1. A última busca foi feita no dia 6-6-2017.

Tabela 1. Estratégia de busca nas bases de dados Scielo e LILACS.

Estratégia de busca simples na base de dados Scielo

Termos Mesh

Número de artigos encontrados

#1 mulheres

5.016

#2 climatério

349

#3 exercício

15.596

#4  #1 and #2 and #3

9

Estratégia de busca sensibilizada na base de dados Scielo

#5 mulheres or M01.975 or SP4.011.127.413.649

15.615

#6 climatério or mudança de vida or G08.686.157 or G08.686.785.880.249

1.105

#7 exercício or exercício aeróbico or exercício isométrico or exercício físico or atividade física para idoso or G11.427.590.530.698.277 or I03.350

5.254

#8  #5 and #6 and #7

209.024

 

Estratégia de busca simples na base de dados LILACS

Termos Mesh

Número de artigos encontrados

#1 mulheres

27.523

#2 climatério

1.135

#3 exercício

12.076

#4  #1 and #2 and #3

36

Estratégia de busca sensibilizada na base de dados LILACS

#5 mulheres or M01.975 or SP4.011.127.413.649

134.899

#6 climatério or mudança de vida or G08.686.157 or G08.686.785.880.249

37.011

#7 exercício or exercício aeróbico or exercício isométrico or exercício físico or atividade física para idoso or G11.427.590.530.698.277 or I03.350

159.652

#8  #5 and #6 and #7

4.694

 

A seleção dos estudos foi feita pelos pesquisadores de forma independente através da leitura dos títulos, resumos e integralmente quando necessário, como mostra a figura 1. Após isso, todos os artigos que atenderam aos critérios de inclusão foram armazenados em um banco de dados para que fosse feita suas análises posteriormente. Caso houvesse discordância entre os dois pesquisadores um terceiro pesquisador era acionado para desempatar.

A avaliação de cada artigo incluído também foi feita de forma independente, através de um formulário criado pelos pesquisadores para que fosse obtido o maior número de dados possíveis, como: identificação e desenho do estudo, idade da amostra, sintomas (tempo), intervenções, resultados e follow-up. A comparação entre os dados obtidos entre eles foi feita posteriormente e caso houvesse alguma discordância o terceiro pesquisador era acionado para desempatar.

Inicialmente foram encontrados 213.718 artigos na bases de dados pesquisadas. Após a leitura dos títulos foram excluídos  213.670 artigos, restando 50. Decidiu-se pela exclusão de mais 40 artigos após a análise dos resumos. Por fim, após a análise integral foram excluídos mais 3 artigos, restando 7.

Resultados

Foi encontrado nos artigos incluídos um total de 628 mulheres, apresentando como sintomatologia principal alterações do peso corporal, alterações do humor, insônia, diminuição de libido, ondas de calor e ansiedade. O quadro 2 ilustra os resultados de todos os estudos presentes nesta revisão.

Quadro 2. Artigos incluídos

Referências

Objetivo

Método

Resultados

Conclusão

1. Monteiro, Riether e Burine 2004.

Avaliar o efeito do programa misto de intervenção nutricional e exercício físico sobre a composição corporal e hábitos alimentares de Mulheres Obesas no Climatério.

Trabalhou-se com dois grupos de 15 pessoas por 40 semanas: Grupo dieta (intervenção nutricional) e Grupo exercício (intervenção nutricional e exercício).

Foi verificada evolução positiva na classificação do índice de Massa Corporal para ambos os grupos, sendo que o grupo Exercício respondeu melhor ao tratamento.

A perda de peso corporal ocorreu com maior intensidade na presença de exercício físico.

A associação de dieta e educação nutricional mostrou-se efetiva na promoção de mudanças de consumo habitual de alimentos.

2. Paschoal, Polessi e Simione, 2007.

Estudar a interferência da atividade física dinâmica aeróbica de baixa intensidade sobre a variabilidade da frequência cardíaca (VFC) de mulheres climatéricas.

Estudo transversal que analisou 15 mulheres treinadas e 15 mulheres sedentárias todas no climatério, todas as voluntarias não faziam uso de reposição hormonal.

