O estudo na área de Psicopedagogia envolve crescimento e flexibilidade, pois esta entende que a aprendizagem é diferenciada em cada ser humano, sendo um campo complexo e interdisciplinar.

Resumo

O presente artigo é fruto de um trabalho acadêmico cujo principal objetivo era fazer breves reflexões a respeito do saber psicopedagógico e da formação profissional nesta área do saber, a fim de trazer uma visão inicial deste campo da ciência. Para tanto, foi realizada uma pesquisa bibliográfica e uma entrevista semiestruturada com cinco questões abertas a uma psicopedagoga. As respostas foram analisadas de forma qualitativa, assim o delineamento do trabalho foi um estudo de caso. Por meio do relato e do levantamento teórico fez-se considerações sobre os principais pontos destacados ao longo da entrevista e das informações coletadas. Dentre os principais requisitos necessários ao psicopedagogo destacam-se: 1) a formação continuada, elemento chave no aprimoramento da atuação e capacitação profissional; 2) ação multidisciplinar, colaboração ativa e troca de experiências com diferentes especialistas, com a finalidade de obter uma visão global acerca das dificuldades apresentadas pelos clientes e contextos institucionais; 3) autoconhecimento, de modo a reconhecer seus próprios medos, limitações, desejos e aspectos inconscientes que possam interferir com a prática diagnóstica e interventiva; 4) olhar crítico frente às resistências da família na aceitação das dificuldades de aprendizagem, percebendo conflitos e influência dos familiares sobre os problemas apresentados. Conclui-se que o psicopedagogo deve estar atento a um conjunto de diferentes requisitos pessoais e laborais exigidos em sua formação e atuação enquanto profissional da saúde e da educação. Da mesma forma a atenção para tais elementos permitirá que este exerça seu desempenho da melhor forma possível, contribuindo com a população por meio de suas atitudes e compromissos éticos, sociais e profissionais.

Palavras-chave: Psicopedagogia; Dificuldades de aprendizagem; Formação do psicopedagogo;

1. Introdução

    A proposta deste trabalho refere-se a uma entrevista realizada com uma profissional do campo da psicopedagogia.

    Inicialmente faz-se uma breve revisão teórica a respeito da conceituação, histórico e fundamentos do campo psicopedagógico. Posteriormente apresenta-se o relato da profissional entrevistada e por fim as considerações dos autores do trabalho.

    O objetivo para a realização deste trabalho é ampliar os conhecimentos dos discentes do curso de especialização nesta área da ciência.

    Espera-se que com este trabalho possam ser esclarecidos alguns dos principais fundamentos desta área do saber inserida tanto no contexto da educação quanto na saúde.

2. Psicopedagogia: conceito, histórico e principais fundamentos

    Nos dias de hoje a psicopedagogia nos mostra a necessidade do aprofundamento na compreensão e nas soluções das dificuldades de aprendizagem que são, de certo modo, identificadas pelo pedagogo, mas que por, muitas vezes, não dispor de um olhar clínico, acaba tendo dificuldade em entendê-las. Na década de 80 quando chegou ao Brasil, veio mostrando que cada vez mais sua presença é importante na compreensão das dificuldades de aprendizagem. Diante deste cenário a psicopedagogia vem tentar suprir esta demanda na atualidade e da mesma forma, o psicopedagogo pode realizar meios de intervenção através de um diagnóstico específico para os problemas de aprendizagem (BOSSA, 2011).

    A autora destaca que antigamente as dificuldades de aprendizagem eram diagnosticadas pelos médicos, não eram especificadas, e as crianças eram tratadas como retardados mentais. Assim, por volta de 1940 foi fundado o 1° centro médico psicopedagógico na França para lidar com tal população. Destaca-se que o principal interesse a mobilizar tais esforços foi a tentativa de “curar” uma população que não contribuía com a produção do mercado de trabalho, com isso percebe-se que a origem da psicopedagogia proveio da visão capitalista e mercadológica regente deste período histórico.

