A Nomeação Automática Rápida (NAR) é uma habilidade necessária à aquisição da leitura e escrita. No texto apresentamos ferramentas para desenvolvê-la em crianças e o que os estudos mais recentes têm a dizer sobre este elemento da aprendizagem.

Resumo

O presente artigo tem a intenção de apresentar uma das habilidades metalinguísticas envolvidas no processo da aprendizagem denominada Nomeação Automática Rápida (NAR). Esta capacidade permite ao ser humano nomear e identificar, num curto espaço de tempo, o maior número possível de palavras, números e objetos. Ao longo do texto são apresentados estudos sobre as influências deste elemento na aprendizagem, algumas ferramentas e práticas lúdicas passíveis de desenvolver esta habilidade no contexto escolar, além de uma atividade aplicada num grupo de alunos do ensino fundamental para avaliar tal capacidade. O objetivo do mesmo foi explorar o conceito da NAR e sua vinculação com o processo escolar. O delineamento do estudo se enquadra nos critérios de uma pesquisa bibliográfica descritiva e de estudo de caso. Conclui-se que a NAR tem influência na aquisição da leitura e escrita, embora as consciências fonológica e fonêmica tenham um impacto mais significativo neste processo. Por fim se destaca a necessidade dos educadores trabalharem atividades diversificadas em várias fases do aprendizado para auxiliar os alunos no domínio desta competência.

Palavras-chave: Nomeação Automática Rápida; Aprendizagem de leitura e escrita; Psicopedagogia; Aquisição;

Introdução

Atualmente, nossa sociedade vive inserida num contexto de diversidades de formas e meios de comunicação, onde é necessário ser competente na leitura e ter entendimento das diferentes linguagens.

O que se tem visto, na realidade, de forma geral, é somente o uso da leitura e escrita como representações convencionais nas atividades escolares, compreendendo a inevitável incorporação das outras formas de comunicação nas instituições escolares.

Assim sendo, vale ressaltar a importância dos jogos como instrumentos de aprendizagem, um recurso de extrema relevância para os educadores, psicopedagogos e profissionais no auxílio das dificuldades de aprendizagem.

Segundo Chamat (2004, p.100):

 “Para jogar é necessário ter um espaço transicional, um espaço de confiança, de criatividade, o mesmo espaço que se precisa aprender. Quando se joga, a atividade é predominante assimilativa, pois o sujeito deve interagir com o novo objeto, de modo de modificar seus esquemas existentes e “fazê-lo seu”. Com a aprendizagem, ocorre o mesmo, nos sujeitos que não conseguem jogar, este possivelmente são muito mais acomodativos que assimilativos, mostrando ai a dificuldade de aprendizagem”.

É essencial considerar que o jogo como instrumento de aprendizagem é notável e está diretamente ligado ao desenvolvimento do ser humano em uma perspectiva social, criativa, afetiva, histórica e cultural.

O jogo é uma oportunidade de desenvolvimento. Jogando a criança experimenta, inventa, descobre, aprende e confere habilidades. Nesta fase sua inteligência e suas sensibilidades estão sendo desenvolvida. Por meio dos jogos a criança garante que suas potencialidades e sua afetividade se harmonizem.

Para Fernández (1991), “O saber se constrói fazendo próprio o conhecimento do outro, e a operação de fazer próprio o conhecimento do outro só se pode fazer jogando. Aí encontramos uma das interseções entre o aprender e o jogar”.

Dessa maneira, pode-se dizer que o jogo é importante, não somente para incentivar a imaginação nas crianças, mas também para auxiliar no desenvolvimento de habilidades social e cognitivo.

Feita as devidas considerações é preciso dizer que este estudo foi elaborado a partir de uma atividade acadêmica de um curso de especialização em Psicopedagogia de uma instituição superior particular localizada no Estado de São Paulo.