Houve diferenças significativas no domínio da frequência do tempo das seguintes variáveis da VFC para os grupos ativo e sedentário.

O estudo sugere que o treinamento aeróbico pode ter propiciado significativa melhoria da função autonômica cardíaca das mulheres climatéricas do grupo ativo, podendo ser uma opção útil para preservar essa condição funcional sem necessidades de terapia de reposição hormonal.

3.Agra, et al., 2013

Observar a influência de um programa de exercícios

terapêuticos em piscina, nas sintomatologias menopáusicas e

depressiva em um grupo de mulheres na menopausa.

Estudo de intervenção do tipo longitudinal, com

abordagem quantitativa e medidas pré e pós-tratamento, em

população de mulheres menopáusicas

No que diz respeito à

sintomatologia menopáusica, observou-se Média (DP) antes

de 11,73 (9,90) e depois da intervenção de 7,60 (5,60), com

uma diferença significativa entre as

medidas pré e pós-tratamento. Quanto aos sintomas de

depressão, observou-se Média (DP) antes de 13,3 (5,5) e

depois de 9,0 (5,9), houve diferença significativa

entre as medidas pré e pós-tratamento.

 

Verificou-se que a hidroterapia proporciona

benefícios físicos e funcionais, tais como alívio nas ondas

de calor e melhoria no humor e na imagem corporal,

aumentando a auto-estima feminina e diminuindo a

sintomatologia depressiva abundantemente encontrada nas

mulheres menopáusicas.

4.Gonçalves, et al., 2011.

 Avaliar o impacto da prática de atividade física na qualidade de vida de mulheres de meia idade.

Estudo de base populacional e corte transversal, que incluiu uma amostra estratificada de 370 mulheres de meia idade entre 40 a 65 anos.

Considerando os domínios presentes no WHOQOL-Bref para avaliar qualidade de vida, os escores foram significativamente diferentes entre os grupos de mulheres sedentárias, moderadamente ativas e muito ativas.

A prática de atividade física melhora significativamente a qualidade de vida das mulheres de meia idade.

5. Tairova e Lorenzi, 2011.

Avaliar a influência de atividade física na qualidade de vida e sintomas

referidos por um grupo de mulheres pós-menopáusicas.

Estudo caso-controle

envolvendo de 197 mulheres (132 sedentárias e 65 praticantes de exercícios físicos aeróbicos de

intensidade leve a moderada.) pós- menopausa com idade entre 50-65

anos.

 

As mulheres fisicamente ativas ou com melhor

renda tenderam a referir menor sintomatologia climatérica e melhor qualidade

de vida.

No presente estudo, a atividade física regular de intensidade

leve a moderada e a renda familiar per capita influenciaram positivamente a

qualidade de vida e a intensidade da sintomatologia climatérica.

6.Avelar, Oliveira Jr e Navarro, 2012

Verificar as alterações da sintomatologia climatérica

em mulheres, decorrentes da prática de um programa de exercício físico aeróbio.

Constituiu pesquisa descritiva do tipo experimental e cunho quantitativo.

Com efeito significativo

em 5%, os resultados obtidos foram a melhora na sintomatologia climatérica, segundo

os escores do Índice Menopausal de Blatt Kupperman, com a prática do protocolo de

exercício físico aeróbio proposto em 15,62% após quatro semanas, e 16,28% após oito

semanas; e melhora na capacidade aeróbia da classificação boa para excelente segundo

a American Heart Association, com ganhos de 27,82%.

Conclui-se que a execução do

protocolo de exercício físico proposto trouxe melhoras na sintomatologia climatérica

nas mulheres participantes do estudo nos dois estágios, com melhora total de 23,85%,

apesar da duração de apenas oito semanas.

7.Dias, et al., 2013.

Investigar os efeitos de um programa de treinamento

de força (TF) sobre os sintomas da menopausa.

Foram analisadas

16 mulheres sedentárias na pós-menopausa e que não estavam fazendo

uso de qualquer tipo de terapia de reposição hormonal ou medicações ao

longo do estudo.

