Este artigo tem como objetivo refletir sobre o processo de construção da identidade da Psicopedagogia, que iniciou da necessidade de profissionais buscarem respaldo teórico para intervir junto aos indivíduos que apresentavam dificuldades em seu processo de aprendizagem. ..

Resumo

Este artigo tem como objetivo refletir sobre o processo de construção da identidade da Psicopedagogia, que iniciou da necessidade de profissionais buscarem respaldo teórico para intervir junto aos indivíduos que apresentavam dificuldades em seu processo de aprendizagem. Este processo levou ao desenvolvimento de uma formação profissional, possibilitando articular várias áreas de conhecimento, criando assim uma nova área de atuação, a Psicopedagogia. Através dela, é possível compreender a necessidade de se buscar através da avaliação e do diagnóstico psicopedagógico, subsídios para uma intervenção junto ao educando, com o intuito de identificar os fatores que desencadearam as dificuldades de aprendizagens e como estas se manifestam durante o processo de aprendizagem e a buscar de soluções, colaborando para melhorar seu desenvolvimento.

Palavras-chave: Atuação psicopedagógica. Identidade, Avaliação. Parecer psicopedagógico.

Introdução:

 Este artigo caracteriza-se como uma pesquisa bibliográfica que visa refletir sobre a atuação do Psicopedagogo junto às dificuldades de aprendizagens, a importância da sua intervenção no contexto escolar e a perspectiva da inclusão. Tal levantamento teórico possibilitará aos profissionais desenvolverem um olhar crítico acerca da atuação psicopedagógica e os resultados de sua ação, com o objetivo de conscientizar e refletir sobre está prática. O resultado desta pesquisa é o de promover informações que diz a respeito à aprendizagem do indivíduo com déficits no contexto escolar. Portanto, o estudo tem como tema central analisar teoricamente a atuação e a identidade desse profissional, evidenciando-o como um instrumento facilitador no processo de escolarização de educandos com dificuldade de aprendizagem.

Apesar de já existir a décadas, a identidade da Psicopedagogia ainda não está bem definida como área de estudo e atuação. Ainda permanecem discussões sobre fins, locais, modalidades e recursos de atuação. Persistem questionamentos sobre a especificidade de seu objeto de estudo, publicações, e indagações sobre a atuação dos psicopedagogos, definição de funções da área, e as especificações de cada área, como: Psicologia Educacional, Psicoterapia e Educação Especial e a regulamentação da matriz curricular dos cursos de extensão, especialização e pós-graduação em psicopedagogia. Essas indagações e debates pontuam a necessidade de clareza sobre o objetivo e as especificidades da Psicopedagogia, necessitando de um quadro referencial de atuação e delimitação, definindo a identidade dessa área.

A psicopedagogia trás como foco o estudo dos processos de aprendizagem, diagnóstico e intervenção adequada. Uma das funções do psicopedagogo é fazer uma análise da situação do educando para poder avaliar as defasagens e suas possíveis causas. Fazer levantamento de hipóteses através da análise de todo material coletado, informações, anamnese, material escolar e sintomas que o educando apresenta, ouvindo a queixa da família e da escola. Torna-se necessário que o psicopedagogo tenha conhecimento em aspectos neurofisiológicos, afetivos, cognitivos e social, entender a modalidade de aprendizagem do educando e o vínculo que o mesmo estabelece com a aprendizagem, consigo mesmo e com o outro. O psicopedagogo procura compreender o sujeito em suas várias dimensões auxiliando-o a superar as dificuldades que impeçam seu desenvolvimento adequado.

Desenvolvimento

A Psicopedagogia surgiu da necessidade de atendimento a crianças que apresentavam dificuldades relacionadas à educação, especificamente a aprendizagem, tanto no fator cognitivo, quanto no fator social. Procurava compreender essas dificuldades buscando avaliar e diagnosticar essas crianças, fisicamente e psiquicamente. Neste processo de conhecimento envolveu profissionais de diversas áreas do conhecimento, estes eram: professores, psicólogos, médicos, fonoaudiólogos. A história mostra que nesta primeira fase da Psicopedagogia, o diagnóstico sempre era inerente ao educando, focando a dificuldade toda na criança, argumentava-se que nela estava o problema, em seguida a intervenção era encaminhar esta criança para atendimento especializado. Os primeiros centros “psicopedagógicos” contavam com equipes de pedagogos, médicos, psicanalistas, psicólogos, psicomotricistas. Quem era responsável pelo diagnóstico era o médico, o foco do diagnóstico pedagógico nesses centros era encontrar as inadaptações escolares, sociais e corrigi-las.