    Esta questão conforme mostra Pan (2008) denota a exclusão sofrida por inúmeras crianças e jovens que se encontravam diferenciados da “normalidade” regente da época, pois uma vez que a conduta dos mesmos desviava da produtividade trabalhista visada pelas indústrias e outros setores, estes eram classificados como seres “inferiores” e “estragados” de modo a serem menosprezados pela sociedade, isolados e tratados em asilos, hospitais psiquiátricos e manicômios, em outras palavras, percebe-se presente neste ponto um processo de higienização social. 

    Inicialmente a psicopedagogia era entendida como a “Aplicação da psicologia experimental à pedagogia” (FERREIRA, 2010, p.622), porém na atualidade conseguimos entendê-la como uma área do conhecimento estruturada pelos saberes da psicologia e da pedagogia e com uma grande influência e interdisciplinaridade de vários campos da ciência, tais como: psicanálise, psicofisiologia, neuropsicologia, linguística, semiótica, filosofia e medicina. Isto é, ela é uma área do conhecimento reconhecida e que busca em outros conhecimentos o suporte necessário para compreender o educando em seu todo (biopsicossocial) e não somente no fracasso escolar ou no não aprendizado (NOGUEIRA; LEAL, 2013).

    Esse posicionamento é fundamental e necessário ao entendimento das dificuldades de aprendizagem, pois segundo Azevedo et al. (2015) a investigação a cerca de tais problemáticas deve abranger um nível macrossocial, envolvendo o contexto social, a escola e demais dificuldades externas, e um nível microssocial, ou seja, as peculiaridades e idiossincrasias da criança e sua dinâmica familiar. Apenas com a junção das informações provinda de todos estes fatores a compreensão das dificuldades pode ser melhor entendida e abordada.

    Visto isso, nota-se que o eixo central da psicopedagogia esta diretamente ligado ao processo de aprendizagem, a construção do mesmo e a busca de práticas preventivas e remediativas, e não simplesmente na sintomática apresentada ou no reforço escolar (KAUARK; SILVA, 2008).

    De acordo com Grassi (2013) na atualidade o contexto de aplicação das práticas psicopedagógicas pode ser tanto clínico, com enfoque terapêutico e individual, quanto institucional, com foco no eixo preventivo e grupal, da mesma forma o objetivo da intervenção varia de acordo com a demanda exigida pelo público-alvo.

    Nota-se desta forma que a psicopedagogia ajuda na compreensão e tratamento das dificuldades de aprendizagem além de poder também identificar outros problemas correlatos, todavia, para tal atuação, é necessário auxílio de outros profissionais, ou seja, torna-se uma área interdisciplinar que exige a colaboração de uma equipe multiprofissional.

Diante deste quadro Bossa (2011, p.25) enfatiza que

Reconhecer tal caráter significativo é admitir a sua especificidade enquanto área de estudos, uma vez que, buscando conhecimentos em outros campos, cria o seu próprio objeto, condição essencial da interdisciplinariedade.

Por meio de tal entendimento, percebe-se o amplo cenário abrangido pela psicopedagogia e a necessidade de uma compreensão crítica e investigativa frente à profissão.

3. Método

    Foram elaboradas cinco questões pertinentes ao campo de atuação, formação e demais situações relacionadas à prática cotidiana da profissional entrevistada. O modelo da entrevista enquadra-se na modalidade semiestruturada, por ter sido estabelecido uma determinada quantidade de questões, mas havendo a liberdade de construção das mesmas por parte da equipe do trabalho.

  É importante salientar que foi assinado o devido termo de consentimento livre e esclarecido, resguardando a conscientização da profissional quanto aos propósitos acadêmicos do trabalho.

    A entrevista foi realizada na clínica de atendimento da própria profissional, localizada numa cidade do interior do Estado de São Paulo.

   Referente ao ambiente visitado, a clínica em que a psicopedagoga atua possui uma estrutura física consideravelmente confortável para os atendimentos. Em sua sala encontra-se uma mesa com três cadeiras para conversar com os pais, uma estante para guardar brinquedos, jogos e testes psicopedagógicos, fantoches, bonecos e marionetes também. No mesmo prédio trabalham um neurologista, uma psicóloga, arquitetos e engenheiros. 

