Saúde sexual e reprodutiva da mulher

Saúde sexual e reprodutiva da mulher: revisão sistemática da literatura
O objetivo do estudo foi realizar uma revisão sistemática da literatura acerca da vulnerabilidade feminina à saúde sexual e reprodutiva. Para tanto, utilizou-se como estratégias de seleção as bases de dados MEDLINE e PsycINFO, tendo como descritores as palavras “saúde sexual e reprodutiva” e “mulher”. Foram considerados apenas os artigos publicados nos últimos 10 anos dentro da temática referente. Fo...

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Conhecimentos e práticas sobre prevenção em AIDS

Conhecimentos e práticas sobre prevenção em AIDS por homens que fazem sexo com homens em contexto de grandes obras: uma abordagem psicossocial

Objetivo: Analisar o desenvolvimento de ações de prevenção às DST/Aids em Unidades de Saúde da Família (USF) da cidade de João Pessoa-PB, articulando com o papel do apoio matricial. Procedimentos metodológicos: Esse estudo é um recorte de uma pesquisa maior, sendo utilizada a mesma amostra de 19 USF com um respectivo profissiona...

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Reflexões da logoterapia no filme “A VIDA É BELA”


O presente trabalho objetivou refletir, à luz da logoterapia de Viktor Frankl, o filme A Vida é Bela (1997). O filme foi produzido na Itália e dirigido por Roberto Benigni. O enredo nos apresenta Guido, o personagem principal, caracterizado como um espirituoso filho de judeus que, durante a Segunda Guerra Mundial, é mandado para um campo de concentração junto com seu filho Giosué, seu tio e sua esposa, esta que se voluntaria a ir para o campo de concentração para poder ...

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As práticas psicológicas na comunidade e as relações de poder



O artigo analisa as práticas psicológicas na comunidade relacionando-as as formas de poder. Apresenta acerca da inserção do psicólogo na comunidade e o contexto social em que essa prática se efetua nas últimas décadas no Brasil, partindo da perspectiva que o fazer psicológico, seria resposta às questões sociais. Discorre sobre a construção da subjetividade na pós-modernidade, em meio às exigências do sistema capitalista, tomado aqui como mecanismo de poder, e consid...

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Família hoje, ontem e sempre

                           

            Muito se fala e muito se discute em torno do tema família.  “A família acabou.”“Não é como antigamente.” “Onde estão nossas famílias? Isso que temos hoje pode ser considerado uma família de verdade?”

            A sociedade contemporânea apresenta novos valores e estes rompem, definitivamente, com a concepção tradicional de família. Tal sociedade traz um modelo familiar descentralizado, democrático e igualitário. Está em xeque a estruturação familiar tradicional.

            Um café da manhã juntos, tipo “Família Doriana “nem pensar! Quase não nos vemos! E as nossas casas, com salas para receber visitas... São mesmo só para visitas, pois não há encontros entre os membros da mesma família. Mas não é somente a essa mudança a qual me refiro e sim sobre a mudança da sociedade como um todo.

O casamento não é mais ponto referencial necessário para buscar proteção. Busca-se acima de tudo a dignidade humana. O “até que a morte nos separe” admitia o sacrifício da felicidade pessoal dos membros da família, em nome da manutenção do vínculo de casamento. Hoje, mantêm-se unidos aqueles que o fazem por querer e não apenas para manter aparências.

            A contemporaneidade apresenta a família como uma organização subjetiva fundamental para a construção individual da felicidade. E, assim sendo, há de se reconhecer que além da família tradicional, fundada no casamento, novos arranjos familiares cumprem a função que a sociedade contemporânea lhe destinou: entidade de transmissão da cultura e formação da pessoa.

            Os novos arranjos familiares estão expressos nas diversas formas que a família se apresenta na atualidade: um pai ou uma mãe e o (os) filho (os); um segundo casamento; adotiva; homossexual; entre outras.  Há diversas formas, quantas forem as possibilidades de se relacionar, ou talvez de expressar o amor.

Tudo está mudando tão rapidamente que mal conseguimos acompanhar o que está acontecendo bem à nossa frente. Mudança causa certo desconforto e nenhuma mudança é mais importante, nem sentida de forma tão intensa, quanto àquelas que se desenvolvem na vida das pessoas. E por que tanta mudança? 

            Bem, não podemos esquecer de que a família é composta por seres humanos, que como bem sabemos, evoluem, mudam, amadurecem (espera-se!). Enfim, não são estáveis e não estão engessados.

            A figura patriarcal centralizadora não mais funciona; tal figura foi substituída pelo diálogo entre os membros familiares almejando-se a confiança recíproca. As mulheres saíram de casa para trabalhar e se encontram em conflito constante entre a realização pessoal e o cuidar da família. O jovem busca modelos de conduta e será na família que ele encontrará resposta e apoio. Caso contrário, corre-se o risco de que a transmissão de valores fique direta ou indiretamente conferida à mídia e à escola.

            Atualmente vivemos sob a ética da felicidade, onde o importante é ser feliz a qualquer preço. Sua lei é a juventude, a saúde, a elegância, o lazer e o sexo; é a felicidade narcisista onde "tudo pode”. Estimula-se o usufruto do tempo presente e o templo do eu e do corpo. É a centralização do indivíduo em si próprio. O coletivo não importa.

             Acredito que é a partir do núcleo familiar que devemos buscar a volta de comportamentos que estabeleçam limite ao individualismo e que cortem os excessos individualistas; que voltemos nosso olhar para o coletivo dando-lhe a devida importância.

            A intimidade familiar apresenta-se como disparador para o desenvolvimento harmônico das relações familiares. É através da comunicação afetiva que “a gente se entende”. A partir do respeito mútuo, incluindo aí, sem dúvida, a aceitação das diferenças de cada um, que os membros do grupo familiar se aproximam, estreitando os processos de confiança.

            Os novos modelos de grupos familiares existem, seria insano não reconhecê-los. E, juntamente, com os avanços tecnológicos, científicos e culturais, os modelos familiares também avançaram para acompanharem e se moldarem às novas exigências da sociedade contemporânea. Se os negarmos, será o mesmo que negar nossa inteligência e capacidade humana.

 

Autor

Cristina Nacaratti - Psicanalista clínica adulto e infantil, Psicopedagoga                Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

                                                                                   

 

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O papel da psicologia escolar diante da visão determinista sobre a queixa escolar

O presente trabalho trata dos problemas relacionados à queixa escolar e a visão dos principais membros que a constituem: aluno, professor e psicólogo escolar. Busca ainda relacionar essa questão ao filme “Escritores da Liberdade”. Para tanto foi realizada uma pesquisa bibliográfica e exploratória. Foi possível notar a importância do olhar para a queixa escolar de maneira co...

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