É através da comunicação terapêutica que o enfermeiro terá habilidade para ajudar a pessoa a ajusta-se ao que não pode ser mudado e enfrentar os problemas.

Resumo

Ao longo dos anos vem ocorrendo mudanças no processo do trabalho de enfermagem, principalmente, nos aspectos que influenciam a relação entre o profissional e o indivíduo. É através da comunicação terapêutica que o enfermeiro terá habilidade para ajudar a pessoa a ajusta-se ao que não pode ser mudado e enfrentar os problemas. Este artigo sintetiza a importância desta comunicação no cuidado humanizado, tendo como objetivo proporcionar uma reflexão a respeito do profissional de enfermagem no desenvolvimento da comunicação terapêutica, concluindo que, quando é realizada de forma terapêutica proporciona ao paciente uma melhor recuperação, pois permite que interaja e perceba-se como coautor da sua própria recuperação, onde sente-se seguro com o enfermeiro que realiza a assistência humanizada, através da escuta do respeito e da empatia.

Palavras-chave: Enfermeiro. Comunicação terapêutica. Paciente.

Abstract

Over the years changes in the nursing work process have occurred, mainly in the aspects that influence the relationship between the professional and the individual. It is through therapeutic communication that the nurse will have the ability to help the person adjust to what can not be changed and face the problems. This article summarizes the importance of this communication in the humanized care, aiming to provide a reflection about the professional In the development of therapeutic communication, concluding that when it is performed in a therapeutic way it provides the patient with a better recovery, since it allows him to interact and perceive himself as a co-author of his own recovery, where he feels secure with the nurse who performs the Humanized assistance, through listening to respect and empathy.

Keywords: Nurse-Communication therapy- Patient

Introdução

A saúde é um estado de completo bem-estar seja ele físico mental e social, não apenas com ausência de doença, então aproveitar o melhor estado de saúde é um dos direitos fundamentais de todo ser humano sem distinção de raça, religião, credo político ou condição econômica e social (OMS, 1946).  A lei 8.080, de 19 de setembro de 1990 dispõe sobre as condições de promoção proteção e recuperação da saúde Art. 2º A saúde é um direito essencial do ser humano, devendo o Estado tornar ela indispensável a todo cidadão .(BRASIL, 1990).

O Ministério da Saúde, através da portaria n° 1820 de agosto de 2009, em seu artigo segundo, assegura que toda pessoa tem direito ao acesso a serviços de saúde ordenados e organizados para a garantia da promoção, preservação, proteção, tratamento e recuperação da saúde (BRASIL, 2009). Neste contexto,a lei 8.080, de 19 de setembro de 1990 no artigo 7 ° discorre sobre os princípios do (SUS), sendo eles a universalidade, integralidade e a equidade. A universalidade consiste na garantia da atenção à saúde a todo e qualquer cidadão. Já a integralidade reconhece cada indivíduo como um todo, para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema. E a equidade é a segurança de que ações e serviços sejam feitos de acordo com a complexidade de cada caso, sem privilégios ou barreiras de qualquer espécie. (BRASIL, 1990).

No processo do estado contemporâneo, se ganha ênfase a cultura dialógica, entendida como um processo em que o profissional de enfermagem deve garantir o sucesso da comunicação que utiliza na prestação e cuidados, sendo eficazes para resultados mais positivos (GOMES, AMENDOEIRA, MARTINS, 2012). Neste contexto, a comunicação é uma ferramenta básica no cuidado de enfermagem que está presente em todas as ações realizadas com o paciente, seja para orientar, informar, apoiar, confortar ou atender suas necessidades básicas (PONTES; LEITÃO; RAMOS, 2008).