    A entrevista foi realizada na sala da profissional e gravada pelo celular de ambos os responsáveis pelo trabalho. Não havia ruídos no ambiente e tudo se deu da melhor forma possível. A conversa durou aproximadamente 30 minutos.

    Referente à profissional denominada W. L. S. a mesma possui 27 (vinte e sete) anos de idade, já é formada a 7 (sete) anos enquanto pedagoga e a 5 (cinco) anos como psicopedagoga, ambos os cursos realizados numa instituição de ensino superior localizados no mesmo município em que ela atua.

    A mesma já trabalha como psicopedagoga há 3 (três) anos numa instituição que atende pessoas com deficiência e há 4 (quatro) anos numa clínica particular.

Questões abordadas

Nesta seção são apresentadas as razões pelas questões elaboradas para aplicação na entrevista.

1) O que a levou a fazer o curso de Psicopedagogia?

    Nesta primeira questão foi pensado nas motivações que levaram a profissional para esta área. Por meio da resposta é possível identificar se ela já possuía alguma noção prévia do que se tratava e se seu objetivo final tinha sido alcançado ao final da formação.

2) Como foi sua formação? Ela foi o suficiente pra suas vivências na prática clínica e institucional?

    A partir desta questão já adentramos diretamente na formação profissional da psicopedagoga. Por meio deste questionamento é possível identificar a presença de falhas ou deficiências durante a formação e se houve a necessidade de complementação nos estudos para a prática profissional exercida pela mesma no espaço institucional e clínico.

3) Na profissão de psicopedagoga qual foi seu maior desafio em relação a prática?

    Por meio de tal questão teve-se como interesse saber o principal desafio e dificuldade enfrentado pela profissional até o presente momento. Tal informação pode nos preparar para um possível cenário no futuro quando estivermos engajados na função de psicopedagogos.

4) Durante um caso que você não consiga compreender a quem ou a que você recorreu?

     Foi importante esta pergunta para termos consciência de qual procedimento tomar diante de um obstáculo encontrado durante a atuação. A que ferramenta recorrer ou se há necessidade de procurar algum profissional específico.

5) Como é sua postura diante da necessidade de um atendimento multidisciplinar, isto é, o acompanhamento de outros profissionais?

      Esta pergunta foi de fundamental importância para entender a conduta do psicopedagogo diante da equipe multidisciplinar. Quais os melhores meios de agir frente a necessidade de atuação de outros profissionais com o caso atendido.

4. Entrevista

Nesse momento são apresentadas as respostas apresentadas pela entrevistada no encontro que tivemos com a mesma.

  1. O que a levou a fazer o curso de Psicopedagogia?

R- A psicopedagogia tem uma questão bem do lado pessoal, pessoal e profissional, profissional porque a gente na sala de aula fica realmente mesmo inquieta com algumas questões que os alunos trazem, e o lado pessoal foi porque meu pai tinha pouco estudo e eu via a necessidade de ajudá-lo, de fazer dentro da minha casa, então foi o que me levou a fazer a psicopedagogia.

  1. Como foi sua formação? Ela foi o suficiente pra suas vivências na prática clínica e institucional?

R- Então a minha formação foi bastante teórica, ela supriu as necessidades enquanto você saber quais são as referências e onde buscar, mas a parte prática, as vivências além de ter sido uma testagem no momento mesmo, foi uma parte que precisou um pouco mais de curso, uma maior troca com outros profissionais, precisou de muitas questões assim, até vir essa segurança, vir essa certeza, de que a gente tá no caminho certo, está fazendo o certo, mas é fruto de outros estudos, outras abordagens e principalmente a troca com outros profissionais. Na clínica ela é um pouco mais, eu posso dizer assim um pouco mais solitário, a gente tem que caminhar mesmo na busca de algum parceiro, e na instituição já fecha em si essa questão. Tudo tem que ser realmente com seu parceiro ali de trabalho, então assim, no institucional foi um pouco mais fácil essa questão de ter esse laço, o diagnóstico tem que ser fechado com toda equipe, uma avaliação é toda estudada antes, agora o clínico é um caminho mais solitário, você tem que ir mesmo em busca.

