Este relato refere-se à observação geral feita em uma sala de aula do ensino particular, sobre a atividade exercida por professores bem como sua comparação com as teorias de aprendizagem

Este relato refere-se à observação geral feita em uma sala de aula do ensino particular, sobre a atividade exercida por professores bem como sua comparação com as teorias de aprendizagem. Dessa forma, é possível constatar a aplicação da teoria na prática e realizar uma análise comparativa entre o discurso do professor com seu trabalho em sala, aumentando o conhecimento acerca desse assunto.
A prática desta atividade foi divida em duas etapas distintas, na qual a primeira constituiu-se na observação da conduta do professor enquanto mediador durante a primeira parte de uma aula (até o intervalo); a segunda trata-se de uma entrevista realizada com a professora responsável, a qual ocorreu após o fim da primeira etapa.
Este trabalho tem como objetivo estabelecer a reflexão frente às comparações das práticas escolares, interligando-as aos discursos e teorias dos principais autores de aprendizagem, os quais declaram-se interacionistas, a saber: Jean Piaget (1896-1980) e Lev Vygotsky (1896-1934). Pretende-se também aprimorar o conhecimento em relação às teorias que norteiam a prática dos profissionais do ensino, visando uma melhor prestação de serviço por parte destes à comunidade.
Ante aos problemas educacionais enfrentados atualmente, como a má aplicação da teoria por parte dos professores ou até mesmo falta dela, deu-se a importância deste trabalho. Esses problemas podem ser acarretados pela baixa qualificação profissional, pois os professores não se atualizam constantemente e permanecem muitas vezes com uma visão restrita às práticas do século passado, que é perpetuada de geração em geração, ou seja, atuam em sala de aula da mesma forma que foram ensinados por seus professores. Os principais conceitos e ideias que constituem a base teórica desse relatório estão ligados às abordagens Tradicional, Interacionista e Sócio-interacionista.
A abordagem tradicional é caracterizada pela “prática educativa de transmissão dos conhecimentos acumulados pela humanidade ao longo do tempo” (Santos, 2005). A abordagem em questão não é fundamentada em teorias empiricamente validadas, mas forneceu um referencial para as abordagens que surgiram após a mesma (Mizukami, 1986 ). Esse tipo de ensino tem como objetivo conduzir o aluno às grandes realizações da humanidade, na qual são privilegiados o especialista e o professor, sendo este último de fundamental importância na transmissão dos conteúdos.
No tradicionalismo o adulto é visto com um “ser pronto” e o aluno considerado como um adulto em miniatura, que precisa ser constantemente atualizado. O ensino é centrado no professor e volta-se para aquilo que é externo ao aluno, o qual somente tem a função de executar prescrições que lhe são fixadas por seus superiores hierárquicos. Para os teóricos tradicionais, o conhecimento é alcançado independente da vontade do aprendiz, pois são garantidos pelo papel do professor.
Essa teoria tem caráter empirista, na qual os conhecimentos provêm essencialmente do meio e são transmitidos ao individuo na escola. O aluno é considerado um ser passivo, pois somente recebe e memoriza informações já prontas, dessa forma, suas particularidades não são levadas em conta. A educação é vista nessa abordagem, como instrumento de manutenção social, os processos de produção do conhecimento que geram reflexões, não são considerados (Mizukami, 1986).
A teoria piagetiana, por sua vez, estabelece as estruturas cognitivas que promovem a adaptação do ser humano ao ambiente, através da organização dos estímulos, essas estruturas referem-se aos esquemas. Segundo Hermeto e Martins (2012, p. 266), um esquema é “uma representação mental de um conjunto de ideias, percepções e ações que nos equipam com a estrutura mental necessária para que organizemos as vivências anteriores e nos preparemos para as futuras”.
Algumas facetas fundamentais para que ocorra o processo de desenvolvimento segundo Piaget são: assimilação, acomodação e equilíbrio. A assimilação é o processo pelo qual são incorporadas novas informações em esquemas já constituídos, ou seja, ela “enche” os esquemas cada vez mais com informações que podem ser encaixadas no mesmo.
