Pesquisas têm apontando que profissionais de enfermagem possuem em sua rotina de trabalho exigências específicas do tipo de atividade laboral que desenvolvem.
 

Resumo

Pesquisas têm apontando que profissionais de enfermagem possuem em sua rotina de trabalho exigências específicas do tipo de atividade laboral que desenvolvem. Dessa forma, quanto mais satisfeito e adequado ao cargo, maiores serão as condições e técnicas para melhorar a qualidade do seu trabalho. Logo, o estudo da satisfação no trabalho de profissionais de enfermagem parte do pressuposto básico de que estas variáveis podem influenciar inúmeras facetas do comportamento. Assim, este estudo tem por objetivo investigar as diferenças de gênero na satisfação no trabalho de profissionais de enfermagem de João Pessoa/PB. Participaram do estudo 253 profissionais da área de enfermagem provenientes de diversas instituições públicas (79,5%), particulares (12,6%) e mistas (7,9%) da cidade de João Pessoa. A maioria era do sexo feminino (84,5%), com idades variando entre 19 a 63 anos (M = 37,6; DP = 10,3). Os participantes responderam aos seguintes instrumentos: Escala de Satisfação no Trabalho e Questionário Sociodemográfico. Os dados foram processados por meio dos softwares SPSS, versão 20. Este permitiu a realização de análises descritivas (médias, desvios padrões, frequências e porcentagens) para caracterização da amostra e a análise do test t. Os resultados indicaram existir diferenças significativas entre homens e mulheres apenas em relação ao fator chefia de satisfação no trabalho. Estes resultados podem auxiliar na compreensão dos diversos determinantes relacionados a satisfação no trabalho, favorecendo a elaboração de estratégias de ação que englobem esses aspectos.
Palavras-chave: satisfação no trabalho; enfermagem; psicologia.
 

Abstract

Research has pointed out that nursing professionals have in their routine work specific requirements of the type of work activity that develop so that this professional will have better conditions and techniques to improve the quality of this, if you are satisfied with it and have characteristics particularly necessary to do so. Therefore, the study of job satisfaction of nurses of the basic assumption that these variables can influence on many facets of behavior. This study aims to investigate gender differences in job satisfaction of John of nursing professionals Pessoa / PB. The study included 253 nursing professionals from various public institutions (79.5%), individuals (12.6%) and mixed (7.9%) of the city of João Pessoa. Most were female (84.5%), aged between 19-63 years (M = 37.6, SD = 10.3). Participants responded to the following instruments: Satisfaction Scale at Work and sociodemographic questionnaire. The data were processed using the SPSS software, version 20. This allowed for descriptive statistics (mean, standard deviation, frequency and percentages) to characterize the sample and the analysis of the t test. The results indicated no significant differences between men and women only in relation to the factor managerial job satisfaction. These results may help in understanding the various determinants related to job satisfaction, favoring the development of action strategies that target these aspects.
Keywords: job satisfaction; nursing; psychology.
 