Com o desenvolvimento da atuação psicopedagógico através dos estudos, atuação e reflexões fizeram esses profissionais compreenderem que não podia reduzir as dificuldades de aprendizagem unicamente a uma patologia que o educando apresentava. A escola enfrentava um percentual alto de fracasso escolar, e isto trouxe novas indagações sobre os déficits de aprendizagem. O fracasso escolar tornou-se uma contradição frente à crença do diagnóstico inerente somente ao educando, contribuindo assim para a Psicopedagogia entrar em uma nova fase. A Psicopedagogia no Brasil passou por fases semelhantes as que ocorreram na Europa, porém décadas depois. As primeiras atividades da psicopedagoga no Brasil eram voltadas ao atendimento a educandos com dificuldades para aprender, essas em sua maioria eram atribuídas á algum transtorno ou distúrbio do educando, em consequência desse pensamento, focava-se as dificuldades inerentes ao aluno. Esse tipo de diagnóstico também trouxe discussões no Brasil, dando inicio também aqui, as mudanças da atuação do psicopedagogo.

Com essa mudança de paradigma, buscava-se compreender questões relacionadas a essas dificuldades, o estudo de varias áreas do conhecimento como: a pedagogia, psicologia, neurologia e psicomotricidade. Passaram a está no currículo de estudo da psicopedagogia auxiliando na formação mais completa desse profissional, buscando formar uma identidade na atuação e formação desses profissionais. Surgem cursos de extensão para professores brasileiros com experiência em atendimento a crianças com dificuldades escolares e professores estrangeiros, advindos da França e Argentina.

O psicopedagogo é o profissional que tem em sua formação, as informações de diferentes áreas de conhecimentos: Pedagogia, Psicologia, neurologia e Fonoaudiologia. O desenvolvimento da identidade da atuação psicopedagógica ocorre entre os diferentes personagens do processo histórico entrelaçando a estas camadas cognitivas e afetivas. A partir da década de 70, os cursos de especialização começam a surgir, estes contavam no seu corpo docente, com profissionais experientes na área de educação, da psicologia, de aconselhamento escolar e em aprendizagem. Cresceu a necessidade de pesquisas sobre aprendizagem e sobre alunos de escolas públicas, para dar embasamento teórico aos cursos de psicopedagogia que proliferavam por todo país. Imagina-se que as soluções psicopedagógicas de muitos problemas da educação escolar são novas, mas já se notava as relações da psicologia com a pedagogia, no Brasil desde antes a década de 70, eram os esforços que surgiam para auxiliar nos déficits de aprendizagem. A educação tornou-se um campo com necessidade de conhecimento científico fazendo a relação com a psicologia, indicando questões psicopedagógicos próprias da esfera educacional, trazendo como consequência a reivindicação para regulamentar a psicopedagogia como profissão.

A partir da década de 70, assinalava essa mudança de enfoque no diagnóstico psicopedagógico. Após as mudanças de abordagem diagnóstica, a psicopedagogia passa a ver a escola como um organismo vivo, percebe-se que esta faz parte de uma comunidade ligada a valores, culturas, linguagem e padrões de comportamento e inserido nesta escola esta o aluno. Essas nuancem passaram a serem pesquisadas, pois se compreendia que fatores intra-escolares, de ordem social, afetivos, econômico e políticos estavam envolvidas na aprendizagem e influenciavam diretamente no educando. Não se tratava de negar a existência de distúrbios ou transtornos que desencadeavam dificuldades de aprendizagem, mas com o amadurecimento da própria psicopedagogia e o melhoramento de sua atuação passa-se a perceber que estes casos constituíam uma pequena porcentagem dos fracassos escolares. A Psicopedagogia pôde ampliar, após esta constatação, seu campo de atuação, deixando de focar o problema somente no educando para focalizar em todo um meio externo e interno que poderia influenciar diretamente na aprendizagem do individuo, tornando a atuação da psicopedagogia muito mais ampla, formando sua identidade.