  1. Na profissão de psicopedagoga qual foi seu maior desafio em relação à prática?

R- Em relação à prática é no começo, como eu mencionei agora atrás, foi questão do diagnóstico, eu queria sempre fazer o certo, dar bom resultado enfim, então houve aquela insegurança, mas eu fui superando, hoje eu vejo que o maior desafio é a aceitação dos pais, você trazer aquela questão à tona, muitas vezes assim o pai não tá preparado pra ouvir, enfim essa é a maior dificuldade hoje, trazero pai pra essa realidade que ele precisa trabalhar tanto com ele, quanto com a criança na hora da devolutiva do diagnóstico.

  1. Durante um caso que você não consiga compreender a quem ou a que você recorreu?

R- É, geralmente são duas figuras que eu gosto de contar bastante, o psicólogo e o neurologista infantil, que no caso assim, hoje até atendo uma pessoa da terceira idade, mas assim o foco maior sempre foi o infantil, então por isso o neurologista infantil. O psicólogo porque, porque assim eu às vezes, eu percebo que são questões minhas, que eu não consegui resolver comigo, então não posso dar continuidade com essa criança, então eu recorro ao psicólogo, pra realmente eu entender se é isso, essa questão se é realmente uma outra questão que eu não consegui enxergar ali, e o neuro é mais pela questão mesmo do não aprender, pra fechar diagnóstico tem que ser com ele mesmo que a gente pode só é dar o..., como eu posso dizer, dar mas não fechar, quem vai fechar é ele mesmo, então são duas figuras que eu abraço bastante perto pra em caso de dúvidas ou de outras questões.

  1. Como é sua postura diante da necessidade de um atendimento multidisciplinar, isto é, o acompanhamento de outros profissionais?

R- Eu acho que a “campanha do abraço todo mundo” é o que eu gosto de aderir mais, porque como toda a nossa conversa né, a gente percebe essa necessidade de ter o parceiro ali pelo bem da criança né, lembrando que a gente tem o nosso conhecimento e tudo mais, mas a gente tá sempre na troca com outro que a gente vai crescendo mais, e o aprender é isso, nós somos o profissional do aprender-aprender, então é exatamente isso, a ligação é importante, a postura é essa né, o abraçar sempre porque diante de tudo que ocorreu, diante de toda a história, diante de tudo que eu já vivi, vivenciei aqui, ou seja, na instituição também é indispensável esse atendimento multidisciplinar.

5. Considerações finais

    A partir da realização deste trabalho passamos a entender que o psicopedagogo é um profissional indicado para assessorar e esclarecer a respeito dos diversos aspectos do processo de ensino e aprendizagem, contribuindo na compreensão e investigação de tais fenômenos.

    A entrevista em análise nos mostrou a importância da psicopedagogia e sua função na aprendizagem humana, buscando a prevenção e auxílio frente às dificuldades apresentadas por várias pessoas, independente da faixa etária.

   A profissional ressaltou a atenção para a hora do diagnóstico e a parceria necessária com outros profissionais para que este seja o mais preciso possível.

    Outro ponto salientado é a preocupação dos pais ou responsáveis diante do problema apresentado pela criança, pois diante das resistências e dificuldades na aceitação da situação podem acontecer sérias influências no núcleo familiar, acabando por afetar a vida pessoal não só da criança como também da família num todo.

    Por meio deste trabalho houve uma aprendizagem consistente e significativa por parte da dupla. Os conhecimentos compartilhados pela psicopedagoga para com a equipe do trabalho foram extremamente relevantes para consolidar as informações repassadas em sala de aula e associá-las à experiência prática e profissional.

