O presente artigo vem considerar a importância do brincar como uma possibilidade de transformação e de criação na infância.

Resumo

O presente artigo vem considerar a importância do brincar como uma possibilidade de transformação e de criação na infância. Pelo brincar a criança experimenta diversas possibilidades de ser, de crescer, de tornar-se adulta. As atividades lúdicas propiciam aprendizagens, saúde, prazer e desenvolvimento. A brinquedoteca[1] hospitalar é um espaço estruturado que associado a psicopedagogia familiar busca promover a saúde e autonomia da criança juntamente com sua família, tornando a internação um momento menos traumático, prazeroso e terapêutico favorecendo a autonomia e desenvolvimento da criança de forma integral.

Palavras Chave: Brincar - Brinquedoteca hospitalar - psicopedagogia - família.

Abstract: The present paper consider the important of the play as one possibility transformation and creation in childhood. By playing the child experiences several possibilities of being, growing, of becoming an adult. The recreational activities provide learning, health, pleasure and development. The brinquedoteca[2] hospital it’s an structuring room that associate with psycho-educational attendance seeks to promote health and autonomy of the child with his family, making the admission a less traumatic time, enjoyable and therapeutic, favoring autonomy and development of the child in full

Key words: to play – Brinquedoteca hospital - psycho-educational attendance – family

            A família da atualidade com suas características “modernas”, aonde a maioria das crianças não tem tempo livre para brincar devido às atividades que as famílias impõem as essas, esquece que o brincar é uma capacidade natural e espontânea das crianças. Existe uma necessidade de que as crianças estejam ocupadas o dia inteiro, devido a necessidade dos pais, que atualmente trabalham muito transmitindo e querendo que as crianças também estejam cheias de tarefas deixando as atividades lúdicas e recreativas em segundo plano. Sendo assim é inevitável que se recupere o brincar já que ele propicia o desenvolvimento integral da criança

                O brincar nos possibilita a aprendizagem, em diversos âmbitos como: na escola, na comunidade, em casa. Quando aprendemos algo brincando conseguimos entender realmente e levamos essas aprendizagens para as nossas vidas. Brincando sentimos prazer e sensação de bem estar físico e mental, contribuindo para que tenhamos saúde.

                As brincadeiras permitem que quem brinque crie, fantasie. Essas brincadeiras podem parecer que se ultrapasse a realidade. Além de lúdico e de prazeroso, o brincar nos fornece possibilidades de recriar e transformar essas brincadeiras em novas experiências, em conhecimento. O brincar pode ser uma ficção, mas para a criança que está envolvida na brincadeira, que está exercendo um papel significativo para ela, é considerado como uma coisa séria. Nas brincadeiras de faz-de-conta, encontramos situações parecidas, onde a criança assume um papel. Nesses momentos o lúdico é evidenciado, porém sem comprometimento do que haverá no futuro, na vida adulta.

                Segundo Fortuna (2007) o brincar é uma atividade real para aquele que brinca, por meio da qual ele se liberta de um trauma pela experiência de domínio de uma situação, expressando, assim, não suas pulsões, mas sua capacidade de expressão.

                É muito importante para as crianças desenvolverem suas expressões, já que estão se constituindo como pessoas. Através de observações de como brincam, ou seja, como se expressam pais, professores e quem interage com a criança pode saber o que está representando pelo brincar, o está querendo dizer. Os sentimentos, as emoções, angústias e medos podem ser observados no brincar de crianças e pelo tipo de brinquedo que está usando.