A acomodação ocorre quando, no decorrer do processo de assimilação, descobre-se necessário mudar conhecimentos ou habilidades anteriores. Quando uma criança assimila com sucesso as novas experiências, pode-se dizer que ela está em um estado de equilíbrio. No entanto, se os esquemas que já existem não são adequados para lidar de maneira satisfatória com as novas situações, a criança se encontra em um estado de desequilíbrio cognitivo, assim os esquemas necessitam desenvolver-se para poder acomodar a informação. Isso é denominado processo de adaptação, umas das formas mais básicas de aprendizagem (Hermeto & Martins, 2012).
Graças à abordagem piagetiana os sistemas educacionais europeu e americano foram reestruturados. Essa transformação na educação somente foi possível através da necessidade de uma abordagem de ensino mais focalizada na criança, incluindo teoria e prática. Segundo Hermeto & Martins (2012), Piaget limitava o aprendizado da criança baseado no estágio de desenvolvimento no qual ela se encontrava, ao contrário da abordagem Tradicional, ele não tentou ensinar as crianças a pensar e agir como adultos, os professores entendiam sua função como oportunidade de incentivo aos alunos para que criassem novos modelos e raciocínios individuais.
Utilizando o argumento de que Piaget considera as crianças seres essencialmente autônomos e independentes na elaboração do conhecimento, Vygotsky refutou essa afirmação, pois para ele o conhecimento e raciocínio são basicamente sociais. Embora Vygotsky e Piaget compartilhassem uma mesma abordagem interacionista, divergiam no enfoque do aspecto principal de suas teorias, pois o primeiro é sócio interacionista e o segundo interacionista.
Em sua teoria Vygotsky estudou as funções psicológicas superiores, sendo estas, o que nos diferencia dos outros animais. Essas funções nos tornam capazes de planejar situações, nos fornecem memória voluntária além de realizações conscientes. Para ele o desenvolvimento era dado em três níveis: cultural, social e interpessoal, porém seu maior interesse se deu aos níveis cultural e interpessoal, uma vez, que para o mesmo, construímos nossa identidade através da relação com os outros (Hermeto & Martins, 2002).
Vygotsky não desconsidera totalmente as funções biológicas, pois afirma que a criança ao nascer dispõe somente de funções psicológicas elementares, momento este em que as funções biológicas estão sobrepostas ao meio. As funções psicológicas elementares (biológicas) e superiores (sociais) constituem o comportamento do indivíduo, essas divergem em suas origens, mas se assemelham na elaboração do comportamento humano (Rego, 1999).
O trabalho teve uma importante contribuição para socialização, dele surgiram os instrumentos físicos, facilitando a ação do indivíduo em seu meio. Vygotsky chamou de signos os instrumentos psicológicos caracterizados por proporcionar a melhora da capacidade de raciocínio e memória aos seres humanos. As funções psicológicas superiores são mediadas por estes instrumentos, no qual a linguagem é o principal mediador (exclusivamente humano). Para ele, pensamento e linguagem agem em conjunto, afirmando que o pensamento é expresso através da linguagem (Oliveira, 1995).
A evolução intelectual ocorre devido a saltos qualitativos de um nível de conhecimento para outro. Para explicar esse processo qualitativo Vygotsky conceituou Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP), que é a distância entre o Desenvolvimento Real (DR) e Desenvolvimento Potencial (DP). O DR trata-se daquilo que a criança consegue realizar sozinha, pois já tem um conhecimento consolidado, o DP refere-se a uma expectativa quanto a capacidade da criança. O ZDP é a distância entre o DR e o DP, sendo esta a etapa em que a criança está próxima de atingir um conhecimento, mas ainda não se concretizou. A partir deste conceito, o professor deverá desempenhar um papel de mediador, que ajudará a criança a consolidar um desenvolvimento que ela ainda não alcança sozinha. (Oliveira, 2000)
A teoria vygotskyana contribuiu imensamente para a aprendizagem e ensino. A partir dela os professores passaram a agir como instrutores, orientando e incentivando as crianças para que avancem cada vez mais em sua capacidade de atenção, concentração e aprendizagem. Estimulou a mudança de uma abordagem centrada na criança para uma educação baseada em uma aprendizagem colaborativa. (Hermeto & Martins, 2002)
As teorias interacionistas apoiam o entendimento de como o ambiente escolar deve se estabelecer, contrariando a abordagem tradicional de ensino, a qual tem se mostrado pouco eficiente no processo de ensino.