Observou-se redução dos sintomas da menopausa

no grupo treinamento (GT), quando comparado ao grupo controle (GC), nos

parâmetros de insônia, especificamente nas semanas 5, 6, 7, 8; e ondas de calor,

de modo específico, nas semanas 4, 6, 7 e 8.

O TF diminuiu a intensidade

dos sintomas de insônia e ondas de calor, em mulheres sedentárias na

pós-menopausa.

 

Discussão

Esta revisão analisou estudos na língua portuguesa que utilizaram como intervenção Exercício Físico (EF) em mulheres no climatério sobre os desfechos qualidade de vida, peso corporal, humor, ondas de calor e insônia. Foi encontrado que os desfechos insônia e ondas de calor apresentaram melhoras após o treinamento de força. Isso pode ser justificado devido à influência do EF sobre os neurotransmissores e hormônios presentes no sistema nervoso central (CHEIK et al., 2003). Embora não tenha ocorrido alterações sobre o humor há outros estudos que encontraram melhoras após a prática de EF (VIEIRA et al. 2008). Esse resultado contraditório pode ser justificado devido à intensidade do exercício e desenhos de estudo diferentes.

Em relação ao desfecho peso corporal houve melhoras significativas no grupo que praticou EF devido ao aumento do gasto energético e maior utilização de lipídios e lipopotreínas durante e após as atividades (DURSTINE E HASKELL, 1994). Esses resultados são corroborados por outros pesquisadores (RENNIE et al., 2003; GUSTAT et al., 2002)

Apesar dos estudos desta revisão apresentar diferentes formas de intervenção foi constatado que o Exercício Aeróbio (EA) apresentou melhores resultados quando comparado ao anaeróbio sob a justificativa de que o EA conseguiu melhorar as funções cognitivas e pressão arterial, os quais são fatores que exercem influência nos sintomas gerados pelo climatério como alterações no sono, na frequência cardíaca e sobre a qualidade de vida (JACOBO A et al. 2017). Outra justificativa seria que o EA provoca alterações no sistema cardiopulmonar e psicossocial, reduzindo, por exemplo, os níveis de estresse e sintomas depressivos presentes em algumas mulheres na fase do climatério (AGRA et al., 2013).

Vários artigos presentes nesta revisão apresentaram influencias positivas sobre a sintomologia climatérica independente do tipo de exercício, aeróbico ou anaeróbico, porém constatou-se que o exercício aeróbico proporcionou maiores benefícios sobre os desfechos insônia, ondas de calor, peso corporal e ansiedade, pincipalmente em mulheres sedentárias. (DIAS et al., 2013.;TAIROVA e LORENZI 2011.; AVELAR et al., 2012).

A prática de atividade física regular em mulheres no período do climatério parece contribuir globalmente para uma melhoria das condições de saúde, tendo um impacto positivo também na sua esfera psíquica e em muitos dos sintomas característicos dessa fase (TAIROVA e LORENZI, 2011).

Foram consideradas limtações deste estudo, ter sido feita a pesquisa apenas no idioma de língua portuguesa, ter sido utilizado somente duas bases de dados para a busca dos artigos e não ter sido feita análise da qualidade metodológica dos artigos incluídos.

Conclusão

Os exercícios físicos tanto aeróbicos quanto anaeróbicos possibilitaram uma melhoria significativa nos desfechos analisados, entretanto os exercícios aeróbicos apresentaram melhores resultados. Contudo, esses resultados devem ser vistos com cautela devido a baixa qualidade metodológica dos artigos incluídos nesta revisão. Sendo assim, os estudos sugerem que é extremamente importante a prática regular de exercícios físicos, de acordo com os parâmetros fisiológicos e das necessidades de cada participante respeitando a individualidade biológica.

 

Referências

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AVELAR LF;  OLIVERIRA S & NAVARRO F. Influência do exercício físico na sintomatologia de mulheres climatéricas. Revista Brasileira Geriatria Gerontologia. Vol.15, N°3, p.537-545, 2012.