A comunicação em enfermagem, Usada de forma terapêutica, permite ao profissional ajudar o paciente a se adaptar melhor as situações, identificadas e atendendo sua necessidade de saúde, alem de transmitir-lhe confiança, a fim de que se sintam satisfeitos e seguros, diminuindo o medo e a ansiedade, permitindo participar do seu tratamento. Alem disso, para alguns autores, a comunicação terapêutica e fundamental para um cuidado humanizado e na demonstração de respeito por parte do enfermeiro (BARBOSA; SILVA, 2007) Portanto, o enfermeiro deve desenvolver uma comunicação, adequada e eficiente, utilizando de procedimentos técnicos, escuta e atenção adequada (SILVA, 1996)

A comunicação ocorre quando as informações são claras, simples, transmitidas no momento em que o paciente está apto para ouvir e existe confiança, empatia, envolvimento emocional entre usuário/ enfermeiro e este último assume a responsabilidade pela relação e a comunicação, fazendo-a de forma eficiente e com metas definidas, para que possa ser útil .(FERMINO; CARVALHO, 2007). .Já Haddad et  al(2011) orienta que na “comunicação terapêutica um enfermeiro interioriza que cuidar é um ato de respeito ao próximo um dos pilares fundamentais para a vida, pois o que não é Cuidado morre”. Neste sentido, pode-se dizer que o cuidado é uma ação promotora de vida e saúde, fomentadora de possibilidades e capacidades no qual todos os envolvidos percebem-se como humanos e constroem-se como pessoas.

Neste contexto pode-se perceber que a comunicação adequada e efetiva é aquela que tenta diminuir conflitos, mal entendidos, atingindo objetivos definidos na solução de problemas detectados em situações de interação com os pacientes, pois é através de um relacionamento afetivo com o paciente, que o enfermeiro oferece a ele apoio, conforto, informação e desperta seu sentimento de confiança e estima. Este artigo é uma revisão de literatura onde teve como principal objetivo analisar o enfermeiro sobre a aplicabilidade da comunicação terapêutica na atenção primaria à saúde, tendo como dimensões: empatia, respeito, escuta receptiva e acompanhamento do paciente sobre suas reflexões.

Metodologia

Desenvolveu-se um estudo de revisão narrativa da literatura. Segundo Cordeiro (2007) a revisão normativa é aquela que apresenta uma temática mais aberta, onde a interpretação das informações está sujeitas a subjetividade dos autores. Essa categoria de artigo tem papel fundamental na educação continuada, pois permite ao leitor adquirir e utilizar o conhecimento sobre uma temática especifica em curto espaço de tempo.

Foram selecionadas 20 referências em acervo das bibliotecas virtuais Bireme, LILACS, Scielo e Biblioteca Virtual em Saúde - BVS, com a aplicação dos descritores: enfermagem, comunicação terapêutica, e saúde. Destes, foram utilizados 7 artigos científicos publicados na íntegra entre 2003 e 2016.

Resultado

Neste estudo foram selecionados artigos que estão apresentados na Tabela 1 de acordo com sua ordem, título, ano de publicação e periódicos.

Tabela 1: Classificação das referências de acordo com ordem, título, ano de publicação e periódicos. Caruaru, 2016.

Ordem

1

Título

Escuta terapêutica, instrumento essencial do cuidado de enfermagem.

Ano

2003

Periódicos

Revista de enfermagemUERJ

2

A comunicação terapêutica  enfermeiro/ doente: perspectivas de doentes oncológicos entubados endotraquealmente.

2010

Instituto de ciências biomédicas Abel  Salazar, universidade do porto.

3

A comunicação terapêutica na relação enfermeiro-usuário da atenção básica: um instrumento para promoção da saúde e cidadania.

2011

 

O mundo da saúde, São Paulo.

4

Comunicação terapêutica na enfermagem, dificuldades para o cuidar de idosos com câncer.

2011

Revista brasileira de enfermagem, Brasília.

5

O papel da comunicação no processo de cuidar e educar na enfermagem.

2011

16° SENPE

6

Comunicação em enfermagem: como a caracterizam os enfermeiros.

2014

Revista portuguesa de enfermagem de saúde mental.

7

Comunicação terapêutica relacionada ao cuidado humanizado e a segurança do paciente em unidade hospitalar

2015

Saúde e ciência em ação- revista acadêmica do instituto de ciências da saúde.