Metodologia

Para a elaboração desse trabalho, observou-se uma escola particular de grande porte, na cidade de João Pessoa-PB. A unidade da escola observada é exclusiva do ensino infantil. A estrutura da escola não é ampla, porém é dividida em setores próprios para cada atividade, possui um parque de areia, sala de brinquedos, sala de informática, um campo, uma área de recreação e as salas de aula.
A sala de aula é bem estruturada, possui quadro branco, sistema de climatização, várias janelas, uma televisão com DVD e as paredes são repletas de gravuras didáticas, como letras do alfabeto coloridas, os numerais, animais e bonecos. Os alunos sentavam-se em mesas coloridas para quatro crianças, seus materiais eram individuais (garrafa de água, tesoura, avental, etc.). O ambiente observado fica perto do banheiro e da sala de informática.
Inicialmente foi estabelecido contato com a diretora da instituição visando à autorização para a realização da observação em sala de aula. Após a autorização, a coordenadora da unidade escolar foi informada pela direção da escola e a mesma solicitou a permissão da professora responsável. Posteriormente iniciou-se a observação da atuação da professora durante a primeira metade da aula.
A série observada é do Jardim I, composta por doze crianças, na qual somente onze estavam presentes. A professora responsável é formada em pedagogia pela Universidade Federal da Paraíba, com vinte e três anos de experiência na área da educação (quatorze anos com turmas de maternal e nove anos com turmas de jardim). Havia também uma auxiliar, da qual infelizmente não se tem muitas informações.
Baseada em um tema (peteca), a professora elaborou atividades que o envolvessem. Inicialmente a professora deu dicas para que as crianças adivinhassem qual o tema a ser abordado no dia, em seguida escreveu a palavra peteca no quadro e pediu para que as crianças identificassem as letras, soletrassem a palavra e por fim contassem a quantidade de letras.
Posteriormente a professora entregou um livro a cada criança para que realizassem a tarefa que consiste em quatro etapas: ligar os pontos que formam o desenho da peteca; colorir o desenho formado; recortar e colar as letras que correspondem à palavra peteca e contar as letras escrevendo o número no espaço indicado. Ao perceber uma dificuldade, a professora pedia para que a auxiliar ajudasse especificamente a criança necessitada.
Antes do recreio a professora leu o cardápio do lanche e pediu para que as crianças o repetissem, em seguida as lancheiras foram distribuídas com a ajuda de um aluno. Todas forraram a mesa com suas toalhas e começaram a lanchar, ao som da música que iriam apresentar na festa do dia dos pais.
O ultimo procedimento trata-se de uma entrevista com a professora, no qual foi constituída por oito perguntas que envolviam suas expectativas, conhecimento teórico e aplicações práticas. A entrevista foi feita de forma simplista e rápida, para que não tomasse muito tempo da professora, mas o suficiente para obter as informações necessárias. Para não ser perdida nenhuma informação relevante, a entrevista foi gravada após autorização.
A observação realizada não visa avaliar a conduta do professor, mas sim identificar qual (is) teoria (s) norteia (m) a prática do mesmo. Foi informado aos observados que todos os dados obtidos durante o processo, relacionados à instituição, professor e demais colaboradores serão mantidos em sigilo. Esse trabalho possibilita um aumento do conhecimento a respeito das teorias educacionais e suas práticas ligadas à Psicologia.