  Da mesma forma, os apontamentos críticos e objetivos realizados pela mesma em relação à necessidade de uma continuidade na capacitação e aperfeiçoamento técnico, na disponibilidade e abertura para parcerias com outros profissionais e as resistências, muitas vezes, apresentadas pela família são pontos que levam a reflexões fundamentais para à prática psicopedagógica realizada nos dias atuais.

   A partir dos saberes formulados pela psicopedagogia passamos a entender que as dificuldades de aprendizagem são multicausais e não envolvem apenas as características da criança, mas um todo maior, abrangendo: família, escola e ambiente social. Tais problemáticas são notadas no meio em que a criança circula e convive (casa, comunidade e escola) e podem ser trabalhadas num enfoque psicopedagógico, tanto na instituição quanto na clínica, sob diferentes propostas e perspectivas.

    Através de tais considerações passamos a entender que a psicopedagogia traz em seu cerne o papel de analisar e contribuir nos fatores que facilitam e nos que prejudicam uma boa aprendizagem, auxiliando no desenvolvimento de projetos favoráveis às mudanças e evitando processos que conduzem à manifestação de dificuldades na construção do conhecimento.

Referências

AZEVEDO, A. C. P. et al. Dificuldades de aprendizagem: procedimentos de diagnóstico e intervenção. Campinas: Alínea, 2015.

BOSSA, N. A. A psicopedagogia no Brasil: contribuições a partir da prática. 4.ed. Rio de janeiro: Wak Editora, 2011.

FERREIRA, A. B. H. O dicionário da língua portuguesa. 8.ed. Curitiba: Positivo, 2010, p.622.

GRASSI, Tânia Mara. Psicopedagogia: um olhar, uma escuta. Curitiba: Intersaberes, 2013.

KAUARK, F. S.; SILVA, V. A. S. Dificuldades de aprendizagem nas séries iniciais do ensino fundamental e ações psico e pedagógicas. Revista Psicopedagogia, São Paulo, v.25, n.78, 2008. Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84862008000300009>. Acesso em: 17 abr. 2016.

NOGUEIRA, M. O. G.; LEAL, D. Psicopedagogia clínica: caminhos teóricos e práticos. Curitiba: Intersaberes, 2013.

PAN, M. A. G. S. O direito a diferença: uma reflexão sobre deficiência intelectual e educação inclusiva. Curitiba: IBPEX, 2008.

 

Autores

Gisele Karina Leal – Centro UNISAL – Campus Lorena    E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.  

Mestranda em Desenvolvimento Humano pela Universidade de Taubaté (UNITAU). Formação em Psicanálise pelo Sedes Sapientae. Especialista em Psicopedagogia Clínica e Institucional pela Universidade Nove de Julho (UNINOVE). Formação em Psicologia pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo (UNISAL - Campus Lorena). Psicóloga Clínica e atuação em Psicopedagogia Clínica e Institucional. Professora no curso de Psicologia e na Pós-graduação em Psicopedagogia e Psicomotricidade do Centro Universitário Salesiano de São Paulo (UNISAL – Campus Lorena).

Renata Gonçalves Cheffer – Centro UNISAL – Campus Lorena   E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Pós-graduanda em Psicopedagogia e Psicomotricidade pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo (UNISAL) – Campus Lorena. Graduada em Pedagogia pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo (UNISAL – Campus Lorena). Atua como educadora na Creche Nossa Senhora de Lourdes – Guaratinguetá – SP.

Thiago Ribeiro Borges - Centro UNISAL- Campus Lorena   E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.  

Pós-graduando em Psicopedagogia e Psicomotricidade pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo (UNISAL) – Campus Lorena. Especialista em Formação de Docentes e Tutores em EAD pelo Centro Universitário Internacional (UNINTER), em Psicologia Analítica pelo Centro UNISAL e em Docência no Ensino Superior pelo Centro Universitário SENAC. Graduado em Psicologia pelo Centro UNISAL – Campus Lorena. É psicólogo clínico e educacional, professor no Instituto de Tecnologia e Saúde (ITS – Lorena) e orientador acadêmico (professor-tutor de EAD) no Centro Universitário Internacional (UNINTER - Lorena).

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