Representações sociais da Síndrome De Burnout em profissionais da enfermagem

Objetivo: apreender as representações sociais dos profissionais da enfermagem que atuam no contexto hospitalar acerca da Síndrome de Burnout. Método: estudo de campo, desenvolvido em um Hospital-Escola, localizado em uma cidade do Nordeste. A amostra foi constituída por 45 funcionários da equipe de enfermagem, maioria do sexo feminino (91,2%), na faixa etária de 20 a 70 anos (M = 44; dp = 9... Representações sociais da Síndrome De Burnout em profissionais da enfermagem
RESUMO
Objetivo: apreender as representações sociais dos profissionais da enfermagem que atuam no contexto hospitalar acerca da Síndrome de Burnout. Método: estudo de campo, desenvolvido em um Hospital-Escola, localizado em uma cidade do Nordeste. A amostra foi constituída por 45 funcionários da equipe de enfermagem, maioria do sexo feminino (91,2%), na faixa etária de 20 a 70 anos (M = 44; dp = 9,63), que foram submetidos ao questionário sociodemográfico e a entrevista em profundidade. Resultados: 52% são casados, com 12 anos de profissão (7,8%); possuem apenas 1 emprego (55%) e 2 empregos (40%), no entanto 2,2% relataram possuir 4 empregos. Os resultados oriundos das entrevistas revelaram um dendrograma estruturado por 4 classes temáticas, demonstrando um aperfeiçoamento de 83% do corpus, cujos conteúdos representacionais estão associados a ausência de reconhecimento da profissão, prática profissional, processo do adoecer e justificativa da escolha profissional, ancoradas nas experiências histórico-sociais da profissão. Espera-se que os resultados advindos desta pesquisa, possam contribuir para reflexão teórica e prática deste construto que atinge não apenas o ator social, mas as instituições e, sobretudo os pacientes.
Palavras-chave: Síndrome de Burnout; Profissionais da enfermagem; Representações Sociais.

|INTRODUÇÃO
O trabalho, na sociedade contemporânea pode ser alvo de análise em duas perspectivas: positiva, quando focaliza as fontes de satisfação de diversas necessidades humanas como autorrealização, manutenção de relações interpessoais e sobrevivência; e, negativa, quando é fonte de adoecimento, principalmente quando contém fatores de risco para a saúde e o profissional não dispõe de instrumental suficiente para se proteger destes riscos (Murta, 2004; Hanzelmann & Passos, 2010).
Carvalho e Magalhães (2013) afirmam que anualmente, em todo o mundo, surgem cerca de 160 milhões de novos casos de doenças ocupacionais geradas por fatores relacionados ao ambiente laboral. No Brasil, de acordo com a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, existe um conjunto de atividades que se destina, por meio das ações de vigilância epidemiológica e sanitária, à promoção e proteção da saúde dos trabalhadores, que objetiva a recuperação e reabilitação da saúde dos profissionais submetidos aos riscos advindos das condições de trabalho.
No entanto, apesar da existência desta lei no Brasil, ainda são alarmantes os dados de doenças relacionadas ao trabalho. Em 2011, segundo fonte do Ministério da Previdência social, foram registrados 711.164 acidentes e doenças do trabalho, entre os trabalhadores assegurados da Previdência Social, o que não inclui os trabalhadores autônomos e as empregadas domésticas. Tais doenças laborais, segundo a mesma fonte, são causas de afastamento ao trabalhador, o que gera gastos para a instituição e/ou previdência.
Destaca-se que publicações científicas têm sido exploradas com a temática envolvendo a saúde do trabalhador, a exemplo dos estudos de Dejours (1992) sobre a psicopatologia do trabalho; Seligmann-Silva, em sua pesquisa realizada no período de 1981-1983, identificou aspectos da vida laboral e as condições gerais de vida com trabalhadores siderúrgicos (Seligmann-Silva, 2011); Rocha (1996) e seu estudo sobre estresse ocupacional com analistas de sistemas; Benevides et al. (2010) reúnem em seu livro pesquisas sobre Burnout com médicos, fisioterapeutas, funcionários de instituições penitenciárias, psicólogos e profissionais da enfermagem; Simonetti, Kobayashi, e Bianchi (2010) que em seu estudo identificaram e caracterizaram os agravos à saúde do trabalhador de enfermagem; Carlotto (2010) e sua pesquisa sobre estresse ocupacional com professores, entre outros.
Fazendo alusão à enfermagem, está é a profissão da área de saúde que mais se expõem aos riscos do trabalho, pois se constitui como maior grupo de trabalhadores da área, prestando assistência ininterrupta, executando a maioria das ações de saúde (Carvalho & Magalhães, 2013). O adoecimento destes trabalhadores é composto por doenças osteomusculares, estresse, cansaço, acidentes de trabalhos entre outras enfermidades, decorrentes de inadequações estruturais (espaço físico, falta de materiais) e a quantidade insuficiente de trabalhadores da equipe de enfermagem (Souza et al., 2012).