Análise Preliminar

Com os dados obtidos em sala de aula durante a observação, inicia-se a análise de preliminar dos dados, alguns aspectos relevantes relacionados à didática da professora em sala e de suas respostas durante a entrevista serão citados no decorrer da análise.
Logo ao entrar na sala de aula, foram percebidos alguns aspectos relacionados à abordagem sócio-intracionista, por exemplo: as cadeiras não são dispostas em fileiras, mas divididas em mesas com quatro cadeiras cada. Percebeu-se também que a professora utilizava uma metodologia lúdica através da utilização de imagens coloridas, alfabeto móvel, fantoches, etc., os quais se localizavam na própria sala. Destaca-se a preocupação por parte da professora acerca das questões individuais de cada aluno, pelo fato de a mesma ter se aproximado à um aluno em particular e perguntado porquê ele havia chegado chorando na escola.
A professora afirmou que as atividades são desenvolvidas sempre de maneira interativa e interdisciplinar, nas quais os alunos são estimulados a participar, dando suas opiniões e respostas à sua forma. Tudo isso foi realmente evidenciado na prática, quando utilizando uma mesma temática, a professora conseguiu reunir diversas disciplinas, como matemática, português, conhecimentos gerais e artes, o que demonstrou fidelidade nas respostas por parte da professora. No sócio-interacionismo é importante articular informações dos diferentes componentes que integram os processos mentais: neurológico, psicológico, linguístico e cultural (Rego, 1999). Essa forma de atividade permite despertar o interesse e motivação do aluno através de reflexões sobre assuntos da realidade aplicados nas matérias.
Outro fator que contribuiu para se constatar a presença do sócio-interacionismo no decorrer da aula, é de sempre ser proposto aos alunos atividades em grupo, estimulando a cooperação entre eles. Todas as atividades desenvolvidas no período da observação foram realizadas desta forma, até mesmo, pelo fato de sentarem quatro crianças em cada mesa. As crianças interagiam com a professora e entre si, tirando dúvidas e ajudando umas as outras.
É importante destacar como exemplo de cooperação uma das crianças, que se mostrava mais desenvolvida que as outras, terminava primeiro as tarefas e depois ajudava aos colegas, agindo da mesma forma que a professora. Na teoria vygotskyana encontra-se que é através da relação interpessoal concreta com outros homens que o indivíduo interioriza formas culturalmente estabelecidas de funcionamento psicológico (Rego, 1999).
Foi questionado à professora qual o critério utilizado na composição dos grupos, a mesma respondeu que não existe critério algum, as crianças escolhem aleatoriamente. Dessa forma tem-se a vantagem de melhorar o desempenho daquelas que possuem dificuldades, tendo a possibilidade de seguir exemplos dos amigos, serem ajudadas por eles e pela professora. Ao perceber uma dificuldade em algum aluno, a professora afirma que vai até o mesmo e o ajuda, mas nunca dando a resposta pronta.
Para a professora, os trabalhos com pesquisas incentivam a curiosidade dos alunos, por exemplo: se estão trabalhando os animais, as crianças procuram em revistas figuras de diversos tipos de animais e em seguida os dividem por suas características. Para Piaget essa prática (pesquisa) é importante por proporcionar o desequilíbrio, que ele definiu como mecanismo autorregulador necessário para assegurar uma eficiente interação da criança com o meio, levando à motivação (Wadsworth, 1997).
Vygotsky trabalha com a noção de que a relação do homem com o mundo não é direta, mas fundamentalmente uma relação mediada (Rego, 1999). A conduta de sempre questionar, torna a professora uma mediadora do estilo piagetiano, a qual estimula as crianças com situações desafiadoras, mas nunca dá a resposta pronta, pois proceder dessa maneira permite a criança raciocinar sobre a situação, causando o desequilíbrio. Em todas as ocasiões em que uma criança tinha dúvida, a professora explicava fazendo novas perguntas, para que a criança refletisse e chegasse em suas próprias conclusões. Na teoria piagetiana a tarefa do educador é promover momentos de troca e discussão de ideias, a partir de textos, de sua exposição e de perguntas provocativas, tornando a sala um espaço de discussão e não apenas de transmissão de conteúdos (Freitag, 1997).
A professora considera o papel do mediador importantíssimo, principalmente quando se trata de ajudar em uma necessidade específica da criança, pois a mesma acredita ser possível a intervenção individual. Afirma que quando uma criança tem dificuldade não só na escola, mas também em casa a coordenação é informada, em seguida marca-se uma reunião com os pais e se preciso for, encaminha-se a criança para outros profissionais (psicólogo, psicopedagogo, etc.). Essa prática é necessária para buscar a raiz do problema, para ser possível uma intervenção adequada.
Segundo a professora, as atividades são planejadas semanalmente, as quais seguem um cronograma de acordo com a faixa etária e limites de cada criança. Dessa forma pode-se observar uma concepção espiralada do conhecimento de Piaget, que considera a permanente evolução dos conceitos do aluno e a necessária articulação entre as tarefas de aprendizagem, de tal forma que uma tarefa é elaborada a partir do desempenho do aluno na tarefa anterior (Freitag, 1997).
Não somente a sala observada como também toda a escola utiliza como prática norteadora o sócio-interacionismo de Vygotsky com alguns aspectos piagetianos, o que ficou claro durante a observação e condizente com o discurso da professora. Anualmente todos os professores da unidade escolar visitada participam de um treinamento a fim de reciclar, melhorar e ampliar seus conhecimentos teóricos para aplica-los a prática.
Obteve-se uma visão positiva da conduta escolar e da didática da professora, percebe-se que a mesma detém conhecimento aprofundado sobre as teorias piagetiana e vygotskyana, sendo a aplicação prática apropriada ao seu nível de conhecimento profissional, ou seja, a professora se mostrou capacitada e a aula bastante construtiva.