CARVALHO, GIOLO F. DE; SOUZA, SANTOS R. ,DE;   IANNETTA, R;  MARQUES; MIGUEL SUEN V.  MARLIERE; NAVARRO, A; NONINO, BORGES CB;  MARCHINI, JSIANNETTA, O. Analysis of bone microarchitecture related to anthropometry in climateric women.  Nutrición Hospitalaria. Vol. 27, Nº 2, p. 612-6, 2009.

CHEIK, NC; REIS IT; HEREDIA RA; VENTURA M; TUFIK, S; ANTUNES HKM & MARCO TM. Efeitos do exercício físico e da atividade física na depressão e ansiedade em indivíduos idosos. R. bras. Ci. e Mov. Vol. N°3, p. 45-52 2003.

DIAS R; SOUZA OAT; VESPASIANO B; NASCIMENTO D & PRESTES J. O treinamento de força melhora os sintomas climatéricos em mulheres sedentárias na pós-menopausa. ConScientia e Saúde.Vol.12, N°2, p.4200, 2013.

DURSTINE JL & HASKELL WL. Effects of exercise on plasma lipids and lipoproteins. Exerc Sport Sci Rev. 22:477-521, 1994.

GIRARDI GZALZMAN D. Maternity during the climacteric. Vertex, Estados Unidos(EUA).  Vol. 25, Nº 117, p. 377-81, 2014.

GUSTAT J, SRINIVASAN SR, ELKASABANY A & BERENSON GS. Relation of self-rated measures of physical activity to multiple risk factors of insulin resistance syndrome in young adults: the Bogalusa Heart study. J Clin Epidemiol. 55:997-1006, 2002.

HART, NHGALVÃO DANEWTON RU. Exercise medicine for advanced prostate cancer. Curr Opin Support Palliat Care.  Vol. 11, Nº 00, p. 1751-4258, 2017.

JACOBO A; CASCALES EM; CAMPO DJ; HERNANDEZ AV & OPEZ FR. Effect of exercise on sleep quality and insomnia in middle-aged women: A systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Vol.100, p. 49-56, 2017.

LOPRINZI PD;  WONG, SN; ESPINOZA I & MANN, J. Cross-sectional association of exercise, strengthening activities, and cardiorespiratory fitness on generalized anxiety, panic and depressive symptoms. Postgrad Med.  2017.

MARTINS A; BONGANHA V, MODENEZE DM, VILARTA R, TRAINA MP; MADRUGA VA. Efeitos do treinamento com pesos na qualidade de vida de mulheres na pós-menopausa.Revista eletrônica do SIMTEC. 3;2010

MONTEIRO MF & SOBRAL FILHO. Exercício físico e o controle da pressão arterial. Rev Bras Med Esporte. Vol. 10, Nº 6 – Nov/Dez, 2004.

RENNIE KL, MCCARTHY N, YAZDGERDI S, MARMOT M & BRUNNER E. Association of metabolic syndrome with both vigorous and moderate physical activity. Int J Epidemiol. 2003;32:600-6. 3.

SAÑUDO BHOYO M;  CARRASCO L; POZO-CRUZ B;  TEJERO SFIRTH E. Systematic review of the exercise effect on bone health: the importance of assessing mechanical loading in perimenopausal and postmenopausal women. Menopause. 22;2017.

TAIROVA S & LORENZI DR. Influência do exercício físico na qualidade de vida de mulheres na pós-menopausa: um estudo caso-controle. Revista Brasileira Geriatria Gerontologia. Vol.14, N°1, p.135-145, 2011.

VIEIRA, JL; ROCHA PGM & PORCU M. Influencia do exercício físico no humor e na depressão clínica em mulheres. Motriz rev. Educ. Fís.Vol.14, N°2, p. 179-186, 2008.

Autores

Renato Alves1; Daniel Da Silva1; Jéssica Andrade de Albuquerquer 2; Edson Meneses da Silva Filho3

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1 Educadores físicos

2 Doutoranda em Psicologia Social - UFPB

3 Mestrando em Ciências da Reabilitação - UFRN

 

 

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