O estudo da família, de suas configurações e características vem sendo tema de diversos estudos na área de psicologia do desenvolvimento. 

Resumo

O estudo da família, de suas configurações e características vem sendo tema de diversos estudos na área de psicologia do desenvolvimento. Este estudo pretende compreender o conceito de família para universitários, analisando a concepção sobre o que é família e seus papéis. Trata-se de uma pesquisa com abordagem qualitativa, exploratória e descritiva. Participaram do presente estudo nove estudantes universitários. A coleta de dados se deu por meio de questionário estruturado, com dados sócio demográficos, entrevista semiestruturada e da técnica de associação livre de palavras. Os dados foram tratados através da análise temática do conteúdo. A faixa etária dos participantes variou dos 18 a 35 anos. Seis deles eram solteiros, sem filhos e trabalhavam. De modo geral, os entrevistados remeteram a ideia de que família é formada por laços afetivos, de acordo com a concepção de affectio familiae. Quando questionados sobre a existência de alguma condição para alguém pertencer a uma família, os mesmos relataram que os sentimentos compartilhados eram primordiais. No entanto, quando questionados sobre se é necessário que existam sentimentos entre os membros de uma família, os participantes não foram coesos, pois, ainda que alguns estudantes acreditem que o afeto "une" a família, a perspectiva da status familiae ainda permeia o ideário coletivo da população. Apesar de o afeto ser referência para os estudantes aqui entrevistados sobre o que constitui uma família, percebe-se que a perspectiva do status familiae ainda permeia o ideário coletivo da população. Diante disto, sugerem-se novas pesquisas que possam ampliar a reflexão sobre o tema e que investiguem representações do conceito de família entre grandes grupos de sujeitos.

Palavras-chave: família; estudantes; associação livre; pesquisa de opinião.

Introdução

O estudo da família, de suas configurações e características vem sendo tema de diversos estudos na área de psicologia do desenvolvimento, por esta instituição tratar-se do bojo da ocorrência de muitos fenômenos importantes para o desenvolvimento dos sujeitos que compõe o sistema em questão (DESSEN, 2010). Na contemporaneidade, a família tem se apresentado de modo bastante diversificado, quer seja em sua composição, quer seja quanto a função ocupada pelos membros deste grupo (AMAZONAS et al., 2008). O tradicional arranjo familiar composto por pai, mãe e filhos se fragmentou em várias novas configurações de família (DESSEN, 2010).
A inserção da mulher no mercado de trabalho, a baixa taxa de fecundidade, o declínio da instituição do casamento e a liberdade sexual,são fatores que contribuem para isso. De acordo com Cadete, Ferreira e Silva (2012), as transformações socioculturais e econômicas favorecem a formação de novas configurações familiares, as quais distanciam-se do modelo idealizado e tradicional de família nuclear, apesar desta ainda ser prevalente na sociedade contemporânea.
A história do conceito de família demonstra-nos que esta é compreendida através de diversos atravessamentos sociológicos, culturais, antropológicos e arqueológicos que a compuseram ao longo da história da humanidade. Classicamente, concebe-se família a partir de sua estrutura, que diz respeito aos laços sanguíneos de seus componentes, concomitantemente com a ideia da coabitação, moradores de um mesmo lar, os quais juntos elaboram a ideia de laços familiares. No entanto, a complexidade da família une diversos aspectos em um emaranhado dinâmico de relações, envolvendo até as questões transcendentais, considerando que a família também pode ser compreendida enquanto uma dádiva divina.
Novos arranjos familiares surgem, os quais têm implicações para várias áreas de saber, desde o direito, à psicologia, à saúde e assistência social. Atualmente, a discussão sobre o lugar e a importância da família frenteo processo de desenvolvimento dos seres humanos que às compõe é tema de pauta das diversas pesquisas nas ciências que se debruçam sobre o estudo do humano e de suas relações com outros e com o mundo (DESSEN; SILVA NETO, 2000).
Estudos realizados no âmbito jurídico preconizam que o conceito de família pode ser explicado através dos termos status familiae e affectio familiae. O primeiro acompanhou o Código Civil Brasileiro de 1916, no qualse infere que a família seria a união entre um homem e uma mulher, através do casamento, gerando descendentes. O segundo, discutido atualmente, é a estrutura familiar em que os membros se reconhecem através do afeto, sem o limite do matrimônio, o qualperfilha a união de casais homoafetivos e a possibilidade de adoção. Sendo assim, a família é reconhecida na estruturação do afeto entre seus membros (BUCHER-MALUSCHKE, 2007).
Embora se aponte para essa transformação de paradigma, também aborda-se que as representações sociais e culturais ainda delimitam os papéis e funções do homem e da mulher aos modelos de família tradicional.Baltor et al. (2014)afirmam que “independentemente da forma de conceituar família, sabe-se que o contexto, em que se insere, influencia diretamente a relação entre os membros e destes com o mundo” (p. 298).
O trabalho aqui apresentado pretende compreender, a partir da perspectiva de estudantes universitários, o conceito de família, de modo a analisar a concepção que esse grupo tem sobre o que é família e seus papéis. A escolha por esta temática se dá pela mudança ao longo dos últimos anos no perfil das famílias, que, em consonância com a modernidade e com as transformações socioculturais e econômicas, vêm alterando seus papéis e sua configuração.

