O objetivo do presente trabalho consistiu em fazer uma avaliação do nível de saúde geral de uma amostra de mulheres idosas de uma instituição de acolhimento localizada na cidade de João Pessoa.

Resumo

O objetivo do presente trabalho consistiu em fazer uma avaliação do nível de saúde geral de uma amostra de mulheres idosas de uma instituição de acolhimento localizada na cidade de João Pessoa. Tendo em vista que, o envelhecimento é umentendido como uma fase que envolve as esferas biológica, psíquica e social. É nessa fase também que ocorre uma progressiva perda da capacidade de adaptação e o aumento da vulnerabilidade das funções do indivíduo. Nesse sentido, a pesquisa foi realizada com 10 idosas institucionalizadas, com idade média de 73,90 anos (DP = 8,54). Tais participantes responderam aos seguintes instrumentos:a) Questionário de Saúde Geral – QSG-12; b) Questionário Sociodemográfico;c)Dinâmica de Intervenção: Além dos questionários, foi realizada uma dinâmica de intervenção na qual utilizou-se imagens, desenhos, fotografias e palavras que representassem momentos bons ou coisas boas, bem como coisas ruins. Os dados quantitativos foram analisados por meio do SPSS versão 18. A análise qualitativa foi efetuada selecionando os três temas que mais apareceram durante a dinâmica.Os resultados encontradosna parte quantitativa e na parte da dinâmica, corroboram pesquisas anteriores que relatam a importância das boas relações interpessoais na saúde mental dos idosos. Não obstante,ainda na análise quantitativa observou-se que as idosas que não possuem contato familiar pontuaram mais no fator Depressão do que as idosas que possuem contato. Ademais, sugere-se a realização de mais pesquisas que possam auxiliar no entendimento do QSG em idosos.

Palavras-chave: avaliação, idosos, saúde

Abstract

The aim of this study is to evaluate the general health status of a sample of women of the asylumlocated in the city of João Pessoa.Considering that aging is perceived as a stage that involves biological, psychological and social spheres.It is also at this stage that there is a progressive loss of adaptability and increased vulnerability of the individual functions.In this sense, the survey was conducted with 10 elderly institutionalized, with a mean age of 73.90 years (SD = 8.54).Such participants answered the following instruments:a) General Health Questionnaire - GHQ12;b) Questionnaire Sociodemographic;c) Intervention Dynamics: In addition to the questionnaires, an intervention dynamics in which we used images was carried out, drawings, photographs and words that represent good times and good things and bad things.Quantitative data were analyzed using SPSS version 18.Qualitative analysis was performed by selecting the three issues that most appeared during dynamic.The results on the quantitative section and in the dynamics corroborate previous research that reported the importance of good interpersonal relationships on mental health of the elderly.Nevertheless, even the quantitative analysis showed that the elderly who have no family contact in Depression score more factor than the elderly who have contact.Furthermore, it is suggested to further research that may assist in the understanding of the GHQ in the elderly.
Key-words: assessment, elderly, health

Introdução

          A humanidade conseguiu alcançar uma grande vitória, sendo ela o aumento do tempo de vida (Costa & Veras, 2003). Assim, o crescimento da população de idosos tem acarretado em impactos na esfera social, econômica, política e cultural(Siqueira, Botelho & Coelho, 2002).

No Brasil, o número de idosos também vem crescendo rapidamente (Barreto, 2006),e tem havido uma crescente procura por serviços de saúde por parte dos idosos, assim como estes têm utilizado tais serviços por mais tempo (Costa & Veras, 2003). Contudo os profissionais da área de saúde apresentam-se como despreparados para o cuidado com essa população(Barreto, 2006).