                                                                          

O brinquedo faz parceria com a criança na brincadeira. Ao observar a criança brincar (o que escolhe e com que brinca), pode-se-á obter uma série de informações sobre ela, considerando algumas características da relação criança-brinquedo, tais como: preferência por este ou aquele brinquedo; tempo de permanência no brinquedo escolhido; contato com a variabilidade e número de desafios que o brinquedo proporciona; quantidade de brinquedos com que a criança brinca ao mesmo tempo; material com o qual o brinquedo é construído e sua atividade sobre a criança. (BOMTEMPO, apud AZEVEDO, 2004, p.64)

             Algumas brincadeiras possuem regras e estimulam o contato com outras crianças enriquecendo o desenvolvimento infantil, uma vez que incitam a formação de alicerces para a vida adulta, pela imposição de obstáculos e limites que colocam, como também pelo contato com o outro impondo que se respeite para ser respeitado. Azevedo afirma que “brincar é fundamental na socialização da criança, pois é na brincadeira que o ser humano aprende as regras e princípios de vivência social” (2004, p. 60).

                O brincar pode ser feito por uma única criança, mas ele estimula o contato com outras e com adultos que estão as circundando. Esses grupos que se formam para brincar se enriquecem na relação de sujeitos. Cada um trás na sua subjetividade experiências que serão compartilhadas. Então, o brincar proporciona a interação dos sujeitos, sendo assim, produz conhecimento.  

                Para alguns teóricos clássicos o brincar proporciona

 [...] o desenvolvimento de funções cognitivas, como a abstração, ou de aspectos emocionais do comportamento, como autocontrole, entre outras coisas (Vygotsky, 1984). [...] o brincar permite à criança retomar, no plano simbólico, experiências traumáticas e desejos não realizados (Freud, 1980). [...] argumenta que brincar além de prover a criança com uma bagagem cultural de inestimável valor para as incursões do sujeito na cultura, é sinal de saúde (Winnicott, 1975). Para Piaget se na adaptação inteligente, assimilação e acomodação se equilibram; no brincar, este equilíbrio é rompido, predominando a assimilação sobre a acomodação, o que explicaria o fato de a criança, enquanto brinca, alterar simbolicamente a realidade em vez de a ela se submeter (apud CARNEIRO; VIERA, 2006, p. 75-76).             

            O brincar é uma forma de a criança se constituir, de aprender e de criar a sua própria maneira de ser, desenvolvendo sua afetividade, suas habilidades, sua formação humana. É nesse momento que a criança pode experimentar e assim ir aprendendo como se relacionar e tornar-se um adulto mais feliz.

                Um espaço organizado para possibilitar a brincadeira e o brincar é a brinquedoteca, que pode ser definida por terminologias diferentes, mas que tem a finalidade de permitir o brincar. Nas próximas linhas trarei a idéia da brinquedoteca hospitalar como um lugar fantástico que colabora na recuperação da saúde da criança e da família que está em um momento difícil de suas vidas.

O espaço da brinquedoteca no hospital

                Valorizando e pensando o bem estar dos sujeitos, o brincar tem sido considerado importante e assim, tem conquistado espaços que anteriormente não eram reconhecidos como espaços lúdicos, como o hospital. Por ser um espaço de tratamento de enfermidades, onde o foco é tratar as doenças e promover a saúde, o espaço hospitalar vem buscando destinar um atendimento mais humano as crianças. Criar um espaço para elas no hospital é possibilitar a essas uma experiência menos traumática, valorizando a infância.

                Segundo Mitre (2006) para um contexto humanizador é necessário reconhecer a criança como um cidadão, portador de direitos, e promover condições para que ela seja participante no processo de produção de saúde. Os profissionais da saúde também devem estar inseridos e saberem da importância que o brincar tem na infância da criança e do quanto ele pode colaborar para a sua recuperação.

                A hospitalização na infância pode acarretar traumas se esta equipe de saúde não entender que para uma criança, estar fora de seu ambiente (casa, amigos, escola) é muito estressante. O estado psicológico da criança pode ser alterado, pois a mesma, nem sempre tem consciência do que está ocorrendo com ela.  