Método

O presente trabalho trata-se de uma pesquisa survey, em andamento, com abordagem qualitativa, exploratória e descritiva. Participaram do presente estudo nove voluntários estudantes universitários de uma instituição de ensino superior privada do município de Natal, estado do Rio Grande do Norte, Brasil. A coleta de dados se deu por meio do uso de questionário estruturado online, com dados sociodemográficos, entrevista semiestruturada e da técnica de associação livre de palavras (TALP).
Enquanto protocolo de pesquisa, primeiramente, após explicação dos objetivos, métodos e fins do estudo, todos os participantes eram solicitados a consentir quanto a sua participação por meio de assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) A pesquisa apresentada seguiu os preceitos éticos previstos na resolução nº 510/2016 de 07 de abril de 2016 do Conselho Nacional de Saúde. Em seguida,aplicou-se o questionário estruturado objetivando obter os dados quanto ao sexo, escolaridade, idade, formação, dentre outros e, posteriormente, fora realizada a entrevista semiestruturada, possibilitando aos entrevistados discorrer sobre os conceitos de família.
Para finalizar a coleta dos dados, foi utilizada a técnica de associação livre de palavras, uma estratégia projetiva que originalmente fora utilizada como método terapêutico e que tem sido difundido também como valioso instrumento de coleta de informações. Tal técnica tem sido amplamente utilizada em função de sua rápida e prática aplicabilidade.Essa estratégia tem colaborado na revelação de opiniões, concepções e posicionamentos do respondente, além de expor a representação social e cultural dos sujeitos relacionado a determinados objetivos, situações e/ou fenômenos (NEVES et al, 2014). A escolha em questão inspirou-se em estudos anteriores na eleição da presente estratégia (BERTOLLO-NARDI et al., 2014).
Aos participantes fora solicitado que remetessem de três até cinco palavras que viessem a sua consciência após a referência a palavra-estímulo, que no contexto desta pesquisa fora a palavra “Família”.A análise dos dados coletados foi realizada de forma a reunir, sistematizar e organizar o material coletado nos questionários e nas entrevistas. Os dados foram tratados e analisados por meio da análise temática do conteúdo e utilizados para ilustrar as concepções entre os respondentes, os quais foram exemplificados por meio de trechos das entrevistas.

Resultados e Discussão

Participaram do presente estudo nove voluntários estudantes universitários de uma instituição de ensino superior privada localizada em um município do nordeste brasileiro. As informações sobre estes voluntários podem ser visualizadas na tabela 1. Dentre os nove, dois discentes cursavam a graduação em Psicologia, dois eram discentes do curso de Direito e dois cursavam Enfermagem. Os demais eram discentes dos cursos de Engenharia Civil, Pedagogia e, por fim, um discente do curso de Serviço Social.
Tabela 1. Dados sociodemográficos dos participantes. Natal-RN, Brasil, 2017.