Segundo a legislação brasileira, é dever da família o cuidado com as pessoas idosas. Porém com as mudanças que ocorreram na estrutura familiar brasileira ao longo de alguns anos como, a inserção da mulher no mercado de trabalho, a utilização dos contraceptivos, redução do tamanho da família e falta de tempo da vida atual são alguns fatores que influenciaram na relação do cuidado. Assim o Estado e o mercado privado passam a dividir com a família as responsabilidades no cuidado com as pessoas idosas. Com a falta de alternativa para as famílias manterem seus idosos em casa e ainda a questão de idosos que não tem referência familiar, isso vem impulsionando a demanda por internações em instituições de longa permanência, sejam elas públicas ou privadas (Camarano & Kanso, 2010).

          Apesar do envelhecimento não ser sinônimo de adoecer, essa faixa etária costuma demandar maiores cuidados com a saúde (Barreto, 2006).De forma que,  envelhecimento é tido como um dos maiores problemas de saúde pública (Costa & Veras, 2003). Nesse sentido, a saúde pública tem como um dos maiores desafios promover o envelhecimento. A princípio o envelhecimento era característica de países desenvolvidos, não obstante, atualmente os países em desenvolvimento conseguiram também alcança-lo (Lima-Costa & Veras, 2003).

Vargas (1981) aponta que o envelhecimento é entendido como um aspecto que envolve as esferas biológica, psíquica e social, interferindo nos diversos aspectos da vida do indivíduo. Esse processo começa nas células, depois passa para os tecidos e por fim para os órgãos, terminando em questões relacionadas ao pensamento. Também é visto como típico dessa fasea progressiva perda da capacidade de adaptação e o aumento da vulnerabilidade de todas as funções do indivíduo (Vargas, 1981). Nesse sentido, o envelhecimento pode ser também entendido como o ato de seguir tentando superar os limites, criando e inovando, mas não é sinônimo de adoecer(Barreto, 2006).

Durante o envelhecimento não ocorrem apenas mudanças biológicas, ocorrem também transformações psicológicas, como a regressão psicológica que diminui a capacidade de assimilação e análise, e aumenta a de síntese (Vargas, 1981). O idoso pode reagir a essas transformações características da velhice de diversas formas: pode encará-lo como um fracasso ou vitória, por adaptação ou defesa, e proteção ou autoafirmação. Ademais, no idoso as transformações biológica, fisiológicas e psíquicas são subjetivamente sentidas (Vargas, 1981).

Importante salientar que, apesar da população idosa no Brasil seguir aumentando, a transição demográfica e epidemiológica brasileira não tem crescido junto com melhorias nas condições socioeconômicas e de assistência à saúde da população. Nessas condições, o idoso brasileiro experimenta muitas dificuldades, desde questões como suporte social inadequado até o deficiente atendimento de saúde (Luft, Sanches, Mazo & Andrade, 2007).

Segundo Siqueira, Botelho e Coelho (2002) houve um crescente interesse pelo tema do envelhecimento nas última décadas, com inúmeras obras publicadas com esse temas.Uma delas, foi a pesquisa realizada por Veloz, Schulze e Camargo (1999) para avaliar qual o tipo de representação social que alguns idosos tinham sobre o envelhecimento. Essa pesquisa revelou que houve três tipos de representação: o primeiro é voltado para uma visão doméstica e feminina, havendo a perda dos laços familiares, o outro tipo de representação enquadra-se em visão masculina, sendo caracterizada como diminuição do ritmo do trabalho, e por fim, a terceira representação mostra o envelhecimento como um desgaste da máquina humana.Outra pesquisaapontou que a ansiedade, depressão e estados de humor são variáveis que influenciam no desenvolvimento de doenças, como as cardiovasculares, ou mesmo as cognitivas (Luft, Sanches, Mazo & Andrade, 2007).

Nesse sentido, tem-se como objetivo do presente trabalho realizar uma avaliação do nível de saúde geral de uma amostra de mulheres idosas residentes em uma instituição de acolhimento localizada na cidade de João Pessoa.

Método

Amostra

A pesquisa foi realizada com u a amostra de conveniência composta por 10 idosas institucionalizadas, com idade média de73,90 anos (DP = 8,543). Os critérios de inclusão para participação na pesquisa foram: não apresentar deficiência intelectual severa e/ou comprometimento cognitivo.