                Vimos que por estar fora de seu ambiente, por estar em um ambiente estranho, onde veste roupas que não são suas, se alimenta com restrições, não dispõe da rotina diária a qual estava acostumada, essa criança pode ter prejudicado o seu tratamento. Enfim, a rotina hospitalar para proporcionar um tratamento qualificado e humanizador deve dispor de uma brinquedoteca, de um espaço para que a criança seja ela própria pelo brincar. Tanto as crianças como toda a equipe hospitalar devem estabelecer parcerias para que juntos possam proporcionar a recuperação da criança.

                A hospitalização é um rompimento com a vida normal de qualquer indivíduo. Para as crianças é particularmente mais doloroso, pois além de afastar a criança das suas atividades diárias ela trás incertezas e questionamentos. Mas “o sofrimento e as possíveis seqüelas causadas por uma internação podem ser minimizadas quando se oferece um ambiente estruturado especificamente para favorecer o desenvolvimento das crianças”(BEGNIS; CARVALHO, 2006, p. 110).

                É um direito da criança e de sua família ter um espaço que respeite e valorize a infância. No Brasil é bem recente a implementação da Brinquedoteca em âmbito hospitalar. A Lei n.º 11.104 de 21/03/2005, torna obrigatória a sua implementação nas unidades de saúde que ofereçam atendimento pediátrico em regime de internação. Sabemos que muitas instituições ainda não possuem brinquedotecas.

                A criação da brinquedoteca, que é um espaço lúdico, contribui para mudar a característica hospitalar predominante que é voltada para diagnosticar e medicamentar a doença. Rompendo com a totalidade de doença x tratamento medicamentoso, a criança internada percebe o tratamento e a brinquedoteca insere-se como um lugar alegre e descontraído.

                Para Cunha (2007, p. 72) a brinquedoteca hospitalar é

Um espaço diferente, mágico, que faça voar a imaginação: o brincar de faz-de-conta ajuda a criança a compreender e aceitar a condição anormal em que se encontra e a sentir-se mais segura. À medida que expressa seus sentimentos, alivia suas tensões e sua ansiedade.

            É na brinquedoteca que podemos estimular as crianças a seguirem a sua vida, o seu desenvolvimento pelo brincar, possibilitando o acesso aos brinquedos que mais gostam, as novidades, os jogos, a literatura, a música dentro de um espaço lúdico. A brinquedoteca é também um espaço de aprendizagem onde as crianças podem estabelecer contato com outras crianças, com a família e com os profissionais do hospital. 

                A brinquedoteca é um local de proteção, onde a criança e sua família podem ser acolhidas com receptividade por profissionais qualificados que procuram proporcionar pelo brincar um espaço de crescimento, de interação e de terapia, onde a dor e as angustias podem ser trabalhadas pelo ato de brincar amenizando as tensões e os medos trazidos por quem brinca.

                Contudo, brincar no hospital não deve servir para distanciá-la da realidade, distraindo-a, tal como uma manobra diversionista, mas deve auxiliá-la a vivê-la: desenvolvendo seu raciocínio, sua capacidade de expressão, melhorando seu ânimo, reunindo forças para compreender a realidade. O brincar, o fantasiar no hospital é um instrumento de afirmação de si mesmo, sendo que “o lidar com a realidade de forma virtual, imaginária, transvestindo-a com roupagem da fantasia, longe de alienar a criança, fornece-lhes condições de projetar aquilo que ela vem pensando e sentindo”. (OLIVEIRA, 2007, p. 28)

                A brinquedoteca é um espaço necessário para que a criança consiga brincar e trabalhar no seu interior os sentimentos que a hospitalização causa. A seguir relataremos a práxis psicopedagógica observando como a criança e sua família conseguem desenvolver seus sentimentos e como colaboraram nessa relação, fazendo com que a criança, mesmo internada, se sinta criança e com identidade infantil.