Introdução

Este estudo tem por objetivo investigar as diferenças de gênero na satisfação no trabalho de profissionais de enfermagem de João Pessoa/PB. O interesse por essa temática surgiu pelas poucas pesquisas encontradas no Brasil acerca do assunto, bem como em função de estudos sobre uma nova perspectiva na psicologia, chamada de Psicologia Positiva. Esta concentra-se em entender as potencialidades e virtudes humanas, estudando as condições e os processos que contribuem para a prosperidade dos indivíduos e sociedades. 
Nesse sentido, é importante destacar a importância dos profissionais de enfermagem para a sociedade. Bem como, que o número alto de atividades diversas que os mesmos exercem pode acarretar em um desgaste deste profissional. Por outro lado, esta profissão também é compreendida como uma fonte de prazer e satisfação, sendo estas promotoras de saúde e vida (Takahashi, 1991). Esses profissionais, muitas vezes trabalham em hospitais, que são entendidos como contextos de saúde complexos atuantes na prestação de serviços altamente importantes para a sociedade (Falk, 2001). 
Para estudar a satisfação no trabalho é interessante lembrar que o cenário das organizações na década de 20 foi marcado por um grande número de trabalhadores com pouca qualificação, empregados em grandes fábricas e altamente insatisfeitos. Para entender o que estava levando tais funcionários a essa condição, diversos teóricos organizacionais buscaram entender os determinantes da satisfação no trabalho (Marquis & Huston, 1999).
Foi na década de 30 que os estudos sistematizados sobre satisfação no trabalho iniciaram-se (Klijn, 1998), e desde então, este assunto tem sido tema de interesse de vários profissionais de saúde e pesquisadores de diversas áreas. Vroom (1964) acreditava na satisfação no trabalho como causa de comportamentos importantes para o bom andamento do trabalho, que se refletiria, por exemplo, em indicadores de desempenho, alta produtividade, poucas faltas.
A satisfação no trabalho foi definida por Locke (1976) como “um estado emocional positivo ou de prazer resultante de um trabalho ou de experiências de trabalho”. Locke (1976), entende que o homem avalia suas experiências no trabalho gerando um estado emocional que, se agradável, produz satisfação, se desagradável, leva à insatisfação. Nesse sentido, para Locke (1976) a satisfação no trabalho resulta do alcance de condições importantes para as pessoas que são compatíveis com as necessidades da própria pessoa. O que pode ser: um trabalho seja mentalmente desafiador, interessante e estimulante, com recompensas justas e que promova a autoestima.
Além disso, a satisfação no trabalho exerce influência sobre o trabalhador que podem se manifestar sobre sua saúde, qualidade de vida e comportamento. Na saúde, a satisfação no trabalho tem sido associada à saúde do trabalhador, onde indivíduos mais satisfeitos com seu trabalho apresentam melhor qualidade de saúde e menor ocorrência de doenças físicas e mentais (Locke, 1976; Rocha, 1996; Zalewska, 1999a, 1999b), bem como parece estar associada à longevidade (Fraser, 1983; Locke, 1976; Ministério da Saúde, 1999). Na qualidade de vida, a satisfação no trabalho tem sido relacionada à satisfação geral com a vida e bem estar subjetivo (Zalewska, 1999a, 1999b). E, no comportamento, a satisfação com o trabalho parece estar ligada a rotatividade, queda de produtividade e acidentes no trabalho (Locke, 1976).
No século XXI, a satisfação no trabalho passou a ser entendida como o resultado do ambiente organizacional sobre a saúde do trabalhador. Atualmente, a satisfação no trabalho é entendida como uma atitude (Hellriegel, Slocum & Woodman, 2001), contudo, seja qual for sua compreensão, entende-se que um profissional satisfeito é também produtivo (Siqueira, 2008). 
 

Avaliação da Satisfação no Trabalho

Em relação à medida da satisfação no trabalho, vários estudiosos postulam que trata-se de um construto formado por diversas dimensões (Herzberg, Mausner & Snyderman, 1959; Smith, Kendall & Hulin, 1969). Algumas dimensões têm se mantido ao longo dos anos, são elas: satisfação com o salário, satisfação com os colegas, satisfação com a chefia, satisfação com as promoções e satisfação com o próprio trabalho (Siqueira, 2008), conforme detalhado na tabela 1 a seguir.
Tabela 1. Dimensões da satisfação no trabalho.
Dimensões da Satisfação Definição
Satisfação com os colegas Contentamento com a colaboração, a amizade, a confiança e o relacionamento mantido com os colegas de trabalho.
Satisfação com o salário Contentamento com o que recebe como salário se comparado com o quanto o indivíduo trabalha, como sua capacidade profissional, com o custo de vida e com os esforços feitos na realização do trabalho
Satisfação com a chefia Contentamento com a organização e capacidade profissional do chefe, com o seu interesse pelo trabalho dos subordinados e entendimento entre eles.
Satisfação com a natureza do trabalho Contentamento com o interesse espertado pelas tarefas, com a capacidade de elas absorverem o trabalhador e com a variedade das mesmas.
Satisfação com as promoções Contentamento com o número de vezes que já recebeu promoções, com as garantias oferecidas a que é promovido, com a maneira de a empresa realizar promoções e com o tempo de espera pelas promoções.
   

Fonte: Siqueira (2008), p. 268.

