Este artigo tem como proposta inovadora, articular o método fenomenológico, –instrumento este filosófico utilizado, por sua vez, por muitos Psicólogos em abordagens clínicas, e em campos diferenciados

Resumo

Este artigo tem como proposta inovadora, articular o método fenomenológico, –instrumento este filosófico utilizado, por sua vez, por muitos Psicólogos em abordagens clínicas, e em campos diferenciados –, articulado ao campo educacional, com um olhar também inovador e interdisciplinar. Calçamo-nos de referências primárias e secundárias, onde partindo-nos de uma metodologia exclusivamente configurada na revisão de literatura. Tivemos o cuidado de unir o conceito interdisciplinar com a fenomenologia, pois objetivamos propor uma nova reflexão a respeito da prática educacional, e do saber e existir do aluno.

 Palavras-chave: interdisciplinar; fenomenologia; aluno; professor; existir.

Phenomenology as interdisciplinary theme generator : a new perspective of teaching knowledge and exist student in elementary school

Abstract: This article is innovative proposal , articulate the phenomenological method , INSTRUMENT this philosophical used , in turn , by many psychologists in clinical approaches , and in different fields - articulated the educational field , with too innovative and interdisciplinary . Calçamo us of primary and secondary references where leaving us in a uniquely configured methodology in the literature review . We were careful to join the interdisciplinary concept with phenomenology , as we aim to propose a new reflection on the educational practice , and knowledge exist and the student.

 Keywords: interdisciplinary ; phenomenology ; student; professor; exist.

Introdução               

                A interdisciplinaridade apresenta em si, uma nova reformulação e interligação de saberes,subsidiando o dialogo com as diferentes áreas de conhecimento, ampliando assim, o leque de instrumentaçãodo professor as diversas áreasde atuação em que com ela se articulam.Quanto a fenomenologia, ela pode ser vista como uma norteadora de aplicações e também geradorada interdisciplinaridade, capaz de atuar nas diferentes áreas de conhecimentos oferecidos no ensino fundamental.Pelo fato dela ser capaz de possibilitar o acesso à realidade do aluno, o mesmo, também se beneficia ao se aproximar do conteúdo proposto pelo professor de maneira clara e objetiva. Neste caso, o docente utilizando-sedo método fenomenológicona transmissão do conhecimento,acredita-se que o aluno não irá correr riscos de se distanciar da sua própria existência.

                Basei (2008, p. 4) afirma que

Assim, toda a aprendizagem é realizada a partir da individualidade do aluno, pois o professor é apenas aquele que tem a possibilidade de despertar na criança a decisão sobre sua própria essência. O aluno é um ser para si, cuja dignidade é o centro de sua própria existência. (BASEI, 2008, p. 4)

                Neste enfoque interdisciplinar da fenomenologia como uma nova forma de ensino, os desafios se cruzam. Silva (2004, p. 4) comenta que quando o aluno está inserido no ambiente escolar,sendo obrigado a corresponder às burocracias da instituiçãoem termos de horários restritamente calculados e as propostas didáticas, que na maioria das vezes se mostram engessadosao discurso pedagógico, o mesmo na maioria das vezes não consegueobter resultados positivos as expectativas existentes. Essa cultura da escola engessada, não necessariamente estádisponívela construção do conhecimento do aluno, uma vez que, na maioria das vezes, o que está em questão é o aluno tentando dar sentido a sua existência, pois a todo o momento tudo que está sendo oferecido para ele se distancia do seu mundo. Se o aluno estiver com sua existência aberta para refletir e agir para novos desafios e descobertas, ele sem dúvidas será beneficiado,caso contrário, tanto o aluno como o professor estarão em uma regressão de conhecimento.

                Nesta perspectiva, a problemática que aqui é apresentada refere-se aos seguintes questionamentos: Será possível ter uma articulação da fenomenologia com a interdisciplinaridade? Quais seriam as contribuições da fenomenologia no o ensino-aprendizagem dos alunos do ensino fundamental? Em que a fenomenologia pode ajudar o professor e o aluno?

                O presente trabalho tem por objetivo propor a fenomenologia como um tema interdisciplinar na didática dos professores do ensino fundamental, a fim de instrumentá-los, proporcionandoum novo olharno ensino e na aprendizagem, capaz dealcançar a realidade do aluno.Pretendendoaproximar a didática à realidade de cada aluno de maneira única e subjetiva, estimulando-o e desenvolvendoa sua cognição significativamente e não mecanicamente.

