O presente trabalho teve como objetivo fazer um levantamento acerca das pesquisas publicadas utilizando o teste de Bender, para isso buscou-se organizar os trabalhos encontrados pelo ano de publicação, tipo de estudo (teórico ou empírico), filiação institucional dos autores e tipo de amostra utilizada.


Resumo

O presente trabalho teve como objetivo fazer um levantamento acerca das pesquisas publicadas utilizando o teste de Bender, para isso buscou-se organizar os trabalhos encontrados pelo ano de publicação, tipo de estudo (teórico ou empírico), filiação institucional dos autores e tipo de amostra utilizada. Esse teste foi construído por Lauretta Bender para a avaliação percepto-motora, sendo composto por nove lâminas ou cartões. Nessa pesquisa foram utilizadas as bases de dados

Scielo, BVS-Psi e PEPSIC. Foram encontrados 28 trabalhos, sendo a maioria das publicações no ano de 2008 (21,4%), havendo predominância de trabalhos empíricos (78,6%), realizados por pesquisadores da Universidade de São Francisco (51,8%) e utilizando amostras de crianças de 7 a 10 anos. Os resultados sugerem que as pesquisas sobre o teste de Bender no Brasil são, de fato, ainda muito incipientes, apesar de o aumento da produção científica sobre esse assunto ter avançado nos últimos anos.

Palavras-chave: teste de bender, avaliação psicológica, gestalt.

Abstract

 The present work had as objective to make a survey of published research using Bender's test, for it sought to organize the found works by year of publication, type of study (theoretical or empirical), method (quantitative or qualitative), institutional member ship of author sand type of sample used. This test was constructed by Lauretta Bender for perceptual-motor evaluation, it's composed of nine blades or cards. In this study we used the database: Scielo and BVS-Psi PEPSIC. Found 28 jobs, most of the publications in 2008 (21.4%), and the predominance of empirical work (78.6%), conducted by researcher sat the University of San Francisco (51.8%), using samples of children 7-10 years. Os resultados sugerem que as pesquisas sobre o teste de Bender no Brasil são, de fato, ainda muito incipientes, mesmo que o aumento da produção científica sobre esse assunto tenha avançado nos últimos anos.

Key-words: Bender's test, avaliação psicológica, gestalt.

Introdução

O ser humano em seu cotidiano realiza diversas avaliações. Estas avaliações, assim como a avaliação psicológica, visam à organização do comportamento humano. Entretanto, ela difere da primeira devido ao seu caráter científico (Pasquali, 2001). De acordo com esse mesmo autor, a avaliação psicológica preserva características cientificas, como a confiabilidade e validade das observações. Assim como, as inferências resultantes da mesma por meio testes de hipóteses e de inferência.

Noronha (1999) descreve a avaliação psicológica como um processo que pode, não necessariamente, valer-se do uso de testes com características psicométricas adequadas para se chegar ao objetivo de interesse. Logo, esta avaliação deve ser feita a partir de um processo em conjunto com a utilização de técnicas adequadas, visando a realização de um diagnóstico válido para cada caso e uma intervenção satisfatória. Nesse sentido, a avaliação psicológica difere dos testes psicológicos, pois estes são considerados uma das variadas técnicas da avaliação psicológica, consistindo em uma atividade estritamente exercida pelos profissionais de Psicologia (Pasquali, 2001).

O Psicólogo durante a avaliação psicológica pode utilizar variados recursos para chegar a determinada informação proposta na investigação, sendo eles: a coleta de dados, aplicação de instrumentos e as mais variadas formas de medidas. Dessa maneira, está inserida nesse processo a utilização de diversas ferramentas para a identificação de aspectos relacionados à pessoa, ao ambiente e à relação entre os dois (Capitão, Scortegagna &  Baptista, 2005).

No contexto clínico, a avaliação psicológica é conhecida como um processo caracterizado pelo psicodiagnóstico (Cunha, 2000). Este é feito a partir da utilização de técnicas psicológicas, que visam à classificação e descrição do comportamento dos sujeitos para poder situá-los em tipologias. A partir disso, o profissional consegue as informações necessárias ao prognóstico do indivíduo (Pasquali, 2001). Algumas etapas para identificar e avaliar características próprias a cada sujeito fazem parte desse processo. Dentre elas, estão: a entrevista inicial, a administração dos testes e, por último, a entrevista devolutiva (Nunes, citado por Cunha, 2000).