Ao mesmo tempo, entendemos que a avaliação psicopedagógico deve nos permitir dispor de informações relevantes não apenas em relação às dificuldades apresentadas por um determinado aluno ou grupo de alunos, por um professor ou alguns pais, mas também as suas capacidades e potencialidades. Desse modo, não falamos de deficiência nem de dificuldades, mas sim de necessidades educativas dos alunos que, necessariamente, devem ser traduzidas em situações passíveis de melhora e na concretização de suporte. Na mesma linha, consideramos que a interação estabelecida pelos alunos nos diferentes contextos (sala de aula, família, meio social mais amplo) determina tanto suas competências e habilidades quanto a definição do auxílio necessita. (SÁNCHEZ, 2008, p.15)

 

No decorrer da história observa-se no campo da Psicopedagogia, profissionais buscando formação que os instrumentalize a lidar com os problemas de aprendizagem. A Psicopedagogia que inicialmente reúne um conjunto de profissionais respondendo a uma mesma demanda, as dificuldades encontradas em relação ao processo de aprendizagem, agora a história apresenta o desenvolvimento da identidade de uma nova área de conhecimento, a Psicopedagogia, que surge dando respostas às antigas instituições já cristalizadas, que não conseguiam atender à demanda de indivíduos com dificuldades de aprendizagem. Adquire uma maior autonomia em relação aos modelos oferecidos, e com isto vai adquirindo uma prática própria, construindo sua identidade, definindo sua atuação. Na prática, o psicopedagogo tem como modelo, funções assumidas tanto pelo psicólogo no que refere na atuação clínica, como do pedagogo, que trabalha com aprendizagem. Historicamente é a partir destes modelos que surge a identidade do psicopedagogo com uma especificidade que lhe é própria.

            

A atuação dos profissionais que lidam com as dificuldades de aprendizagem, psicopedagogos, através de sua ação no cotidiano escolar pôde construir sua práxis, estabelecendo estudos e métodos, apresentando elementos que possibilitaram a reflexão da atuação educacional. A psicopedagogia não possui um corpo teórico sistematizado que fundamente especificamente a sua prática, esta recorre às diversas áreas do conhecimento apresentando uma caraterística interdisciplinar da atuação psicopedagógico, mas deve-se ter a preocupação de não permitir que a soma de conhecimentos configurasse pontos soltos sem conexão que não proporcione a reflexão sobre a prática psicopedagógico e sobre sua práxis. Apresenta assim a avaliação psicopedagógica como uma investigação do processo de aprendizagem do indivíduo visando entender a origem da dificuldade, transtornos ou distúrbio de aprendizagem.

 

Fazer pensável nossa prática é um propósito comum de toda construção teórica; todavia, além disso, coincide com o próprio objeto da intervenção psicopedagógico, pois a psicopedagogia tem como propósito abrir espaços objetivos e subjetivos de autoria de pensamento; fazer pensável as situações, o que não é fácil, já que o pensamento não é somente produção cognitiva, mas é um entrelaçamento inteligência-desejo, dramatizado, representado, mostrado e produzido em um corpo. Por isso, muito mais importante que os conteúdos pensados são o espaço que possibilita fazer pensável um determinado conteúdo. Para esse lugar estaremos dirigindo nossa intervenção, nosso olhar. (FERNÁNDEZ, 2001, p. 55)

 

 A avaliação psicopedagógica é um dos recursos utilizado para planeja a intervenção. È nela que fundamenta as analises e decisões que serão aplicadas na prevenção ou solução das dificuldades dos educandos, auxiliando estes a melhorarem, dando oportunidade para que se desenvolvam de maneira plena estimulando seu potencial de aprendizagem. A avaliação é a investigação do processo de aprendizagem do educando, tendo como intenção compreender a origem da dificuldade ou distúrbio apresentado pelo avaliado. As etapas desta avaliação passam pela entrevista inicial com os responsáveis pelo educando, aplicação de atividades que poderão avaliar e ajudar o psicopedagogo a compreender os processos de ensino/aprendizagem do avaliado, análise do material escolar, avaliar áreas de competência e dificuldades apresentadas. Avaliar dificuldades ou um distúrbio de aprendizagem não é uma tarefa fácil, para fazê-lo de modo eficiente, o psicopedagogo necessitará da participação de uma equipe multidisciplinar, necessitando de diferentes olhares e instrumentos de avaliação.

É de extrema relevância detectar, através do diagnóstico, o momento da vida da criança em que se iniciam os problemas de aprendizagem. Do ponto de vista da intervenção, faz muita diferença constatarmos que as dificuldades de aprendizagem se iniciam com o ingresso na escola, pois pode ser um forte indício de que a problemática tinha como causa fatores intra-escolares (BOSSA, 2000, p. 101).