                A didática, o objeto de estudo e o ensino não necessariamente deve ser visto em si mesmo e nem como uma modulação a qual prepara o estudante única e exclusivamente para o campo profissional, mas, deve sim usado antes de tudo, como um meio para o desenvolvimento pessoal e a autorrealização. A matéria deve se sujeitar ao estudante não, ele a ela. O aluno deve ter a visão de que tem o poder de apropriar-se de qualquer conhecimento que for objeto de seus estudos, mas, para que isso ocorra o mesmo deve ser estimulado a buscaras próprias verdades. Nesse sentido, as matérias escolares devem, portanto, transformar-se em instrumentos para a realização da pessoa, ao contrário de serem disciplinas impessoais em que submetem os estudantes indistintamente. (BASEI 2008, p. 5),

                Afenomenologia proporcionaao indivíduo como fundamento básico,a possibilidade de ter as suas próprias percepções e significados. A aprendizagem do aluno só ocorre quando ele incorpora como seu, o conhecimento proposto pelo professor, e este conhecimento é tão importante que é capaz de alterar a realidade desse aluno dando a ele dimensões novas e transformadoras,além de possibilitar o seu desenvolvimento cognitivo. (SILVA, 2004, p. 4)

Na escola o professor tem a sua disposição a matériaprima a palavra para construção dos entendimentos teóricos e relacionais, e é esta matéria prima queo professor precisa ter como precursor de toda a sua prática educativa. Assim, desenvolvendo o poder criativo de cada aluno, a sua percepção de mundo, considerando como cada alunointerpreta a sua realidade de vida e como cada um de apropria do conhecimento. (PIRES, 2010, p. 7)

                Esperamos que o professor após ler este artigo tenha a oportunidade de percorrer em um novo olharsobre a sua prática didática, de modo que o possibilite a ter novas estratégiasem sala de aula, enunciando problemas aos alunos e propondo-os soluções, além de reflexões. Desenvolvendo assim, novas competências no seu ensinar e no conhecer do aluno que passará a ter um papel primordial no ensino, pois obterá uma aprendizagem eficaz.

2. Revisão da literatura               

A Interdisciplinaridade segundoFazenda(2008, p. 73) é uma nova palavra que expressa antigas reivindicações. Para alguns, surgiu da necessidade de reunificar o conhecimento; para outros, como um fenômeno capaz de corrigir os problemas procedentes dessa fragmentação; outros ainda a consideram uma prática pedagógica. (FAZENDA, 2008, p. 73)

Bonato et al., (2012) complementam dizendo

A interdisciplinaridade é um elo entre o entendimento das disciplinas nas suas mais variadas áreas. Sendo importante, pois, abrangem temáticas e conteúdos permitindo dessa forma recursos inovadores e dinâmicos, onde as aprendizagens são ampliadas. (p. 2)

Silva (2004, p. 4) diz que o professor tem como responsabilidade construir um ambiente empático e facilitador propício ao aprendizado, sendo capaz de reconhecer suas principais motivações e interesses. O professor além de ser um facilitador, ele estabelece as suas regras, disponibilizando-se a ouvir as sugestões dos alunos, expõe seus principais objetivos a serem alcançados com a disciplina ministrada, estabelece um contrato e um acordo com seus alunos. Com este método o objetivo se torna claro, pois todos participam desta construção de objetivo e contrato. O professor deve ter um autoconhecimento de si, conhecendo suas potencialidades, aptidões, colocando-se sempre na posição de quem aprende de modo a respeitar os seus limites, além de ser autêntico e revelando sempre seus sentimentos e opiniões.

A atividade do ser professor é construída na caminhada da trajetória vivenciada na escola. O professor busca um trans-fazer, um recriar, que ocorre no sentido que dou ao mundo, pois a partir dele, é que atribuo significados. Deste modo, o ser professor significa “ir além de”, superar um simples fazer, “você desempenha outros papéis... que vão além da transmissão de conhecimentos, da aprendizagem, do ajudar só no cognitivo”. Coloca-se como um re-criar interminável e sempre inacabado, pois o ser humano é sempre um ser de possibilidades. (PIRES, 2010, p. 5)

                Sendo assim, Bonato et al., (2012, p. 3-4) reforçam que a interdisciplinaridade pode ser entendida como uma nova forma de atuar didaticamente em sala de aula, pois não se trata de eliminar as disciplinas e sim trabalhar com abordagens diferentes entre as diferentes áreas de conhecimento, propondo-se a torná-las tratáveis entre si, unindo-as, inovando-as, além de concebê-las como artifícios históricos/culturais, tornando-a atualizadaàs práticas do ensino-aprendizagem.