Segundo Grassano (1996), o psicodiagnóstico constitui-se de várias entrevistas realizadas durante o processo de investigação, tendo elas aplicabilidade em diversas áreas da psicologia, por exemplo, área clínica, educacional e organizacional. Tais entrevistas têm um tempo de duração limitado que vai desde o momento em que o paciente chega para o atendimento psicológico até a devolução das informações solicitadas por ele ou pelo responsável, no caso de criança.

Um dos testes psicológicos utilizados no psicodiagnóstico é o desenvolvido por Lauretta Bender, em 1938, para avaliar a maturidade percepto-motora. Desde então, o teste de Bender tem sido estudado pela Psicologia como um instrumento que auxilia na predição do desempenho escolar (Kacero, 2005). Este teste pode ser administrado de forma individual ou coletiva, podendo ser aplicado em pessoas com quatro anos ou mais (Chueiri, 2004). O fato de que esse teste não pode ser aplicado a menores de quatro anos, como apontado por Bender (1938), pode dever-se ao fato de que o modo de reprodução das figuras depende de características biológicas e da ação sensório-motora. Estas mudam de acordo com o processo de desenvolvimento natural do indivíduo, assim como de desenvolvimentos não-normais (organicamente induzidos) e em situações de patologias.  

De acordo com Cunha (1991), Lauretta Bender buscava estudar a inteligência de crianças e vários quadros clínicos (inclusive transtornos orgânicos-cerebrais). Para isso ela iniciou suas investigações usando vários desenhos de Wertheimer. Os resultados dessas pesquisas realizadas por Bender, em 1938, foram divulgados em uma revista científica em 1955. No entanto, a partir de 1946 as lâminas ou cartões foram produzidos em série.

O instrumento consiste em nove figuras geométricas (A, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 e 8) nas cores pretas e brancas (Kacero, 2005). As imagens são compostas por linhas contínuas ou pontos, curvas sinuosas ou ângulos. Todas as figuras do teste são baseadas em três princípios elementares da Gestalt: princípio do Fechamento, da Proximidade e da Continuidade (Da Silva & Nunes, 2007).

O Princípio do Fechamento refere-se ao fato de elementos estarem agrupados e parecerem se completar, de forma que nossa mente vê um objeto completo mesmo quando não há um. Já o princípio da Proximidade sugere que determinados elementos são agrupados em função da distância a que se encontram uns dos outros, ou seja, elementos que estão mais perto de outros numa região tendem a ser percebidos como um grupo. Por fim, o princípio da Continuidade indica que pontos que estão em sentido da formação de uma linha reta ou curva, são vistos como uma só figura, ao invés de linhas e ângulos separados (Da Silva &  Nunes, 2007).

Desde a década de 1950, estudos são realizados no território nacional com esse instrumento, tanto em relação aos aspectos clínicos como ao educacional. No entanto, apenas nos anos 80 surgiram estudos que visavam normatizar os dados para as crianças brasileiras (Rodrigues & Macedo, 2004).

No contexto brasileiro, o mais conhecido sistema de correção do teste de Bender é o de Koppitz, criado em 1963 (Rueda, Suehiro & Silva, 2008). Koppitz (1963, 1975) buscou fazer a distinção dos erros presentes nos desenhos dos erros realizados em função da imaturidade perceptiva e dos fatores emocionais, tomando como base a aprendizagem das funções gestálticas como uma evolução.

Apesar desse sistema de correção ser utilizado em diferentes estudos, ele foi alvo de muitas críticas como, por exemplo, o questionamento feito por Buckley (1978). Este sugeriu que esse sistema de interpretação não possui evidências de validade para todos os fins que tem sido indicado, a saber, a predição de rendimento escolar e problemas neurológicos. Além disso, Simpson e Shapiro (1995) apontaram a existência de limitações na interpretação da pontuação obtida nos sistemas de correção, o que geraria problemas no seu uso para o diagnóstico neuropsicológico, bem como na identificação de aspectos desenvolvimentais.