Faz parte da atuação psicopedagógica, organizar os dados obtidos e analisar aspectos envolvidos no processo de aprendizagem de forma objetiva, imparcial. Esse processo envolve interdisciplinaridade relacionando ao trabalho do psicopedagogo informações advindo de áreas de conhecimento como pedagogia, neurologia e psicologia, para possibilitar a investigação de fatores relevantes que possa levar a identificação da causa real do problema. Para isso o psicopedagogo necessita de conhecimento teórico que embase sua prática, a formação do profissional psicopedagógico não cessa, sua atuação deve ser refletida sempre. O diagnóstico deverá ser um norteador para fundamentar a intervenção do déficit encontrado, este deve acima de tudo apontar as potencialidades do educando. O diagnóstico não é somente pontuar o que tem o educando, mas como este pode ser auxiliado a se desenvolver de maneira adequada as suas potencialidades.

Umas das funções do psicopedagogo é elabora um laudo técnico, apresentando a constatação de que a educando possui algum tipo de dificuldade na aprendizagem, porém um diagnóstico fechado, dizendo se a criança tem ou não determinado distúrbio, transtorno ou déficit precisa ser feito por um especialista. Esse diagnóstico deve ser um processo de análise, investigação e reflexão, e muitas vezes essas dificuldades são normalmente detectadas quando ela é inserida no ensino regular.  Uma vez realizada essa constatação, deve-se investigar sua causa e isso deve ser feito por uma equipe multidisciplinar, colaborando com olhares diferenciados, para isso, deve-se usar todos os instrumentos necessários para esse fim. A avaliação psicopedagógica é acompanhada da intervenção, que apresenta a possibilidade do potencial do educando dando início a um processo de superação das dificuldades. O foco diagnóstico é encontrar os possíveis obstáculos que estão dificultando o processo de aprendizagem do individuo. O objetivo desta etapa no trabalho do psicopedagogo é obter uma compreensão global da forma de aprender do educando e os desvios que estão ocorrendo neste processo, assim o profissional poderá realizar um prognóstico sólido, adequado ao nível de desenvolvimento do individuo, tendo como foco auxiliar a superação do problema de aprendizagem.

Neste sentido, o psicopedagogo pode auxiliar os alunos a lidarem com suas dificuldades e déficits de aprendizagem, compreenderem o processo escolar, auxiliando nas defasagens (queima de etapas) ou distúrbios e a descobrirem seus potenciais. O psicopedagogo pode oferecer a estes educandos a possibilidade de resgatar a própria autoestima, estimulando-os, tendo como consequência educandos que terão motivação para a aprendizagem.  Ajudá-los a acreditar que através de seu próprio esforço podem aprender e se desenvolver, apresentando a eles suas próprias capacidades. O trabalho com indivíduos que apresentam dificuldades de aprendizagem constitui uma dentre as várias razões que levam pedagogos, psicólogos e outros profissionais que trabalham com desenvolvimento a aprofundarem seus conhecimentos sobre a função, as necessidades, as peculiaridades, a prática e o campo de atuação da intervenção psicopedagógica. Estes profissionais esperam que ao final do processo de intervenção tenham contribuído com o desenvolvimento destes educandos. Um dos fatores que se mantêm como ponto de solução para os velhos problemas da educação escolar é a qualidade da formação de profissionais do nível superior preparados para atuarem na educação e a necessidade de uma equipe multidisciplinar para que os problemas da educação sejam tratados por diversos profissionais, incluído o psicopedagogo. 

Considerações finais:

A psicopedagogia surge da necessidade de compreender o processo de aprendizagem, mediante a análise, ação reflexiva e superação dos obstáculos que se interpõem ao pleno desenvolvimento cognitivo. A intervenção psicopedagógico apresenta uma contribuição mais consistente no enfoque pedagógico. Através do enfoque psicopedagógico compreende-se que o processo de aprendizagem do educando é um processo abrangente que implica vários eixos de estruturação: afetivos, cognitivos, motores, sociais, econômicos, políticos.