Dado Cat FA
Sexo

Masculino

Feminino

3

6

Faixa etária

De 18 a 25 anos

De 26 a 35 anos

De 36 anos em diante

4

4

1

Estado Civil

Solteiro

Casado

Outro (Divorciado, viúvo, etc.)

6

2

1

Filhos

Sim

Não

3 (de 1 a 2 filhos)

6

Local de residência

Capital

Interior

5

4

Quantidade de pessoas que residem no domicílio

(excluindo o respondente)

De uma a duas pessoas

Três pessoas

De quatro pessoas em diante

2

5

2

Trabalha atualmente?

Sim

Não

6

3

Renda familiar

De um a três salários mínimos

De quatro salários mínimos em diante

5

4

Legenda: Dado = informação sócio demográfica; CAT = categorias de resposta; FA = frequência absoluta de respostas.
Fonte: elaborado pelos autores.

 

A seguir serão apresentados os resultados das entrevistas realizadas, as quais buscaram compreender, a partir da perspectiva de estudantes universitários, o conceito de família, bem como a concepção que este grupo tem sobre o que é família e seus papéis. As entrevistas foram orientadas por perguntas norteadoras e os dados serão discutidos a luz da literatura científica que trata do tema.
De modo geral, quando questionados sobre o que é família, os entrevistados remeteram a ideia de que família é formada por laços afetivos, de acordo com a concepção de affectiofamiliae, sendo essa família compreendida como uma rede de apoio, conforme demonstram as transcrições abaixo:
É um núcleo de pessoas no qual o centro está voltado pelo afeto, que se tem um pelo o outro (E1, Masculino, Direito, Solteiro, 18 a 25 anos).
É quando um grupo de pessoas que vivem juntos, demonstram amor um pelo outro, independente de outros fatores (E2, Masculino, Enfermagem, Solteiro, 18 a 25 anos).
São pessoas unidas por laços afetivos, podendo ou não serem do mesmo sangue (E7, Feminino, Psicologia, Casada, 36 a 45 anos).

 

No entanto, quando questionados sobre se é necessário que existam sentimentos entre os membros de uma família, os participantes não foram coesos, pois alguns entrevistados sinalizaram que não; apenas a questão do laço sanguíneo seria suficiente para que o indivíduo fosse pertencente à família. Sendo assim, não seria necessário, em alguns casos, a existência de sentimentos, o que sugere que ainda que alguns estudantes acreditem que o afeto "une" a família; a perspectiva da status familiae ainda permeia o ideário coletivo da população.
Quando questionadas sobre a composição familiar, os participantes compreendem que família é algo que vai além da perspectiva tradicional, formada por casal e filhos. As percepções apresentadas deflagram uma visão de uma família ampliada ou estendida, concepção que contemporaneamente vem sendo delimitada pelas teorias sistêmicas sobre o tema. Abaixo seguem alguns trechos das entrevistas que ressaltam tal percepção:
Essa resposta vai depender do tipo de família. E, creio que não devemos ter um padrão. Com isso uma família poderá se composta por duas mães, dois pais, filhos, avôs, avós, madrasta, padrasto. São infinitas possibilidades (E2, Masculino, Enfermagem, Solteiro, 18 a 25 anos).
Os componentes familiares vão além de um pai, mãe, irmãos, avós, tios, primos, sejam eles biológicos ou de consideração (verdadeiros amigos) ou marido e mulher. Família para mim é composta por pessoas que sabem educar e amar independente do gênero, raça, escolaridade. Família é composta por pessoas que acima de tudo querem apenas compartilhar, em seu lar com o próximo, o afeto, respeito, amor um pelo outro (E4, Feminino, Enfermagem, Estado Civil, 18 a 25 anos).