Como dito anteriormente, estudos indicam que o teste de Bender pode ser aplicado para a avaliação do desenvolvimento percepto-motor. Diante disso, algumas pesquisas apontam para a existência de correlações positivas entre os dados obtidos no Bender e testes de avaliação percepto-motora, inteligência e personalidade (McCarron & Horn, 1979; Sohlberg, 1985; Harper, 1998). Outra função desse teste, apontada por Machado (1978), consiste na avaliação de habilidades visoconstrutivas. Além disso, Britto e Santos (1996) desenvolveram uma pesquisa com 398 crianças brasileiras, nesta verificaram a capacidade do teste de Bender em captar aspectos psicopatológicos. Os autores atentaram para essa informação salientando que deve-se levar em consideração a idade e o gênero no Brasil no momento de avaliação.

Em pesquisa realizada por Mazzeschi e Lis (1999), foi encontrado que a média de erros diminuía em função da idade, no entanto o mesmo não ocorreu em quanto às diferenças significativas com relação às variáveis étnicas, regionais ou socioculturais. Resultados similares foram obtidos em um estudo realizado com crianças, este verificou que quanto maior a idade do indivíduo menor a deformação vista nas figuras do teste Bender, havendo assim uma correlação negativa entre a idade e a deformação vista (Sisto, Noronha & Santos, 2003).

O teste de Bender foi estudado pode Pinelli Jr. (1990) em função da sua consistência interna. Nesse estudo apenas quatro fatores se apresentaram adequadamente, sugerindo que os itens deveriam ser organizados de outra forma e atentando para o grande número de itens por fator. Diante disso, ele aplicou análise fatorial no sistema de correção de Koppitz.

Estudo acerca do teste de Bender revelou correlações positivas e significativas deste com o desempenho escolar. Não obstante, obteve uma baixa relação negativa, já que o teste lida com erros, ignorando os acertos (Pereira & Alves, 2002). Esses baixos escores sugerem uma lentidão em relação à aprendizagem ou imaturidade natural que se recuperará ao longo do ano letivo, não significando necessariamente dificuldade para a aprendizagem (Koppitz, 1975). Tais informações estão de acordo com os achados na literatura que relatam que o treinamento gráfico não é o bastante para a aprendizagem da leitura e da escrita da criança (Pereira & Alves, 2002).

Handler & McIntosh (1971) apontam para a utilidade do teste de Bender em identificar a agressividade. Para o estudo dessa temática, este apresenta-se mais eficiente do que outras técnicas como, por exemplo, a observação comportamental. Ademais, estudos realizados por Hutt, Dates e Reid (1977) sugerem que o teste de Bender não pode ser usado para predição de comportamentos individuais, tendo em vista que os pesquisadores não encontraram diferenças na comparação de delinquentes e crianças com e sem distúrbios.

De acordo com as informações encontradas nas pesquisas supracitadas pode-se perceber a vasta utilização deste em estudos de diversos construtos. Bem como variados campos. Diante disso, percebe-se a relevância da presente pesquisa, assim como de projetos de revisão acerca das propriedades do teste de Bender.

Método

Para levantamento dos trabalhos publicados sobre o teste de Bender, pesquisaram-se, nas bases de dados Scielo, BVS-Psi e PEPSIC, utilizando-se como descritores as palavras-chave “Bender” e “Teste de Bender”, com os seguintes critérios de inclusão: artigos que trouxessem em seu título ou corpo alguma referência ao Teste de Bender, com período de publicações entre os anos de 2000 a 2014.

Inicialmente, foi realizada uma leitura dos artigos encontrados, com o intuito de verificar aqueles que abordavam a temática escolhida, de forma que, foram encontrados 31 trabalhos. Depois, todos os artigos foram lidos, a fim de identificar ano de publicação, tipo de estudo (teórico ou empírico), autoria (filiação institucional), método (quantitativo ou qualitativo) e amostra. Posteriormente, as frequências e porcentagens foram calculadas.

Resultados

O primeiro dado analisado refere-se ao ano da publicação dos trabalhos. Com essas análises, foram encontrados artigos publicados entre os anos de 2002 e 2013. Pode-se verificar que a partir de 2008 se concentrou a maior parte das publicações (21,4%), demonstrando um grande interesse pelo tema. O ano de 2007 também obtive um número significativo de publicações (14,3%). Na pesquisa realizada encontraram-se apenas 28 artigos de periódicos nos últimos quinze anos (média de 1,87 artigos de periódicos por ano), sugerindo que o teste de Bender é um instrumento que ainda não foi bem explorado pelos estudiosos da psicologia. Ver tabela 1 a seguir.