 Acreditar que a dificuldade de aprendizagem é responsabilidade exclusiva do aluno, ou da família, ou somente da escola é, no mínimo, uma atitude ingênua perante a grandiosidade que é a complexidade do aprender. É nesse quadro que proponho a avaliação e o diagnóstico psicopedagógico pautado no compromisso de promover desenvolvimento, autoestima e condições de maturidade emocional para resolver problemas e amadurecer o ser cognoscente, uma vez que a avaliação psicopedagógica deve ser um processo dinâmico que promoverá o desenvolvimento. (MORAES, 2010, p.14)

É fundamental que atuação psicopedagógica seja compreendida, assim também como a formação da identidade deste profissional e a importância do seu papel como psicopedagogo na escola, na clínica, nas instituições. Deve-se buscar o conhecimento da melhor formação que habilitara este profissional a exercer sua função, considerar as diferentes formações, em nível de graduação dos psicopedagogos, e como essa formação interfere em sua prática profissional e na construção de sua identidade. Cabe aqui salientar a importância de ampliar o campo de estudos e pesquisas que proporcione melhor embasamento teórico a psicopedagogia, tanto para formação da prática quanto na formação da própria identidade desses profissionais. Ressalta-se que este profissional pode não apenas auxiliar aqueles educandos que passam pelo o baixo rendimento escolar, como também pode trabalhar na prevenção de possíveis problemas, dificuldades ou déficits no processo de ensino aprendizagem.

 

Referencias

BOSSA, Nádia Aparecida. A psicopedagogia no Brasil: contribuições a partir da prática. 2. ed. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.

COUTINHO , Karyne Dias. A EMERGÊNCIA DA PSICOPEDAGOGIA NO BRASIL. Porto Alegre 2008. 219 p. Tese para Doutorado em Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 

FERNÁNDEZ, Alicia. O saber em jogo: A psicopedagogia propiciando autorias de pensamento. Porto Alegre: Artmed Editora, 2001.

GONÇALVES, Luciana dos Santos.  Psicopedagogia: Formação, Identidade e Atuação Profissional. Disponível em: <file:///C:/Users/hulk%20esmaga/Downloads/Luciana%20dos%20Santos%20Goncalves.pdf> Acesso 06 de Novembro de 2015.

MARTINI, Mirella Lopez. Psicopedagogia: Algumas Considerações Teóricas e Práticas. Disponível em: <http://site.unitau.br/scripts/prppg/humanas/download/psicopedagogia-N1-1999.pdf> Acesso 05 de Novembro de 2015.

MASINI, Elcie F. Salzano. Formação profissional em Psicopedagogia: embates e desafios. REVISTA PSICOPEDAGOGIA.  São Paulo. vol. 23 no.72-2006.

MENDES, Mônica Hoehne. Psicopedagogia – uma identidade em construção. CONSTRUÇÃO PSICOPEDAGÓGICA. São Paulo. v.14 n.1- dezembro. 2006.

MORAES, Deisy Nara. Diagnóstico e avaliação psicopedagógica.  REVISTA de EDUCAÇÃO IDEAU, Rio Grande do Sul. v.5 - n.10 - Janeiro - Junho 2010.

SASS, Odair. Problemas da educação: o caso da psicopedagogia. EDUCAÇÃO & SOCIEDADE. Campinas. v.24 n.85- dezembro 2003.

SÁNCHEZ-CANO, Manuel et al. Avaliação Psicopedagógica. Porto Alegre: Artmed, 2008.

Autor:
Perfil profissional e acadêmico atualizado: Graduada em Pedagogia-UNOPAR. Pós-graduada em Psicopedagogia Institucional e Clínica-CENSUPEG. Especialista em Neuropsicopedagogia e educação especial inclusiva-CENSUPEG. Pós graduada em Atendimento Educacional Especializado -UCAMPROMINAS. Atua no Núcleo de Atendimento Neuropsicopedagógico – NAN. Funcionária efetiva do estado de Minas Gerais com o cargo de Especialista da Sala de Recurso/ A.E.E. Palestrante na área de neurociências cognitiva. Cursos de extensão em Neurociência Básica - Introdução ao Estudo do Sistema Nervoso – UFMG. Neuropsicofarmacologia: Sistemas Neuroquímicos e Psicopatologias-UFMG. Neuroimunoendocrinologia/Hormônios, Estresse e Imunidade – UFMG. Distúrbios e transtornos de aprendizagem – UNOPAR. Associada a Sociedade Brasileira de Neuropsicopedagogia - SBNPp sobe o número 00.544, associada a Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento – SBNC; Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Professora Orientadora; Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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