 

Discussão

Na assistência de enfermagem, a comunicação é uma ferramenta básica, indispensável para aprimorar o “saber fazer” da profissão e para isto o profissional precisar ter imbuído em suas práticas um olhar crítico diferenciado sobre a saúde das pessoas, que desenvolva a percepção das necessidades que estas apresentame que nem sempre são visualizadas no primeiro contato e de forma verbal (DAMASCENO; MARTINÊS, 2011). A comunicação terapêutica é definida como um conjunto de métodos que são utilizados com intuito de fazer o paciente expressar seus sentimentos e idéias, e transmiti a aceitação e o respeito do enfermeiro (JUNIOR, LIMA; 2014).Para que esta comunicação seja  efetiva e terapêutica, os profissionais devem perceber-se e acreditarem que são  importantes ao ouvir o paciente quanto àexecução de procedimentos técnicos, pois o conhecimento técnico ele não por si só é o único determinante no processo de restabelecimento da saúde(Pontes et al; 2008).

É percebido que as atitudes, além de transmitir maior confiabilidade ao paciente, perpassam um cuidado humanizado. Contudo, é imprescindível que continuem havendo investimentos nos cursos de formação de profissionais da saúde para uma formação focada não só na doença, mas que estejam imbuídas as competências formadoras de profissionais capazes de lidar com as mais diferenciadas situações que exijam habilidades de comunicar-se (RODRIGUES et al, 2010).Promover a satisfação das necessidades, ensinar, estarpresente e apoiar os doentes com intuito de estabelecer uma relação de confiança e promover a comunicação terapêutica, é esse o papel do enfermeiro(BRIGA, 2010).Ao apontar que a comunicação terapêutica usada deliberadamente na prestação de cuidados é, ainda, um desafio para alguns enfermeiros. Coelho e Sequeira (2014) apresenta contribuição significativa para o tema., a comunicação terapêutica é um processo consciente que de forma intencional, permite identificar e responder as necessidades de cada pessoa contribuindo simultaneamente para a melhoria da pratica de enfermagem.

O tema comunicação terapêutica vem ganhando notoriedade entre os profissionais da enfermagem, sendo este um aspecto relevante, pois estes profissionais poderão atuar de forma a melhorar o processo de interação entre pacientes e enfermeiro. Haddad et al (2011) destaca que “nas relações interpessoais presentes no cotidiano da atenção básica, a comunicação deve servir como instrumento para um cuidar que estabeleça uma relação de ajuda, participativa e coerente com os princípios do SUS”.

Este autor conclui que o paciente apresenta evolução na melhora de forma mais rápida, quando o enfermeiro se comunica com o mesmo de forma terapêutica (HADDAD et al, 2011).Isto porque, a assistência humanizada proporciona segurança no cuidado com o paciente despertando no mesmo a confiança no profissional de enfermagem porque percebe aproximidade do profissional para com sua pessoa.Neste contexto apresentado pelo autor, prevalece à expressão dos sentimentos, é preciso levar em conta que o paciente é um sujeito que trás consigo uma gama de valores, crenças, medos e vivencias. Destaca também que na atenção básica esses sentimentos sãoimportantes porque implica na valorização do paciente como um interlocutor.

A comunicação se desenvolve por meio de um importante processo de escuta, assim também se da na comunicação terapêutica, sobretudo porque poucas pessoas têm a capacidade de escutar e, portanto acabam desenvolvendo um processo de comunicação (SOUZA et, al.2003).Ao qual Miranda e Miranda (1996) ”Afirmam que, muitas vezes, a pessoa precisa apenas ser ouvida, e mesmo que a solução para seus problemas pareça distante o mero falar traz um alívio”.

A ausência de pratica de comunicação terapêutica é uma realidade na enfermagem. Silva et al (2015), por exemplo, destaca que “um enfermeiro na maioria das vezes não se comunica terapeuticamente e se relaciona mais com a parte burocrática que com a assistência direta ao cliente”.O sofrimento pelo estado de doença do paciente provoca no mesmo uma experiência psíquica independente de qual seja a causa da doença.