O psicopedagogo na brinquedoteca hospitalar intervindo na relação da criança internada e de sua família

                Segundo Vitorino (2005), o trabalho psicopedagógico com crianças hospitalizadas deve atender a três objetivos integrados: recreativo-educacional-terapêutico. Através do brincar, do aprender, da reflexão dos sentimentos da criança e suporte psicossocial focal, o trabalho psicopedagógico deve favorecer o desenvolvimento, a aprendizagem e a adaptação psicossocial da criança enferma e hospitalizada.

                Para Azevedo (2006), a brinquedoteca é um espaço que proporciona a resiliência, que é a capacidade de superar situações desfavoráveis, de resistir, tendo a força necessária para conservar a saúde mental durante a vida. Uma vez, estando em situação difícil e anormal a criança necessitará de apoio especializado (psicopedagógico, psicológico, pedagógico) para que possa superar essa hospitalização e voltar a sua vida normal.

                O psicopedagogo pode proporcionar na brinquedoteca hospitalar esse espaço de resiliência pelo brincar, com suas atividades lúdicas, respeitando a subjetividade de cada um que ingressa no hospital, conhecendo um pouco sua história e seu ambiente onde vive. O psicopedagogo ajuda a criança a conectar o mundo exterior ao hospital e ajuda também a compreender o mundo do hospital brincando.

                Segundo Fortuna (2007), o educador lúdico[3] cria situações-problema que desencadeiam a atividade espontânea do sujeito, com base na qual suas estruturas cognitivas e psíquicas se desenvolvem. Nossa práxis como psicopedagogos é de estimular ações que façam com que os sujeitos participem e interajam pelo brincar desenvolvendo-se dentro do seu interesse.

                Como psicopedagogos interagindo em uma brinquedoteca hospitalar é necessária uma intervenção que proporcione a preparação da criança para a saída da instituição hospitalar e conseqüentemente a sua retomada a vida normal: volta a escola, ao grupo de amigos, a casa.

                Vemos que o psicopedagogo deve ser bem sensível e perceber o grau de interesse e a participação das crianças durante as atividades na brinquedoteca, pois “certamente não só a participação na atividade lúdica que lhe faz bem, mas também a presença da pessoa amiga, bem disposta e interessada no seu bem estar”(CUNHA, 2007, p.73).

                Além de profissionais especializados nas brinquedotecas também é importante contar com a presença daqueles que acompanham a criança durante a hospitalização. A presença da família e de amigos é importante para a criança tanto quanto é importante para seus familiares ver a criança interagindo no seu processo de hospitalização. “Daí a necessidade de a família se conscientizar de que ela precisa manter-se física e psicologicamente saudável, respeitando seus limites e sua higiene mental, para inclusive, ajudar a recuperação de quem está hospitalizado”. (OLIVEIRA, 2007, p. 31)

                O espaço lúdico da brinquedoteca alivia a tensão da família, favorecendo a descontração, desviando o pensamento que está focado na doença. Os familiares podem perceber que a criança não perdeu todas as suas forças e que pode participar de brincadeiras, leituras, músicas. “Para os pais, observar os filhos brincando e sendo criativos no hospital faz retomar a imagem da criança saudável que acompanhava em casa ou que fazia parte de seus projetos”. (ARAGÃO; MORSCH, 2006, p. 237)

Referências Bibliográficas

ARAGÃO, Priscila Menezes; MORSCH, Denise Streit.. A criança, sua família e o hospital: pensando processos de humanização. In: DESLANDES, Suely Ferreira (org.).Humanização dos cuidados em saúde conceitos, dilemas e práticas. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2006.

AZEVEDO, Antonia Cristina Peluso de. Brincar na brinquedoteca: crianças em situação de risco. In: BOMTEMPO, E., ANTUNHA, E.G., OLIVEIRA, V. B. (org). Brincando na escola, no hospital, na rua. Rio de Janeiro: WAK 1.ed.,2006.

__________ Antonia Cristina Peluso de. Brinquedoteca no diagnóstico e intervenção em dificuldades escolares. Campinas, SP: Editora Alínea, 2004.