O objetivo do texto visa explorar o conceito da Nomeação Automática Rápida e sua vinculação com o processo da leitura e escrita, apresentando atividades e propostas lúdicas passíveis de aplicação com a finalidade de incentivar o despertar e aprimoramento de tal capacidade humana.

A metodologia adotada por este trabalho se enquadra nos critérios de uma pesquisa bibliográfica descritiva e de um estudo de caso, uma vez que se realizou uma revisão teórica a respeito do conceito retratado no artigo e fez-se a aplicação e análise de uma atividade prática realizada por uma turma do ensino fundamental de uma escola pública.

Nomeação Automática Rápida: conceito e descrição

A Nomeação Automática Rápida, nada mais é, que a capacidade que um indivíduo possui de nomear o maior número de letras, números, cores e objetos, num curto espaço de tempo.

Segundo Soares (2013), ela foi difundida por Denckla e Rudel (1974) num estudo, com testes pautados em pesquisas, que davam ênfase para as dificuldades de nomear tarefas automatizadas por pessoas com dislexia.

O estudo tinha como intenção diferenciar bons e maus leitores, já que sujeitos com dislexia apresentavam baixo rendimento em provas executadas. Desde então, inúmeros foram os pesquisadores que buscaram compreender mais a Nomeação Automática Rápida (NAR) e mais ainda, a relação entre ela e a leitura.

É preciso compreender que ainda hoje, a NAR divide opiniões quanto a que tipo de processamento está ligada. Para Wagner e Togesen (1987), é uma habilidade que faz parte do processamento fonológico, pois consideram que é a velocidade com a qual a informação fonológica pode ser acessada.

Já para Wolf e Bowers (1999) é parte da velocidade do processamento de informação, ou seja, vinculada ao aspecto cognitivo. Para as autoras, a NAR independe do processamento fonológico. Elas afirmam que está mais vinculada à hipótese do duplo déficit da dislexia de desenvolvimento que de acordo com Soares (2013) indica que as dificuldades de leitura podem ser causadas por algum tipo de alteração na consciência fonológica, a habilidade de separar sílabas e fonemas de uma mesma palavra, ou na nomeação automática, e em casos mais extremos em ambas.

No entanto, algo que os autores concordam, é que a Nomeação Automática Rápida tem ligação com a leitura, principalmente nas áreas de decodificação, fluência e compreensão.

Cardoso-Martins e Pennington (2001) buscaram investigar as contribuições da NAR e a consciência fonêmica, com a leitura e escrita. E seu desenvolvimento variando de acordo com as habilidades de cada indivíduo e sua faixa etária.

De acordo com o resultado, a Nomeação Automática Rápida contribui pouco nas habilidades de leitura e escrita, pois estas demonstraram mais relevância vinculada à consciência fonêmica, isto é, a capacidade de reconhecer fonemas diferentes.

[...] a nomeação seriada rápida contribuiu relativamente pouco à variação das habilidades de leitura e escrita. Isso ocorreu, independentemente de a medida de leitura (ou escrita) depender mais ou menos fortemente de habilidades de codificação fonológica (por exemplo, a leitura de pseudopalavras e a produção de escrita) ou ortográfica (por exemplo, o teste de reconhecimento da ortografia das palavras). Todas essas medidas mostraram uma conexão mais forte com a consciência fonêmica do que com a habilidade de nomeação seriada rápida. Esses resultados estão totalmente de acordo com a hipótese de que a habilidade de codificação fonológica é a base da habilidade de aprender a ortografia correta das palavras, até mesmo de palavras contendo correspondências letra-som irregulares. (CARDOSO-MARTINS, PENNINGTON, 2001, p. 395)

Porém, puderam constatar em seu estudo que tanto a NAR quanto a consciência fonêmica, variam de acordo com a idade de cada indivíduo, pois a diferença nas variáveis entre os participantes mais novos e mais velhos era, quase sempre, de natureza quantitativa e não qualitativa.