                Fazenda (2008, p. 88), esclarece que os alunos do sexto ano ao nono ano do ensino fundamental recebem aulas de docentes especialistas nas seguintes disciplinas: língua portuguesa, matemática, ciências, história, geografia, arte, educação física e inglês. Apesar de todas as áreas fazerem parte de uma única proposta, que vise à formação humana em termos de mundo, educação e sociedade, além de proporcionar ao aluno uma participação consciente e ativa oferecendo ao mesmo o conhecimento dos seus deveres e direitos e bem como suas ações.

                Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) salientam que

[...] Não basta visar à capacitação dos estudantes para futuras habilitações em termos das especializações tradicionais, mas antes trata-se de ter em vista a formação dos estudantes em termos de sua capacitação para a aquisição e o desenvolvimento de novas competências, em função de novos saberes que se produzem e demandam um novo tipo de profissional, preparado para poder lidar com novas tecnologias e linguagens, capaz de responder a novos ritmos e processos. Essas novas relações entre conhecimento e trabalho exigem capacidade de iniciativa e inovação e, mais do que nunca, “aprender a aprender”. Isso coloca novas demandas para a escola. A educação básica tem assim a função de garantir condições para que o aluno construa instrumentos que o capacitem para um processo de educação permanente. (BRASIL, 1997, p.28)

                Tendo em vista a interdisciplinaridade como uma possibilidade de ampliação da atuação do docente, a fenomenologia possui a função de mostrar ao aluno a vida e o mundo tal como eles são assumindo consciência de si mesmo. O mundo da fenomenologia é referente ao mundo individualizado e subjetivo, relacionado com a realidade de cada um, com seus sentidos e vivencias, abrindo sempre o espaço para pensar a realidade humana (SURDI et al., 2010, p. 1)

Nesse sentido, entendendo-se fenômeno como mundo para a consciência, o método fenomenológico defende a ideia de que cabe a nós procurarmos descrever os fenômenos. Descrevê-los tal como eles se apresentam para nós. Por isso, abordar um fenômeno não significa constituí-lo com as nossas categorias lógicas e mentais, nem já definir de antemão um caminho para o qual devemos conduzir nossa análise na busca do sentido último do mesmo. Não há, portanto, uma construção que podemos fazer arbritariamente. Não há uma interpretação que se pauta em uma lógica pré-estabelecida por nós e que utilizamos para incluir nela os dados da realidade. (GIOVEDI, 2006, p. 68)

                Basei (2008, p. 3), acrescenta dizendo que a principal importância da fenomenologia não é o mundo que existe, mas, compreender de que modo e como o conhecimento do mundo se dá se realizando individualmente para cada pessoa. Por tanto a “redução fenomenológica” requer a “suspensão” de costumes, tradições, teorias, colocando em suspensão o conhecimento do mundo exterior, com o objetivo de concentrar exclusivamente a pessoa em foco, do que é realidade para ela.

Na fenomenologia existencial, os objetos estão “molhados de subjetividade”. Do mesmo jeito, podemos afirmar que os sujeitos estão mergulhados no mundo, estão “molhados de objetividade”. Não há, portanto, sujeito, senão na interação com o objeto. Não há objeto senão na interação com o sujeito. Por isso, o olhar fenomenológico volta-se para objetos não enquanto entidades afastadas que aguardam um olhar neutro, mas sim para os objetos enquanto fenômenos. Ou seja, enquanto mundo para a consciência.  (GIOVEDI, 2006, p. 68)

                “O homem constrói seu mundo e o faz se relacionando. A consciência que é sempre intencional é direcionada ao mundo que, por sua vez, se direciona o homem. Tanto homem como mundo só existem porque são direcionado um para o outro.” (SURDI et al., 2010, p. 3)

                A lógica brasileira da intencionalidade fenomenológica está direcionada para o terceiro elemento do processo didático, que passa pela mão do professor no seio de sua pessoa e de sua ação. A interdisciplinaridade volta-se para o ser humano e procede então uma aproximação fenomenológica. (FAZENDA, 2008, p. 80-81)