BRASIL. Lei Federal nº 11.104, de 21 de março de 2005. Dispõe sobre a obrigatoriedade de instalação de brinquedotecas nas unidades de saúde que ofereçam atendimento pediátrico em regime de internação. Diário Oficial da União, Brasília, 2005.

CARNEIRO, Márcia Sartorelo; VIEIRA, Therezinha. O brincar na sala de espera de um ambulatório pediátrico: possíveis significados. In: BOMTEMPO, E., ANTUNHA, E.G., OLIVEIRA, V. B. (org). Brincando na escola, no hospital, na rua. Rio de Janeiro: WAK 1.ed.,2006.

BEGNIS, Juliana Giosa; CARVALHO, Alysson Massote. Brincar em unidades de atendimento pediátrico: aplicações e perspectivas.Pscicologia em Estudo, Maringá, v. 11, n. 1, p. 109-117, jan./abr., 2006.Disponível em:<www.scielo.com.br/pdf/pe/v11n1/v11n1a13pdf>; Acesso em: 29 abril 2008.

CUNHA, Nylse Helena Silva. A brinquedoteca Brasileira. In: SANTOS, Santa Marli Pires (org.). Brinquedoteca: o lúdico em diferentes contextos. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997.

________Nylse Helena Silva. O significado da brinquedoteca hospitalar.In: VIEGAS, D. (org.). Brinquedoteca hospitalar: isto é humanização. Associação Brasileira de Brinquedotecas. Rio de Janeiro: WAKEd., 2007.

FORTUNA, Tânia Ramos. Brincar, viver e aprender: educação e ludicidade no hospital. In:VIEGAS, D. (org.). Brinquedoteca hospitalar: isto é humanização. Associação Brasileira de Brinquedotecas. Rio de Janeiro: WAKEd., 2007.

MITRE, Rosa Maria de Araújo. O brincar no processo de humanização da produção de cuidados pediátricos. In: DESLANDES, Suely Ferreira (org.).Humanização dos cuidados em saúde conceitos, dilemas e práticas. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2006.

OLIVEIRA, Vera Barros de. O lúdico na realidade hospitalar. In: VIEGAS, D. (org.). Brinquedoteca hospitalar: isto é humanização. Associação Brasileira de Brinquedotecas. Rio de Janeiro: WAKEd., 2007.

VITORINO, Stephânia Cottorello et al. Intervenções entre crianças hospitalizadas e uma psicóloga, durante atendimento psicopedagógico em enfermaria de pediatria. Estudos de Psicologia, 10(2), 267-277, 2005. Disponível em: <www.scielo.com.br/pdf/pe/v10pdf>. Acessado em: 29 abril 2008.

 

Autor

 Eliandra Silva Model - Titulação: Pós-Graduada em Psicopedagogia Clínica e Institucional pelo Centro Universitário La Salle -  RS. Graduada em Pedagogia pela UNISINOS - RS.  Professora na rede municipal de Ensino de São Leopoldo - RS e Psicopedagoga Clínica no Centro de Atendimento Clínico, Empresarial e Escolar em Sapucaia do Sul - RS  Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

[1] A brinquedoteca brasileira difere das chamadas Toy Libraries porque não tem como atividade principal o empréstimo de brinquedos. A brinquedoteca é o espaço criado com o objetivo de proporcionar estímulos para que a criança possa brincar livremente. (CUNHA, 1997, p.13)

[2] The brazilian brinquedoteca it’s different of the Toy Libraries because your principal activities isn’t lend to plays. The brinquedoteca it’s room creating with the objective of the offer stimuli to with the child can to play freely.

[3] Fortuna concebe o educador lúdico no hospital como aquele profissional que, exercendo a função de brinquedista, recreacionista, professor da classe hospitalar, contador de história, ou ainda, de médico, enfermeiro, psicólogo, psicopedagogo, assistente social, arteterapeuta, etc..

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