Mesmo com a divergência de ideias quanto ao principal impacto da Nomeação Automática Rápida, é possível compreender que ela é fundamental para o desenvolvimento fonológico e que os estudos feitos sobre ela, contribuíram para ajudar no desenvolvimento de crianças e adultos, que sofrem com dificuldades e distúrbios ligados à leitura e escrita.

A Ludicidade e a Nomeação Automática Rápida

Ao longo do tempo, pesquisadores tem conseguido entender que práticas lúdicas vinculadas ao processo do aprender tem obtido sucesso notável no desenvolvimento das habilidades fonológicas e cognitivas em alunos do ensino fundamental, dentre elas está inclusa a NAR.

Em estudo realizado por Silva e Capellini (2011) foi verificado que por meio de um programa interventivo, com duração de 18 sessões de 50 minutos, que se baseava em livros infantis, previamente selecionados, e atividades lúdicas cujo foco trabalhava questões fundamentais ao ensino, tais como: identificação de som e letras do alfabeto, manipulação de sílabas, rimas, discriminação e transformação de fonemas etc., foi possível acelerar o desenvolvimento da NAR em alunos do 2ª a 4ª série do ensino fundamental que não apresentavam dificuldades de aprendizagem. Já nos discentes que demonstravam alguma forma de dificuldade foi constatado que estes conseguiram superar tais obstáculos ao longo do processo de intervenção.

Este resultado demostra como a consciência fonológica acaba tendo influência no processo de leitura e escrita, por consequência podendo afetar na Nomeação Automática Rápida.

Outra pesquisa realizada por Naves, Mendes e Pagan-Neves (2016) retrata a questão dos softwares educacionais no processo de aquisição da leitura e de desenvolvimento da consciência fonológica e o que a literatura da área tem a dizer a respeito de tais ferramentas.

A partir de diferentes artigos foi identificado que dentre os softwares avaliados, o programa virtual “Pedro no Parque de Diversões” é o que apresenta maior destaque, uma vez que ele trabalha diversas habilidades da consciência fonológica, e também a nomeação automática rápida, trazendo um repertório de atividades e jogos com fácil interatividade por parte da criança, apresentando cenários lúdicos e propostas desafiadoras. As autoras concluem que tal programa virtual é muito prático para o contexto escolar e à prática clínica de profissionais da fonoaudiologia e da psicopedagogia. 

Por meio destes estudos é possível afirmar que a nomeação automática rápida pode ser mais trabalhada e desenvolvida a partir de intervenções e jogos lúdicos que estimulem o potencial de aprendizagem da criança, o que facilita o desempenho de tal habilidade fonológica.

Atividade prática de Nomeação Automática Rápida

Para escrever a criança precisa sempre ter uma memória operacional ativada, pois somente dessa forma ela buscará na memória as letras, os sons e os fonemas necessários para a formação correta das diversas palavras do vasto campo lexical.

No início da alfabetização os erros na ortografia são absolutamente normais, no entanto, com o passar dos anos, a criança precisa ser cada vez mais estimulada por educadores, objetivando a adequação da leitura e, principalmente, da tão importante escrita correta das palavras.

Foi exatamente pensando nessa oportunidade que a criança precisa para aprender o que ainda não foi aprendido que foi adaptada uma atividade para aplicar em crianças recém-chegadas do quinto ano do Ensino Fundamental em uma escola municipal de Lorena/SP. Eles começaram, há uma semana, o sexto ano e todos estão na faixa etária de onze anos.

A atividade tem como título “COMO SE ESCREVE?” e o objetivo é auxiliar no processo da aprendizagem da ortografia correta das palavras levando o aluno a pensar sobre a maneira que falamos e a maneira que escrevemos.

A proposta foi realizada em um ambiente calmo, na própria sala de aula, nos minutos iniciais da aula. Foi explicado aos alunos que fariam uma atividade simples e rápida de ortografia assinalando somente a palavra correta. Foi dito que não precisariam se identificar.