Nesse contexto, o professor não é alguém que instrui, que transmite ao aluno conceitos que devem ser assimilados. O professor deve sim, apresentar diferentes pontos de vista sobre algo que expõe e deixar os alunos optar por si mesmos, não deve impor um modo de ver as coisas, muito menos formar opinião. Agindo assim, o aluno seria convertido em objeto, e o professor em agente de má fé e se torna desonesto, uma vez que nenhuma matéria é mais importante que outra, é o aluno que vai adquirir o conhecimento pelo próprio esforço (BASEI, 2008, p. 4-5 apudNIELSEN NETO, 1988)

                Quanto a redução fenomenológica e a suspensão de teorias e conceitos, Bonato et al (2012, p. 6) dizem que apesar dos professores serem agentes facilitadores de contribuição, o processo de aprendizagem só irá se realizar com o aluno elaborando os seus próprios conteúdos de aprendizagem. O aluno é o principal “agente transformador”responsável por modificar, enriquecer e construir seus próprios métodos de interpretação de conhecimentos. O aluno é visto sempre como um agente da aprendizagem recebendo dos professores apenas as atualizações e orientações. O professor com o objetivo de sempre se reciclar deverá ter como tarefa cotidiana a iniciativa em buscar sempre leituras extraclasses, pesquisas complementares, aprofundando e melhorando seus conhecimentos.
Para aprender é preciso estar com vontade de crescer. É um convite. É preciso descobrir algo novo em si. É saber sobre suas ausências, suas lacunas, o que não possui, e que tu desejas. Poderíamos tentar desejar ser melhores do que somos, renunciar as nossas defesas baseadas nos sentimentos instintivos quando agimos pelo desespero. (SILVA, 2004,p. 4)

                Fazenda (2008, p. 81) diz ainda que a fenomenologia possibilita um olhar dirigido para a subjetividade no plano metodológico, pois a aproximação dela interdisciplinarmente exibe a crença na intencionalidade com a necessidade do autoconhecimento, intersubjetividade dos conhecimentos e no diálogo, enxergando o saber como entendimento a descoberta do apoio para o estudo dos objetos inteligíveis e de atitudes reflexivas.

Cabe ao professor tornar suas experiências bem sucedidas para que haja mudanças de comportamento, o aluno por si só constrói suas relações consigo mesmo sendo capaz de aprender. Tudo que se aprende e se ensina na sala de aula, são inevitavelmente transmitidos aos pais e ao ambiente familiar, pois são esses fatores que interferem na aprendizagem dos alunos dia a dia. Quando são captados, estudados, discutidos e avaliados, tais conteúdos causam mudanças significativas no diálogo, tanto no cotidiano escolar como na comunidade e na família, pois os alunos transmitem seus conhecimentos adquiridos na escola de maneira prazerosa e positiva. (BONATO et al., 2012, p. 7)

                Pieres (2010, p. 7 apudBICUDO, 2003, p. 67) expõe que a vida escolar deve ser vista como um lugar para a construção do conhecimento, em que o educador e o educando se tornam parceiros na construção de um caminho a ser percorrido tendo em vista a humanização. O educador autêntico consegue proporcionar ao aluno as possibilidades de escola e conquistas, mostrando para ele que quando escolhe o seu mundo (de ser na escola e na vida) ele conquista a sua existência.

                Por fim, os Parâmetros Curriculares Nacionais (1997, p. 34-37) conclui que o desenvolvimento pessoal de capacidades, relação interpessoal, cognitivas, afetivas, motoras, éticas, estéticas de inserção social, tornam-se possíveis palpáveis através do processo de reconstrução e construção de conhecimentos e estrutura. Ou seja, a aprendizagem é desempenhada de maneira individualizada, subjetiva e pessoal possibilitando a construção de uma infinidade de saberes e significados de um mesmo conhecimento. Isso tudo ocorre quando a construção desse conhecimento é dinâmica, e operadaentre a interação sistemática do saber escolar e os demais saberes que se subdividem entre o conhecimento que aluno aprende na escola e o que ele traz para essa escola, por meio de um constante processo de permanente de aquisição, influenciado e sendo influenciado por fatores políticos, sociais, culturais e psicológicos.

Conclusão

                Em linhas gerais podemos concluir que a interdisciplinaridade enquanto um campo amplo de saberes tem possibilitado grandes contribuições para todas as áreas de conhecimento, e principalmente as educacionais, por oferecer uma discussão ativa entre os inúmeros saberes que envolvem o campo educacional do ensino aprendizagem. Tendo em vista esta grande integração de saberes, a fenomenologia traz grandes contribuições, por apoiar-se nos fenômenos cotidianos e subjetivos de cada aluno. Desta forma percebe-se a importância desta interlocução.