Instrumentos

As participantes responderam um questionário composto das seguintes medidas:

            a) Questionário de Saúde Geral – QSG-12 (Pasquali, Gouveia, Andriola, Miranda & Ramos, 2003): compõe-se de 12 itens, cada item é respondido em termos do quanto a pessoa tem experimentado os sintomas descritos, devendo sua resposta ser dada em uma escala de quatro pontos, no caso de itens que negam a saúde mental, as alternativas de resposta variam de 1 = Absolutamente, não a 4 = Muito mais que de costume; em caso de itens afirmativos, as respostas vão de 1 = Mais que de costume a 4 = Muito menos que de costume.

b) Questionário Sociodemográfico: contendo dados de identificação, tais como, idade, sexo, escolaridade, contato com a família, tempo de institucionalização e etc.

c)Dinâmica de Intervenção: Além desses questionários, foi realizada uma dinâmica de intervenção na qual foram reunidas 7 das 10 participantes que responderam aos instrumentos. O objetivo da atividade era utilizar recursos visuais, imagens, desenhos, fotografias e palavras que representassem momentos bons ou coisas boas, bem como coisas ruins. Para isso utilizou-se revistas de diversos temas, papel ofício, tesouras e cola.

Procedimentos

         Para a aplicação dos instrumentos, as responsáveis pela coleta dos dados visitaram a instituição, falando diretamente com o diretordo local e, solicitando a permissão para aplicar os questionários com as idosas. Com a autorização da instituição, foi exposto sumariamente o objetivo da pesquisa, solicitando a participação voluntária de cada idosa. Em seguida, as aplicadoras estiveram presentes na instituição, auxiliando as idosas no que era preciso durante o processo de aplicação dos questionários. De forma que, foram apresentados os instrumentos, esclarecidos as eventuais dúvidas e conferidos a qualidade geral das respostas emitidas pelas respondentes. Além disso, assegurou-se a todas o anonimato e a confidencialidade das suas respostas, indicando que estas seriam tratadas estatisticamente no seu conjunto.

No que se refere à dinâmica de intervenção, o convite foi feito a todas as idosas, sendo respeitada a vontade de algumas delas que não quiseram participar. Não foi possível fazer a tarefa com todas as idosas que responderam ao Questionário de Saúde Geral anteriormente aplicado. Ao todo participaram da atividade 7 senhoras. Nessa etapa, também doi informado que a participação era voluntária, mas que era de crucial importância a presença de todas.

A proposta de intervenção junto aos idosos aconteceu na sala de reuniões da instituição de acolhimentodurante 30 minutos. O objetivo da atividade foi utilizar recursos visuais, como imagens, desenhos e fotografias, e palavras que representassem momentos bons ou coisas boas, bem como coisas ruins. Dessa forma os conteúdos mais importantes seriam trazidos à tona, além de ser possível observar a dinâmica do relacionamento entre as idosas. Essa intervenção viabilizou um estabelecimento de uma conversa e também o estreitamento da relação entre as alunas e as participantes.

Durante toda a atividade realizou-se a escuta dos temas que mais se sobressaiam, além de intervenções no sentido de conscientizar as participantes de como aqueles conteúdos faziam referência a vida delas. Muitas delas colocaram figuras que representavam sonhos não realizados.

Análise dos Dados

Para a análise dos dados quantitativos, utilizou-se a versão 18 do pacote estatístico SPSS, utilizando-se de análises descritivas (frequência de contato familiar das idosas, avaliação da instituição e renda) e teste de comparação de médias (Test t- Student). A análise qualitativa foi efetuada selecionando os três temas que mais apareceram durante a dinâmica.

Resultados

De acordo com a Tabela 1 abaixo pôde-se notar que o relacionamento das idosas dessa instituição com sua família está presente para a maioria delas, sendo o vínculo familiar não rompido devido a entrada dessas na instituição. Das idosas entrevistadas, 80% (oito idosas) possuía contato com a família.