Obs: as atividades apenas foram marcadas com o M para os meninos e F para as meninas.

No total foram aplicadas vinte e duas atividades (total de 22 alunos) assim discriminados:  10 meninos e 12 meninas. O tempo de realização efetiva da atividade foi de três minutos. Após o transcorrer do tempo combinado somente sete alunos não conseguiram finalizar a atividades, sendo eles 03 meninos e 4 meninas.

Ao avaliar as atividades finalizadas foi percebido que do total de trinta palavras aqueles que finalizaram conseguiram uma porcentagem maior de acertos que de erros. Foi notado também que alguns apresentaram dificuldades com o campo semântico de algumas palavras e chegaram a questionar o significado da palavra “sutileza” e da palavra “feixe”.

Outra ferramenta disponível, que não foi contemplada nas atividades realizadas, é o teste de nomeação automática rápida (Rapid Automatized Naming - RAN) que consiste em dois conjuntos diferentes (25 letras e 25 números em cada ficha) em que ambas as criança deverão nomear os estímulos o mais rápido que conseguir e todos os dados de registro são calculados para identificar o nível de desenvolvimento desta competência.

Diante disso ficou bem claro que os mecanismos do aprendizado da leitura e da escrita possuem elementos muito comuns. Também ficou nítido que o aprendizado ortográfico requer um processamento das informações fonológicas. A familiaridade da criança com a palavra é fator importante no aprendizado da escrita. As crianças que já cursaram o quinto ano do Ensino Fundamental já possuem uma consciência fonológica e já deveriam dominar a maioria das regras ortográficas da Língua Portuguesa, entretanto, foi percebido que algumas ainda apresentam dificuldades nesse quesito.

Considerações finais

A partir de todas as informações levantadas acerca da nomeação automática rápida é possível afirmar que esta habilidade é importante para o processo de aquisição da leitura e escrita, especialmente em conjunto com a consciência fonológica, uma vez que ela possibilita o resgate de palavras na execução e entendimento de palavras e frases escritas e orais.

É necessário que os educadores trabalhem atividades diversificadas de nomeação automática rápida (ditados, adivinhações, escrita correta...) em várias fases do aprendizado para ajudar cada vez mais os alunos no domínio da leitura competente e na adequação da escrita ortograficamente correta.

Referências

CARDOSO-MARTINS,C ; PENNINGTON, B.F. Qual é a contribuição da Nomeação Seriada Rápida para a habilidade de leitura e escrita?: evidência de crianças e adolescentes com e sem dificuldades de leitura. Psicologia: Reflexão e Crítica, 2001, v.14, n.2, pp. 387-397, 2001. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/prc/v14n2/7864.pdf>. Acesso em: 12 fev. 2017.

CHAMAT, L. S. J. Técnicas de Diagnóstico Psicopedagógico: o diagnóstico clínico na abordagem interacionista. São Paulo : Vetor, 2004.

DENCKLA, M.B.; RUDEL, R.G. Rapid automatized naming of pictures objects, colors, letters and numbers by normal children. Cortex, n. 10, 186-202, 1974.

FERNÁNDEZ, A. A inteligência aprisionada. Porto Alegre : Artmed, 1991.

NAVES, T. P.; MENDES, E.; PAGAN-NEVES, L. Softwares de aprendizagem da leitura envolvendo a consciência fonológica: um olhar da fonoaudiologia. Revista Linhas. Florianópolis, v. 17, n. 34, p. 299-322, maio/ago. 2016. Disponível em:  <http://www.periodicos.udesc.br/index.php/linhas/article/view/1984723817342016299>.  Acesso em: 16 fev. 2017.

SILVA, C.; CAPELLINI, S. A. Eficácia de um programa de remediação fonológica e leitura em escolares com distúrbio de aprendizagem. In: 10º Encontro de pesquisa em educação da região sudeste. Rio de Janeiro: UFRJ, 2011. Disponível em: <http://www.fe.ufrj.br/anpedinha2011/trabalhos/UNESP>.  Acesso em: 16 fev. 2017.