                O ensino fundamental estrutura-se nos termos previstos da nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei Federal n. 9.394/96), consolidando-se como requisitos básicos atribuindo ao poder público como o principal responsável pela educação em geral, e em particular o ensino fundamental. Ainda nesses princípios, a orientação proposta nos Parâmetros Curriculares Nacionais, reconhece a importância da participação ativa do aluno, bem como a intervenção do professor como intermediador desta aprendizagem, e de conteúdos que favorecem o desenvolvimento das capacidades necessárias à formação do indivíduo. (BRASIL, 1997, p 15, 33).

                Tendo em vista estes princípios nacionais, os alunos devem ser preparados para serem cidadãos autênticos, preparados para exercer seus princípios éticos, capazes de pensar, problematizar, compreender e refletir sobre os fenômenos sociais, culturais, tendo apropriação de suas escolhas, além da conquista da sua existência no mundo.

Diante da problemática mencionada com relação à aprendizagem e formação do aluno, há uma grande preocupação em como este aluno receberá a sua aprovação e consequentemente formação educacional. Na maioria das vezes,os mesmos recebem a sua aprovação de série, e até mesmo saem da escola sem o conhecimento de sie também do que fora estudado. Ao invés desaírem comoagentes participantes potencializadoresresponsáveis pelo seu processo individual de aprendizagem e do seu autoconhecimento de mundo.

 

Referências

BASEI, Andréia Paula. O pensamento fenomenológico e a Educação/Educação Física: possibilidades de construção do conhecimento a partir do mundo vivido dos sujeitos. Efdeportes, Buenos Aires, n. 119, p.1-7, abr. 2008. Disponível em: <http://w ww.efdeportes.com/efd119/o-pensamento-fenomenologico-e-a-educacao-educacao-fisica.htm>. Acesso em: 20 dez. 2014.

BONATTO, Andréia et al. INTERDISCIPLINARIDADE NO AMBIENTE ESCOLAR. In: IX ANPED SUL, Seminário de pesquisa em educação da região sul. Rio Grande do Sul: UNIJUÍ, 2012. p. 1 - 12. Disponível em: <http://pt.scribd.com/doc/229615880/Interdisciplinaridade-No-Ambiente-Escolar>. Acesso em: 20 dez. 2014.

BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: introdução aos parâmetros curriculares nacionais. Brasília, MEC/SEF, 1997.

______. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei número 9.394, 20 de dezembro de 1996.

FAZENDA, Ivani Org. O que é interdisciplinaridade? São Paulo: Cortez Editora, 2008.

GIOVEDI, Valter Martins. A inspiração fenomenológica na concepção de ensino-aprendizagem em Paulo Freire. Dissertação (Mestrado) - Curso de Mestrado em Educação, PUC/SP, São Paulo, 2006. Disponível em: <http://www.sapientia.pucsp.br//tde_busca/arquivo.php?codArquivo=3487>. Acesso em: 20 dez. 2014.

PIRES, Rogério Sousa. Estruturas existências da educação: um enfoque fenomenológico do ser professor no cotidiano escolar. In: Congresso de Psicologia Fenomenológico- Biblioteca Virtual Fantásticas Veredas. Belo Horizonte: Fundação Guimarães Rosa, 2010. Disponível em: <http://www.fgr.org.br/admin/artigos/201146338601141471555214430Estruturasexistenciasdaeducacao_umenfoquefenomenologicoresumo.pdf>. Acesso em: 20 dez. 2014.

SILVA, Paulo Sérgio. Fenomenologia e aprendizagem. Cad. Psicopedag. [online]. São Paulo,vol.3, n.6, pp. 40-47, jun. 2004. Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1676-10492004000100005&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt>. Acesso em 20 dez. 2014

SURDI, Aguinaldo Cesar; KUNZ, Elenor. Fenomenologia, movimento humano e a educação física. Movimento Revista da Escola de Educação Física, Porto Alegre, v. 16, n. 04, p.263-290, 2010. Disponível em: <http://seer.ufrgs.br/Movimento/article/view/16075/10855>. Acesso em: 20 dez. 2014.

 

 

Autor

Sharlys Jardim da Silva Santos - Psicólogo formado na UNESA e Mestrando em Cognição e Linguagem pela Instituição Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro; Cidade: Campos dos Goytacazes, Estado: Rio de Janeiro; Endereço eletrônico: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.; Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/7690608588456743

 

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