Tabela1. Frequências do contato familiar das idosas institucionalizadas.

Contato familiar

 

F

%

Sim

8

80

Não

2

20

Total

10

100

 

Nota: f = frequência; % = porcentagem.

Em relação à avaliação da instituição pelas idosas, tem-se que 50% delas avalia a instituição como muito boa, revelando uma satisfação em relação a instituição, 30% a consideram boa, sendo também uma classificação adequada, 10% avaliaram a instituição como regular e por fim, outras 10% consideram a instituição ruim. Em termos gerais, a instituição mostra-se adequada. Ver tabela 2.

Tabela 2. Frequências da avaliação feita da instituição pelas idosas.

Avaliação da Instituição

 

F

%

Ruim

1

10

Regular

1

10

Boa

3

30

Muito Boa

5

50

Total

10

100

 

Nota: f = frequência; % = porcentagem.

Em relação ao salário das idosas, os dados mostraram que a maioria recebe até um salário mínimo (80% que representa oito idosas), enquanto que 20% recebe entre um e três salários mínimos. Assim, pode-se afirmar que a renda dessas idosas no geral é baixa. Ver tabela 3.

Tabela 3. Frequências da renda das idosas institucionalizadas.

Renda

 

F

%

Até um salário mínimo

8

80

Entre 1 e 3 salários mínimos

2

20

Total

10

100

 

Nota: f = frequência; % = porcentagem.

Como pode ser visto na tabela 4 abaixo, as mulheres idosas que não possuem contato familiar obtiveram maior pontuação no fator Depressão (t(8) = 3,08), desvio padrão = 0,12), no construto Saúde Geral, do que as mulheres que possui algum tipo de contato com os familiares (t(8) = 1,95, desvio padrão = 0,60). O teste t independente revelou que, se a hipótese nula fosse verdadeira, tal resultado seria improvável (t(8) = 2,54; p < 0,005). No que se refere ao fator Disfunção Social, não houve diferença estatisticamente significativa.

Tabela 4. Comparação entre as idosas com e sem contato familiar no fator de Depressão

 

Depressão

M

DP

Com contato familiar

1,95

0,60

Sem contato familiar

t            

p                                                                                  

3,98

0,12

2,54

0,03

 

Nota: M = média; DP = desvio padrão; t = test t; p = nível de significância.

Alguns dos temas que emergiram durante a dinâmica do gruposão: família, juventude, bens materiais. Sobre o tema família foram selecionadas imagens de casamentos, de casal, algumas idosas se remeteram à sobrinhas e relembraram suas famílias. Outro tema que surgiu durante a atividade foi bens materiais, algumas faziam referências à casas bonitas e veículos luxuosos, conteúdos que apareciam como sonhos de consumos, outras comentavam com referência à casa em que moravam antes do abrigo.

Discussão e Conclusão

Os resultados demonstrados anteriormente, analisando a parte quantitativa e a parte da dinâmica, corroboram pesquisas anteriores que relatam a importância das boas relações interpessoais na saúde mental dos idosos.No que diz respeito às análises quantitativas, a análise de comparação de médias, efetuada a partir do teste t de Student, demonstra uma diferença significativa nas pontuações, no fator Depressão, entre as idosas que possuem contato familiar e as que não possuem esse vínculo.

 Sobre esse aspecto, Perlini, Leite e Furini (2007) afirmam que essa relação familiar, independentemente dos laços sanguíneos ou parentais, constitui-se uma fonte primária de auxílio e afeto, seja criança, adulto ou idoso. Esses mesmos autores apontam, porém, que as dificuldades de relacionamento com os demais membros da família são um dos principais fatores que influenciam o encaminhamento do idoso para uma instituição de longa permanência. Todavia, parece que, apesar dos desentendimentos, tendo como exemplo as idosas desta amostra, o contato e a relação com os familiares são importantes para essas mulheres.