A forma mais usada para a mensuração da satisfação no trabalho, segundo Locke (1976), consiste nas escalas de tipo Likert ou Thurstone, escalas de faces e listas de adjetivos que requerem respostas “sim”, “não” ou “em dúvida”. Pesquisadores também têm utilizado entrevistas e os incidentes críticos. No contexto brasileiro, a maioria das pesquisas sobre satisfação no trabalho também tem utilizado essas técnicas (Hesketh & Costa, 1980; Martins, 1985; Pasquali & Nogueira, 1981; Siqueira, 1978).
Pesquisadores tem se preocupado em avaliar os níveis de satisfação dos trabalhadores por entender que esta variável pode influenciar na vida pessoal, familiar e social dos indivíduos, e assim, interferir nos níveis de bem-estar, na saúde física e mental (Siqueira e Gomide Jr., 2004). Contudo, dentre as pesquisas realizadas percebe-se uma escassez de trabalhos utilizando a amostra de enfermeiros, talvez por esta consistir uma profissão historicamente vista como sendo de caráter vocacional. Porém, percebe-se que estes profissionais possivelmente terão maiores condições e técnicas para melhorar a qualidade dessa assistência, se estiverem satisfeitos com seu trabalho (Del Cura & Rodrigues,1999). Não obstante, buscando entender melhor a relação entre a satisfação no trabalho e o desempenho de enfermeiros Lawer (1973), desenvolveu uma pesquisa na qual verificou a existência dessa relação e ainda que a satisfação no trabalho do enfermeiro pode atuar sobre várias facetas do comportamento, desde o profissional até o social, interferindo em sua saúde mental.
Um estudo epidemiológico seccional foi realizado no Brasil com 3229 enfermeiros hospitalares. Este estudo buscava avaliar principalmente a relação entre características do ambiente de trabalho e a saúde destes profissionais. Os dados encontrados apontaram que 23% dos enfermeiros estavam insatisfeitos com seu trabalho na enfermagem e 50% dos enfermeiros pesquisados afirmaram ter pensado em abandonar a enfermagem (Ferreira, Griep, Fonseca & Rotenberg, 2012).
Outros estudos apontaram que variáveis relacionadas às características dos pacientes assistidos pelos enfermeiros podem ter grande influência sobre a satisfação no trabalho destes profissionais (Roedel & Nystron, 1988; Kelly, 1985). Contudo, pesquisas tem demonstrado que os maiores causadores de insatisfação dos enfermeiros referem-se ao nível salarial, qualidade da supervisão, no relacionamento com a equipe de trabalho e nas condições de trabalho (Kelly, 1985; Campbell, 1986; Hale, 1986). Ademais, quando as normas trabalhistas e os níveis salariais são razoavelmente uniformes, os enfermeiros apresentariam níveis de satisfação no trabalho bem similares (Roedel & Nystron, 1988; Kelly, 1985).
Além disso, Chaves, Ramos e Figueiredo (2011) encontraram em sua pesquisa com enfermeiros que os homens possuíam um maior nível de satisfação no trabalho em relação às mulheres, sugerindo que homens e mulheres percebem o trabalho de forma diferente. As mulheres demonstraram maior preocupação com o grau de segurança no emprego, enquanto os homens estiveram mais preocupados com o sentimento de motivação no trabalho, a participação em decisões importantes, o grau de flexibilidade e de liberdade no trabalho.
Diante do anteriormente exposto, o presente estudo justifica-se pela importância de se compreender características ligadas ao gênero que podem influenciar na satisfação no trabalho dos profissionais de enfermagem.

Método

Amostra
Participaram 253 profissionais da área de enfermagem provenientes de diversas instituições, públicas (79,5%), particulares (12,6%) e mistas (7,9%), da cidade de João Pessoa. A maioria era do sexo feminino (84,5%), com idades variando entre 19 a 63 anos (M = 37,6; DP = 10,3), possuíam apenas um emprego (48,2%), eram casados (43,5%), com pós-graduação (34,4%), com renda familiar de 2 salários mínimos (30,8%). Ademais, os participantes declararam considerar sua saúde boa (52,2%) e não ter outros profissionais da área de enfermagem na família (53,4%). 
Tratou-se de uma amostra de conveniência (não-probabilística), onde, na seleção dos indivíduos, procurou-se assegurar diversidade e distribuição proximamente equitativa. Destaca-se que foram adotadas algumas regras de exclusão dos participantes: 1) não responder a uma das medidas; 2) deixar mais de 20% dos itens de uma medida sem resposta; 3) responder de forma diferente ou utilizando escala diferente da proposta no estudo; e 4) apresentar idade inferior a 18.
 
Instrumentos 
Os participantes responderam a Escala de Satisfação no Trabalho (EST). Esta escala foi proposta por Siqueira (2008) e consiste em uma medida composta por 25 itens respondidos em uma escala do tipo likert de 7 pontos que variam de 1 = totalmente insatisfeito a 7 = totalmente insatisfeito. Os sujeitos também foram apresentados a um Questionário Sociodemográfico com questões sobre sexo, estado civil, idade, cidade, nível de escolaridade, entre outros. Tal questionário sociodemográfico, tinha como objetivo caracterizar adequadamente a amostra do estudo, permitindo diferenciar os grupos de interesse.
 
