Representações sociais sobre psicopedagogos/as escolares entre professores/as e coordenadores/as

Um dos problemas educacionais mais graves é a não aprendizagem, que é tema de diversos estudos acadêmicos. A culpa em não aprender, de modo cediço, é atribuída pelas escolas ao/a próprio/a estudante. Como solução é comum a realização de reunião entre família, professores/as e coordenação; ou encaminhamento para o/a psicólogo/a. Contudo, outro/a profissional indicado/a para atuar nesse caso é o/a psicopedagogo/a. Este artigo tem como objetivo identificar as representações de coordenadores/as e professores/as sobre o/a psicopedagogo/a escolar e suas funções. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, que utilizou como principal instrumento de coleta de informações o questionário. Participaram da pesquisa 10 professores/as e 5 coordenadores/as de escolas privadas e para análise dos dados adotamos a análise de conteúdo, na perspectiva de Bardin (1979). Os resultados analisados revelam que a maioria das representações do/a psicopedagogo/a não contemplam a amplitude de suas reais funções. Essas representações têm implicações para as práticas profissionais, como a contratação do/a psicopedagogo/a para o exercício de uma função que não é sua.

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Conceito de Família para universitários

O estudo da família, de suas configurações e características vem sendo tema de diversos estudos na área de psicologia do desenvolvimento. Este estudo pretende compreender, a partir da perspectiva de estudantes universitários, o conceito de família, de modo a analisar a concepção que esse grupo tem sobre o que é família e seus papéis.

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Atratividade da internet ao mundo fitness: uma avaliação por educadores físicos

Resumo

As “celebridades fitness”, através das redes sociais, são possuidoras de um número considerável de seguidores. Estas vinculam seus próprios corpos como modelo ideal e divulgam suas rotinas de treinos e alimentação e métodos de emagrecimento e exercícios, influenciando o comportamento dos seus seguidores, que aderem a essa nova prática sem mensurar o perigo de seguir “celebridades fitness” que, em sua maioria, não tem uma formação para tal função. Nesse cenário, objetivou-se compreender a percepção dos educadores físicos sobre a influência da internet no mundo fitness. O presente estudo trata-se de uma pesquisa exploratória e descritiva, no qual sete profissionais de educação física, seis profissionais formados e um estagiário, que atuam em academias de diferentes regiões da cidade de Fortaleza – CE, responderam a um roteiro de entrevista semiestruturado, que abordavam “a percepção da atratividade da internet ao mundo fitness e a avaliação sobre esse movimento”. Nos resultados, analisados por meio de Análise de Conteúdo de Bardin, foram averiguados que os educadores físicos concordam que as “celebridades fitness” motivam os seus seguidores a incorporarem um estilo de vida saudável. Contudo, apenas três entrevistados seguem as “celebridades fitness” nas redes sociais. A maioria dos entrevistados relatou não acompanhar essas “webcelebridades”, por estas não possuírem conhecimento técnico e científico para validar sua prática. Conclui-se que os educadores físicos reconhecem que as “celebridades fitness” proporcionam benefícios aos seus seguidores, como o incentivo a um estilo de vida saudável, todavia os educadores físicos criticam o costume das “webcelebridades” em divulgar exercícios e dietas sem a devida capacitação.

Palavras-chave: educação física; internet; influência.

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O psicólogo que a escola precisa

O presente artigo tem por objetivo analisar e refletir sobre o papel do psicólogo escolar na atualidade baseado em revisões bibliográficas e evidencias de prática de estágio supervisionado ...

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