O processo de cuidar envolve o estado de bem-estar (Moraes Morais, Maciel Dutra, & Fontana, 2012) e se o profissional da enfermagem estiver acometido por alguma doença, poderá dificultar o desempenho de seu papel com qualidade. Cuidar do outro, para o profissional da enfermagem, implica em atenção, dedicação, entrega, doação e tensão emocional constante (Vasques-Menezes, 2010). No entanto, características da profissão da enfermagem sugerem uma atenção especial, por se constituir em preditores que prejudicam a saúde desse profissional e que também podem afetar a eficácia da assistência prestada aos clientes. Estes profissionais podem sofrer de doenças em decorrência do trabalho, tais como LER/Dort, depressão, diabetes, hipertensão e Burnout.
O Burnout é uma síndrome multidimensional constituída por exaustão emocional, desumanização e reduzida realização pessoal no trabalho (Benevides-Pereira, 2013). Observa-se que é uma doença que está relacionada ao meio laboral e ocorre pela cronificação do estresse (Silva, Dias, & Teixeira, 2012; Trigo, 2010) e difere do estresse ocupacional porque a síndrome sempre tem um caráter negativo (Tamayo, Mendonça, & Silva, 2012).
Pode-se afirmar ainda que a Síndrome de Burnout é um processo gradual que envolve atitudes e sentimentos que acarretam problemas de ordem prática e emocional ao trabalhador e organização; no entanto, o estresse não envolve tais atitudes, trata-se de um esgotamento de ordem pessoal e não necessariamente na sua relação laboral (Rissardo & Gasparino, 2013). Outra diferença é que apesar do Burnout e estresse ocupacional coincidirem em duas dimensões (exaustão emocional e baixa realização profissional), a dimensão despersonalização não é compartilhada pelo estresse ocupacional (Abreu, Stoll, Ramos, Baumgardt, & Kristensen, 2002).
Atualmente, não se questiona mais o conceito do Burnout, sua relevância e seu impacto na saúde do trabalhador; buscam-se qualificar e integrar métodos, resultados e estudos acerca do tema a fim de se obter uma base mais sólida para influenciar políticas públicas e organizacionais no intuito de sua prevenção e/ou erradicação (Carlotto, 2010).
A seguir são elencados alguns aspectos da profissão da enfermagem que favorecem ao surgimento da síndrome, a exemplo do serviço noturno, considerado uma das características na atividade da enfermagem, que é imprescindível a uma instituição hospitalar que trabalha com sistema de internações, mas traz consequências danosas para a saúde do trabalhador, como: distúrbio do ritmo biológico, ansiedade, irritabilidade, distúrbios gastrointestinais, problemas cardíacos, entre outros, o que pode interferir no desempenho profissional (Lisboa, Souza, Santos, Fernandes, & Ferreira, 2010).
De acordo com Meneghini, Paz, e Lautert (2011), a sobrecarga de trabalho e a existência de conflitos entre os valores pessoais e laborais são fatores apontados como preditor do Burnout. Na pesquisa desses mesmos autores foram encontrados que 40,5% dos trabalhadores da enfermagem, na instituição pesquisada, sentem-se pressionados a atuar em desacordo com seus princípios, o que sugere ao indivíduo a se comportar aceitando as normas contraditórias a ele ou comportando-se de maneira defensiva, muitas vezes vistas como hostis.
No estudo de Lima, Silva, Almeida, Torres, e Dourado (2013), desenvolvido em Fortaleza-CE, a baixa remuneração foi o fator estressor mais apontado pelos participantes (83%), seguidos de falta de lazer (73%) e sobrecarga de trabalho (60%).
Nesta tela, a partir das peculiaridades acima mencionadas, faz-se mister um estudo acerca da prática profissional da enfermagem, para que possíveis elaborações, reflexões e intervenções façam-se eficazes para prevenção e enfrentamento da síndrome, principalmente no ambiente hospitalar.
Maslach, psicóloga social da Califórnia, legitimou o fenômeno do Burnout como uma importante questão social (Benevides-Pereira, 2004). Assim, para instrumentalizar a busca do conhecimento sobre a síndrome de Burnout a partir da experiência dos profissionais da enfermagem, considerou-se necessário, para este trabalho, o aporte psicossocial da Teoria das Representações Sociais de Moscovici (2012), utilizando-se de uma abordagem multimétodos, adotando procedimentos quantitativos e qualitativos, de forma a apreender as representações sociais dos profissionais da enfermagem acerca da síndrome de Burnout.
Convém ressaltar que vários autores demonstraram a pertinência da aplicação da Teoria das Representações Sociais em estudos envolvendo temas sobre saúde e doença (Coutinho, Gontiès, Araújo, & Sá, 2003; Gomes, Mendonça, & Pontes, 2002; Moreira, 2001, entre outros autores). Com o estudo desse aporte teórico foi possível compreender as maneiras como os profissionais da enfermagem se sentem em relação a si próprios e como pensam sobre os eventos da vida cotidiana e seu ambiente |
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