Tabela 1. Distribuição dos artigos acerca do teste de Bender em relação ao ano de publicação.

Ano

Artigos

 

F

%

2000

-

-

2001

-

0-

2002

1

03,6

2003

2

07,1

2004

3

10,7

2005

3

10,7

2006

2

07,1

2007

4

14,3

2008

6

21,4

2009

1

03,6

2010

2

07,1

2011

1

03,6

2012

2

07,1

2013

1

03,6

2014

-

-

Total

28

100

Nota: f = frequência; % = porcentagem.

A segunda análise buscou investigar o tipo de estudo (teórico ou empírico), sendo possível constatar uma predominância de trabalhos empíricos (78,6%). Dentre esses, todos utilizaram o método quantitativo, tendo em vista as características do teste de Bender. Ver tabela 2.

Tabela 2. Distribuição dos artigos acerca do teste de Bender em relação ao método adotado.

Método

Artigos

 

F

%

Teórico

6

21,4

Empírico

22

78,6

Total

28

100

Nota: f = frequência; % = porcentagem.

Posteriormente, investigou-se a filiação institucional dos primeiros autores dos trabalhos, verificando-se que a maior parte dos artigos foram desenvolvidos por pesquisadores pertencentes à Universidade de São Francisco (51,8%). Contudo em um dos artigos não havia informação sobre a vinculação institucional do autor. Ver tabela 3.

Tabela 3. Distribuição dos artigos acerca do teste de Bender em relação à filiação institucional.

Filiação Institucional

Artigos

 

F

%

Universidade Presbiteriana Mackenzie

1

3,7

Universidade Federal de Minas Gerais

2

7,4

UNISAL – Faculdade Politécnica de Jundiaí

1

3,7

Universidade de Brasília

1

3,7

Universidade de Santo Amaro

1

3,7

Universidade de Santa Cruz do Sul

2

7,4

Universidade Federal do Mato Grosso

1

3,7

Faculdade Ciências Médicas – UNICAMP

1

3,7

Universidade Estadual de Campinas

1

3,7

Universidade Federal do Recôncavo da Bahia

1

3,7

PUC Rio Grande do Sul

1

3,7

Universidade São Francisco

           14

           51,8

Total

27

100

 

Nota: f = frequência; % = porcentagem.

Quanto ao tipo de amostra utilizada nas pesquisas com o teste de Bender, nos artigos encontrados a maioria foi composta por crianças com faixa etária de 7 a 10 anos.

Discussão e Conclusão

Os resultados do levantamento das pesquisas sobre o Teste de Bender confirmam que o mesmo se apresenta como uma útil ferramenta para avaliar as funções percepto-motoras, atentando-se para o fato da sua capacidade de avaliação da inteligência, quadros clínicos e aprendizagem, agressividade entre outros aspectos. Apesar da diversidade de áreas em que o teste de Bender pode ser utilizado, bem como o número de construtos que o mesmo pode avaliar, percebe-se que a pesquisa sobre ele ainda é muito incipiente.

Os resultados reforçam a necessidade de mais estudos que utilizem uma maior diversidade amostral, não se restringindo apenas à infância. Percebeu-se também uma concentração de artigos produzidos por pesquisadores vinculados a Universidade de São Francisco fato que merece uma investigação mais aprofundada, bem como ressalta a necessidade de que estudiosos de outras abordagens se dediquem ao estudo desse tema.

         O fato do ano de 2008 ter sido o de maior número de publicação, pode dever-se ao fato de que em 2005 o Conselho Federal de Psicologia se mostrou favorável a aplicação do teste do Brasil. Ademais, Ainda que este estudo possa colaborar para um maior conhecimento das práticas que vêm sendo desenvolvidas em relação ao uso do Teste de Bender, recomendam-se novos estudos que utilizem outras estratégias de busca (como: utilização de outras bases e/ou outros descritores), diferentes das que foram realizadas. Afinal, a avaliação psicológica só ultrapassará os desafios que surgem através do empenho em conjunto dos pesquisadores.

Referências

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Autoras

Arlene Kely Alves de Amorim: Mestre em Psicologia Social pela Universidade Federal da Paraíba. E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

C.V: http://lattes.cnpq.br/361932198175060

Cleonides Silva Dias Gusmão: Doutoranda em Psicologia Social pela Universidade Federal da Paraíba. Tel.: E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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