Do ponto de vista da avaliação da instituição, a maioria das idosas (80%) afirmaram que a mesma possui uma qualidade Boa (30%) e Muito Boa (50%). Essa avaliação positiva, segundo as mesmas participantes da pesquisa, se dá pelas características gerais da instituição, como os quartos individuais ou duplos (proporcionando uma maior privacidade para elas), limpeza adequada do ambiente, e bom vínculo com a coordenadora e diretor.

No que se refere à renda das idosas, oito mulheres, afirmaram possuir renda mensal (aposentadoria) até um salário mínimo. Essa quantia é repassada, cerca de 80%, para a instituição, sendo assinado um contrato a priori.

Por fim, a análise da dinâmica de grupo efetuado com estas mulheres corrobora com as análises quantitativas. O elemento que mais surgiu durante o processo de intervenção com a família. A maioria delas, escolheram figuras que remetiam à relacionamentos familiares, como de noivas e crianças, relatando lembranças de seus parentes, tantos os já falecidos (pais, esposos) quanto os ainda vivos (filhos, sobrinhos).Um segundo tema que surgiu durante a atividade lúdica foi os bens materiais, como carros ou casas. Algumas relataram sonhos de consumo em obter e dirigir um carro luxuoso, demonstrando a presença, ainda, de objetivos e desejos, além de certa vontade de independência, quando há o pensamento de dirigir carros. As que escolheram imagens de casas relataram lembranças e saudade das suas casas que moravam antes de chegar ao abrigo.

Referências

Costa, M. F. L. & Veras, R. (2003). Saúde pública e envelhecimento. Caderno de Saúde Pública, 19 (3), 700-701.

Barreto, S. M. (2006). Envelhecimento: prevenção e promoção da saúde. Caderno de Saúde Pública, 22 (9), 2009-2009.

Luft, C. D. B., Sanches, S. O., Mazo, G. Z.,& Alexandro A (2007). Versão brasileira da Escala de Estresse Percebido: tradução e validação para idosos. Revista de Saúde Pública, 41(4): 606-15.

Veloz, M.C. T.; Schulze, C. M. N.,& Camargo, B. V. (1999). Representações sociais do envelhecimento. Psicologia Reflexão e Crítica, 12 (2), 479-501.

Siqueira, R. L.; Botelho, M. I. V.,& Coelho, F. M. G. (2002). A velhice: algumas considerações teóricas e conceituais. Ciência Saúde Coletiva, 7 (4), 899-906.

Vargas, H. S. (1981). Aspectos Psicológicos e Psicopatológicos do Envelhecimento. Samina,8 (2), 203-207.

Perlini, N. M. O. G., Leite, M. T.,& Furini, A.C (2007). Em busca de uma instituição para apessoa idosa morar: motivos apontados por familiares. Revista Esc Enfermagem USP,41(2):229-36.

 

Autores

Arlene Kely Alves de Amorim: Mestre em Psicologia Social pela Universidade Federal da Paraíba. E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. C.V:http://lattes.cnpq.br/361932198175060

Cleonides Silva Dias Gusmão: Doutoranda em Psicologia Social pela Universidade Federal da Paraíba. E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. C.V: http://lattes.cnpq.br/7325022281397155

Taiane Regina Pereira Cabral: Mestre em Psicologia Social pela Universidade Federal da Paraíba E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. C.V: http://lattes.cnpq.br/6621920752392019

Karoline Duarte Ferreira: Graduada em Psicologia pela Universidade Federal da Paraíba. E-mail:Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 

Katarine Andrade e Silva: Graduada em Psicologia pela Universidade Federal da Paraíba. E-mail:Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

C.V: http://lattes.cnpq.br/9296047736470828

Layla Raissa Soares Ramalho Paulino: Graduada em Psicologia pela Universidade Federal da Paraíba. E-ail:Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. C.V:http://lattes.cnpq.br/0299721456332690

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