Quando inquiridos sobre os sentimentos e afetos imprescindíveis entre os membros de uma família, investigação que se deu por meio da técnica de associação livre de palavras, verificou-se diferentes emergências de significados, prevalecendo temas como amor, cumplicidade e respeito, conforme explicita a tabela 2. Palavras como Saudade, Companheirismo e Dedicação surgiram, também, como evocações, o que parece ser explicitado pela experiência de muitos destes estudantes em residir distantes de suas famílias, e/ou ensejados pela questão do matrimônio e da maternidade/paternidade exercida por alguns destes.
Tabela 2. Principais palavras evocadas pelos estudantes. Natal-RN, Brasil, 2017.

Sequência

Palavras

N

%

Evocação Única

Amor

08

22,8

Cumplicidade

03

17,2

Respeito

Saudade

02

22,8

Carinho

Companheirismo

Dedicação

Hapax

13

37,1

Total:

20

35

100,0

Legenda: N: frequência absoluta; %: percentual; Hapax: palavras referidas apenas uma vez.
Fonte: elaborados pelos autores.

Dessen (2010) ressalta que configurações familiares não tradicionais, ou seja, que afastam-se da concepção de que família é composta por pai, mãe e filhos, crescem cada vez mais a cada dia. É possível, na contemporaneidade, visualizar situações familiares que envolvem casos de pessoas solteiras que residem sozinhas, cônjuges não casados legalmente que dividem a mesma residência, ocorrência de casamentos experimentais ou convivência provisóriaanterior a tomada de decisão acerca da oficializaçãodo casamento, casais homossexuais, famílias recasadas, cônjuges que moram em residênciasdistintas e pessoas que vivem com parentes distantes por motivo de estudo ou trabalho.
Em suma, todas essas construções familiares parecer ser formuladas, especialmente, baseadas nos afetos subjetivos nutridos pelos sujeitos envolvidos nessas novas configuraçõesfamiliares, ressaltando o lugar da affectiofamiliae na atual concepção do que sustenta os vínculos familiares. Vale ressaltar que, independente de que configuração a família apresente, esta pode ser promotora de sentimentos de segurança, amparo e proteção aos indivíduos que a compõe (MILFONT; GOUVEIA; COSTA, 2006).
Ademais, o afeto existente entre seus membros pode ser compreendido como a "liga" que garante que este sistema seja promotor de fatores protetivos ao desenvolvimento dos sujeitos. Por outro lado, o sistema familiar também pode ser causador de situações de risco, em especial, decorrente dos contextos de violência, abusos e maus tratos que ocorrem no contexto intrafamiliar e doméstico (DAY et al., 2003). Tal realidade reforça ainda mais o quanto o afeto parece ser imprescindível para a avaliação desta instituição social e para sua configuração, para além de um mero marco legal/legislativo.

Conclusão

O presente estudo investigou a compreensão de estudantes universitários sobre o conceito de família, de modo a analisar a concepção que esse grupo tem sobre o que é família e seus papéis. Apesar de o afeto ser referência para os estudantes aqui entrevistados sobre o que constitui uma família, percebe-se que a perspectiva do status familiae ainda permeia o ideário coletivo da população.
Diante disto, sugerem-se novas pesquisas que possam ampliar a reflexão sobre o tema e investiguem representações do conceito de família entre grandes grupos de sujeitos. O presente estudoapresenta algumas limitações, dentre as quais a pequena amostra de participantes, a qual não se mostra representativa da opinião do grupo de universitários, bem como o recorte para uma instituição privada do município em questão.