Assim este é um fator relevante que torna a comunicação terapêutica importante na pratica da enfermagem e, sobretudo na saúde como um todo. Estabelecer uma rotina de trabalho nos moldes de comunicação terapêutica não é tarefa muito fácil, por mais dedicação que o profissional de enfermagem desenvolva. As dificuldades que podem surgir devem- se ao fato de que existem muitos fatores que prejudicam o processo de comunicação com o paciente, tais como: demanda elevada, jornada de trabalho extensa, questões emocionais (decorrentes do contato constante com situações que proporcionam sentimentos e emoções tanto prazerosas como tristezas, a exemplo da morte), conforme destacado por Damasceno e Matinês(2011).

Em meio a esses sentimentos os autores destacam que diversos profissionais desenvolvem como mecanismo de defesa o distanciamento dos familiares do paciente, evitam o envolvimento pessoal, de modo que adotam condutas “de frieza e distanciamento”, deixando transparecer certa antipatia tratando as pessoas como objeto de trabalho, prevalecendo o diálogo técnico, fazendo com que assistência tome contornos de práticas coercitivas quando deve ser humanizada (DAMASCENO; MARTINÊS, 2011).A utilização da escuta como instrumento na comunicação terapêutica nos leva a natureza das relações humanas na tentativa de destacar a relevância sobre a forma que se estabelece a relação profissional-paciente fica visível que na relação com o cliente deve haver uma melhor comunicação, através de uma linguagem comum entre profissionais que se aceitem como pessoas cuidando de pessoas afim de promoverem uma assistência humanizada (SOUZA et, al.2003).

A utilização da escuta passa a valorizar a pessoa como sujeito que busca e é capaz de se desenvolver  é uma habilidade interpessoal que deve ser aprendida por todos os profissionais de saúde. Reconhece-se que a comunicação é o caminho mais apropriado que a pessoa possuir para se reajustar, isso só é possível através da escuta (SOUZA et, al.2003). Benjamin (1983) (p.68) descreve “ouvimos com nossos ouvidos, mas escutamos também com nossos olhos, coração, mente e vísceras”. Escutar, portanto é um processo ativo e voluntario, o propósito da escuta na comunicação terapêutica é buscar a compreensão do outro para ajudá-lo conscientemente (SOUZA et, al.2003).

Sendo assim, o enfermeiro deve desenvolver a comunicação adequada e efetiva, utilizando-se de procedimentos técnico, escuta e atenção adequada havendo dialogo constante entre ambos cultivando a confiança o respeito e a empatia, para que contribua o processo de recuperação do paciente. (PETERSON, CARVALHO 2011).

Conclusão

Neste estudo, podemos perceber que, a Comunicação Terapêutica deve ser usada pelo profissional de saúde sendo uma habilidade eficiente que será de suma importância para a melhora do paciente e a valorização profissional, enfatizando a relação enfermeiro- paciente no atendimento, visto que um bom atendimento, ele só é efetivo quando existe uma boa comunicação.

É evidente que nos dias atuais profissionais de enfermagem atendem mal, muitas vezes estes despreparados não sabem ouvir, ver e sentir o que o paciente tenta transmitir, ocorrendo falhas no atendimento. Diante de tudo que foi discorrido neste artigo, entendemos que a Comunicação Terapêutica, é uma ferramenta essencial para um bom atendimento onde a mesma deve ser realizada de forma segura e participativa.

Acredito na contribuição do presente estudo acerca de que outros enfermeiros apropriem-se do tema para que suas práticassejamvividas dentro deuma visão mais humanizada.

Referências

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Universidade de São Paulo-USP. Biblioteca virtual de Direitos Humanos. Constituição da Organização mundial de saúde(OMS) 1946. Dísponivel em: < htpp://www.direitoshumanos,usp.br/> acess

Autores

Edson Meneses da Silva Filho- fisioterapeuta, mestrando no Programa de pós-graduação em Ciências da Reabilitação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

José Nivaldo Sousa de Lemos, enfermeiro.

Jéssica Andrade de Albuquerque, psicóloga, doutoranda no Programa de Pós-graduação em Psicologia Social da Universidade Federal da Paraíba.

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