Considerações Finais

Foi possível observar um ambiente escolar preparado para as demandas socialmente exigidas na educação, utilizando práticas teóricas com relação ao método de aprendizagem. Em um ambiente bastante didático, as crianças sentem-se à vontade para interagir, pois a aula é nivelada ao seu desenvolvimento. As crianças são constantemente estimuladas com situações desafiadoras impostas pela professora, cooperando mutuamente com os colegas, o que possibilita raciocínio e lógica sobre aspectos da realidade.
Professor e aluno mantêm uma relação de reciprocidade em conhecimento, o que torna a sala de aula um ambiente de discussão de ideias e não simplesmente armazenamento de informações, como ocorre na abordagem tradicional, sendo esta última ainda muito utilizada em escolas atualmente. É importante ressaltar que a escola visitada rompe com o legado do tradicionalismo.
No que a aprendizagem se relaciona com a Psicologia? Ora, sendo a aprendizagem uma função cognitiva, está diretamente ligada à saúde mental das crianças, dessa forma se faz necessário que o psicólogo entenda as práticas educacionais benéficas e maléficas no desenvolvimento infantil. O impacto da má administração dos processos de ensino gera complicações que ecoam em vários aspectos da vida da criança. O psicólogo deve saber exatamente onde e como agir, qual a melhor intervenção para a criança, orientação aos pais e a forma mais adequada para os professores agirem diante de situação adversas.

Referências

Freitag, B. (1997). Piaget: 100 anos. São Paulo: Cortez.
Hermeto, C.M. & Martins, A.L. (2012). O livro da psicologia. São Paulo: Globo.
Mizukami, M.G.N. (1986). Ensino: As abordagens do processo. São Paulo: EPU.
Oliveira, M. K.(1995). Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento; um processo
sócio- histórico. São Paulo: Scipione.
Oliveira, M.K. (2000). Vygotsky aprendizado e desenvolvimento: um processo sócio-
Histórico. São Paulo: Scipione.
Rego, T.C. (1999). Vygotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação. Rio de
Janeiro: Petrópoles.
Santos, R.V. (2005). Abordagem do processo de ensino e aprendizagem. São Paulo:
Integração Ensino-Pesquisa-Extensão.
Wadsworth, B.J.P. (1997). Inteligência e afetividade da criança na teoria de Piaget.
São Paulo: Cengage Learning.

Autores

Maria Gabriela Costa Ribeiro , Rafaela Martins Rodrigues , Gabriela Oliveira do Nascimento, Daniella de Carvalho Moura, Alessandro Teixeira Rezende - (clique no nome para enviar um e-mail ao autor) - Rafaela Martins Rodrigues: graduanda em Psicologia pela Universidade Federal da Paraíba Maria Gabriela Costa Ribeiro: graduanda em Psicologia pela Universidade Federal da Paraíba. Gabriela Oliveira do Nascimento: graduanda em Psicologia pela Universidade Federal da Paraíba. Daniella de Carvalho Moura: graduanda em Psicologia pela Universidade Federal da Paraíba Alessandro Teixeira Rezende: graduando em Psicologia pela Universidade Federal da Paraíba.

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