Procedimento 
Inicialmente, o projeto foi submetido ao Comitê de Ética em Pesquisa (CEP), e quando aprovado, entrou-se em contato com as devidas poluções amostrais. Após essa parte, foram contatados os participantes que se encaixavam no perfil de respondentes do estudo por meio da técnica bola de neve. Para cada participante foram explicados os objetivos da pesquisa e também que a participação dos sujeitos era voluntária, sem a implicação de qualquer dano, físico ou psicológico, assim como que sua participação poderia ser interrompida a qualquer momento, e ainda que suas respostas seriam sigilosas. Após a concordância em participar do estudo, foi solicitado que assinassem o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). Por fim, a aplicação dos questionários foi realizada. Em média, cerca de 15 minutos foram suficientes para concluir a participação dos sujeitos na pesquisa.
 

Análise dos dados

Os dados foram analisados por meio do software SPSS, versão 20. Este foi utilizado para calcular estatísticas descritivas (medidas de tendência central e dispersão, distribuição de frequência e percentual) para caracterização da amostra estudada, como também outras análises de interesse.  Para a verificação das diferenças entre os grupos de interesse foi utilizado o test t. 
 

Resultados e Discussão

Os resultados em relação às diferenças significativas entre homens e mulheres em relação à satisfação no trabalho, apontaram que as mulheres encontram-se mais satisfeitas com a chefia em comparação com os homens. Tendo em vista que foi encontrada uma diferença estisticamente significativa apenas no fator chefia (t (239) = -2,24, p < 0,05). Esses resultados podem ser vistos na tabela 1 a seguir.
 
Tabela 1. Test t para verificação das diferenças entre homens e mulheres em relação à satisfação com o trabalho.
Fatores Sexo N Média DP p*
Satisfação com os Colegas
Masculino

39

4,94

0,58

29

  Feminino 224 5,10 0,51  
Satisfação com a Natureza do Trabalho Masculino 39 4,65 0,84 69
  Feminino 224 4,58 1,04  
Satisfação com o Salário Masculino 39 3,06 1,65

50

 

 
  Feminino 224 3,26 1,52  
Satisfação com a Chefia Masculino 39 4,20 1,27 02
  Feminino 224 4,70 1,26  
Satisfação com as Promoções Masculino 39 3,29 1,90 63
  Feminino 224 3,39 1,31  
           

*Test t - p< 0,05

Nesse sentido, pôde-se perceber que as mulheres se mostraram mais satisfeitas com a organização e capacidade profissional de seus chefes do que os homens. De certo modo, isso pode representar que as relações entre os chefes em geral e o sexo feminino tendem a ser mais facéis do que com os homens, e ainda que as mulheres têm mais facilidade e habilidade para buscar uma boa relação com seus chefes e assim mantem-se mais satisfeitas nesse aspecto no ambiente de trabalho do que os homens. 
Não obstante, considera-se como sendo primordial para os profissionais do estudo, que os mesmos possam ser inseridos no mercado de trabalho com condições mais justas para exercerem de forma adequada suas atividades e mais, buscando potencializar suas características pessoais positivas.

Conclusão

O estudo desenvolvido consistiu em um meio para investigar as diferenças de gênero na satisfação no trabalho de profissionais de enfermagem de João Pessoa/PB. Para tal, foram utilizados instrumentos. Apesar de limitações em relação à amostra confia-se que para os objetivos que aqui propostos, foram pertinentes e satisfatórias, tendo em vista que não se pretendia generalizar os resultados encontrados no estudo para a população geral.
Ademais, é importante também a realização de novas pesquisas que avaliem a relação de variáveis externas que possam estar ligadas ao nível de satisfação no trabalho de profissionais de enfermagem. 

Bibliografia

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Autores

Arlene Kely Alves de Amorim: Mestre em Psicologia Social pela Universidade Federal da Paraíba. E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
C.V: http://lattes.cnpq.br/361932198175060
 
Ana Alayde Werba Saldanha Pichelli: Pós-doutora e Professora do Departamento de Psicologia da Universidade Federal da Paraíba. E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
CV.: http://lattes.cnpq.br/3894708493299308
 
Taiane Regina Pereira Cabral: Mestre em Psicologia Social pela Universidade Federal da Paraíba. E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
C.V: http://lattes.cnpq.br/6621920752392019
 

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