SOARES, A.J.C. Consciência fonêmica, nomeação automática rápida e velocidade de leitura em escolares do ensino fundamental. Dissertação (Mestrado em Comunicação Humana). Universidade de São Paulo. São Paulo: USP, 2013. Disponível: <http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5162/tde-18102013-162950/>. Acesso em: 12 de fevereiro de 2017

WAGNER, R.K.; TORGESEN, J.K. the nature of phonological processing and its causal role in the acquisition of reading skills. Psychological Bulletin, v.101,192-212, 1987.

WOLF, M.; BOWERS, P. The double-deficit hypothesis forthe developmental dyslexias. Journal of Educational Psychology, v. 91, 415-438, 1999.

 

Autores 

Thiago Ribeiro Borges - Centro UNISAL - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. Mestrando em Projetos Educacionais de Ciências pela Universidade de São Paulo. Pós-graduado em Psicopedagogia e Psicomotricidade pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo (UNISAL) – Campus Lorena. Pós-graduado em Formação de Docentes e Tutores em EAD pelo Centro Universitário Internacional (UNINTER), em Psicologia Analítica pelo Centro UNISAL e em Docência no Ensino Superior pelo Centro Universitário SENAC. Graduado e licenciado em Psicologia pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo (UNISAL – Campus Lorena). Trabalha como psicólogo clínico e educacional. É professor no Instituto de Tecnologia e Saúde (ITS – Lorena) e atua como orientador acadêmico (professor-tutor de EAD) no Centro Universitário Internacional (UNINTER - Lorena). 

Renata Gonçalves Cheffer – Centro UNISAL - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. Pós-graduada em Psicopedagogia e Psicomotricidade pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo (UNISAL) – Campus Lorena. Graduada em Pedagogia pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo (UNISAL – Campus Lorena). Atua como educadora na Creche Nossa Senhora de Lourdes em Guaratinguetá – SP.

João Gabriel Vasconcelos Cruz da Silva – Centro UNISAL - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. Pós-graduado em Psicopedagogia e Psicomotricidade pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo (UNISAL). Graduado em Psicologia pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo (UNISAL – Campus Lorena).

José Aldair Barbosa – Centro UNISAL - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. Pós-graduado em Psicopedagogia e Psicomotricidade pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo (UNISAL). Licenciado em Geografia pelo Centro UNISAL. Técnico em Administração pela Fundação Paula Souza. Atua como assistente de coordenação escolar.

Juliana de Fátima Faria Silva – Centro UNISAL - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. Pós-graduada em Psicopedagogia e Psicomotricidade pelo Centro UNISAL. Licenciada em Música pela Faculdade Santa Cecília (FASC) de Pindamonhangaba. Atua como professora de música na rede particular.

Simara Batista Barbosa – Centro UNISAL - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. Pós-graduada em Psicopedagogia e Psicomotricidade pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo (UNISAL). Especialista em Educomunicação pelo Núcleo de Comunicação e Educação NCE-USP – Comissão de Cultura e Extensão da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. Licenciada em Pedagogia pelo Centro UNISAL. Atua como professora na rede estadual e municipal. 

Ana Cristina da Silva Guimarães de Castro – Centro UNISAL - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. Especializanda em Educação na perspectiva do ensino estruturado para autistas – abordagem TEACCH – CEDAP – Pirassununga. Especialista em Psicopedagogia e Psicomotricidade: Diagnóstico e Intervenção pelo Centro Universitário Salesiano São Paulo. Graduada em Fonoaudiologia pelas Faculdades Integradas Teresa D`Ávila. Atuação clínica em consultório particular e atendimento domiciliar. Docente em cursos de pós-graduação e orientadora acadêmica em Trabalhos de Conclusão de Cursos (TCC) do Centro Universitário Salesiano de São Paulo (UNISAL).

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