Referências 

AMAZONAS, Maria Cristina Lopes de Almeida et al. Representação de família e material didático. Interamerican Journal of Psychology, Porto Alegre, v. 42, n. 2, p.236-246, ago. 2008. Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-96902008000200006&lng=pt&tlng=pt>. Acesso em: 11 abr. 2017.
BALTOR, Marja et al. O texto em seu contexto: o que é família para você?.Cuidado é Fundamental Online, Rio de Janeiro, v. 6, n. 1, p.293-304, jan. 2014. Doi: http://dx.doi.org/10.9789/2175-5361.2014v6n1p293. Acesso em: 10 abr. 2017.
BERTOLLO-NARDI, Milena et al. Represetações sociais de psicólogo para jovens estudantes. Revista CES Psicología,Medellín, v. 7, n. 2, p.78-95, jul./dez. 2014. Disponível em: <http://revistas.ces.edu.co/index.php/psicologia/article/view/2761>. Acesso em: 11 abr. 2017.
BUCHER-MALUSCHKE, Júlia Sursis Nobre Ferro. Revisitando questões sobre lei, transgressão e família em suas interações com a psicologia, a psicanálise, o direito e a interdisciplinaridade possível. Psicologia: Teoria e Pesquisa,Brasília, v. 23, n. spe, p.89-96, dez. 2007. Doi: http://dx.doi.org/10.1590/s0102-37722007000500017. Acesso em: 10 abr. 2017.
CADETE, Vandernúbia Gomes; FERREIRA, Sandra Patrícia Ataíde; SILVA, Dayse Bivar da. Os sentidos e os significados produzidos pela escola em relação à família homoparental: Um estudo de caso. Interação em Psicologia,Curitiba, v. 16, n. 1, p.101-112, 30 jun. 2012. Doi: http://dx.doi.org/10.5380/psi.v16i1.13947. Acesso em: 10 abr. 2017.
DESSEN, Maria Auxiliadora; SILVA NETO, Norberto Abreu e. Questões de família e desenvolvimento e a prática de pesquisa. Psicologia: Teoria e Pesquisa,Brasília, v. 16, n. 3, p.191-193, dez. 2000. Doi: http://dx.doi.org/10.1590/s0102-37722000000300001. Acesso em: 10 abr. 2017.
DESSEN, Maria Auxiliadora. Estudando a família em desenvolvimento: desafios conceituais e teóricos. Psicologia: Ciência & Profissão, Brasília, v. 30,n. spe,p. 202-219, Dez., 2010 Doi: http://dx.doi.org/10.1590/S1414-98932010000500010. Acesso em: 10 abr. 2017.
DAY, Vivian Peres et al. Violência doméstica e suas diferentes manifestações. Revista de Psiquiatria do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, v. 25, supl. 1, p. 9-21, Abr. 2003. Doi: http://dx.doi.org/10.1590/S0101-81082003000400003. Acesso em: 10 abr. 2017.
MILFONT, Taciano Lemos; GOUVEIA, Valdiney V.; COSTA, Joselí Bastos da. Determinantes psicológicos da intenção de constituir família. Psicologia: Reflexão e Crítica, Porto Alegre, v. 19,n. 1,p. 25-33, jan./abr. 2006. Doi: http://dx.doi.org/10.1590/S0102-79722006000100005. Acesso em: 10 abr. 2017.
NEVES, Dulce Amélia B. et al. Protocolo Verbal e Teste de Associação Livre de Palavras: perspectivas de instrumentos de pesquisa introspectiva e projetiva na ciência da informação. Ponto de Acesso,Salvador, v. 8, n. 3, p.64-79, set. 2014. Disponível em: <https://portalseer.ufba.br/index.php/revistaici/article/view/12917>. Acesso em: 11 abr. 2017.

 

Currículo(s) do(s) autor(es)

Rodrigo da Silva Maia - Psicólogo. Doutorando em Psicologia pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGPSI/UFRN). Pesquisador voluntário do Grupo de Pesquisa (CNPQ): Grupo de Estudos Psicologia e Saúde (GEPS). Docente do curso de Psicologia do Centro Universitário Facex (UNIFACEX). Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Ana Luiza de Medeiros Barros - Graduanda em Psicologia pelo Centro Universitário Facex (UNIFACEX). Graduanda em Pedagogia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Bolsista do Programa de Iniciação Científica (PROIC/UNIFACEX). E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Eulália Maria Chaves Maia - Psicóloga. Doutora em Psicologia Clínica (USP). Professora Titular e bolsista de produtividade (CNPq) na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Líder do Grupo de Pesquisa (CNPQ): Grupo de Estudos Psicologia e Saúde.

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