O presente artigo pretende discutir a utilização do instrumento de avaliação portfólio durante o atendimento psicopedagógico terapêutico.

Resumo

O presente artigo pretende discutir a utilização do instrumento de avaliação portfólio durante o atendimento psicopedagógico terapêutico. Durante o atendimento psicopedagógico várias ações são desenvolvidas com o sujeito, tais como; entrevistas com a família e a escola, atividades escritas, utilização de jogos, software de computadores e outros recursos. Assim o registro deste atendimento, como suas intervenções podem ser selecionadas para a construção de um portfólio que acompanhe os avanços, dificuldades e desafios encontrados pelo sujeito durante o percurso do atendimento.  O tipo de pesquisa utilizada é a bibliográfica que pretende ser desenvolvida principalmente a partir de livros e artigos científicos. Os resultados apontam que a construção do portfólio contribui para a avaliação do processo de ensino-aprendizagem. O portfólio funciona como um elo de comunicação entre o psicopedagogo, o sujeito e os familiares, pois oferece uma coletânea de informações desde as primeiras entrevistas. Este instrumento favorece a autorreflexão do psicopedagogo sobre o trabalho realizado.

Abstract

This article discusses the use of the assessment instrument portfolio during the psycho therapeutic care. During the assistance of psychology various actions are developed with the subject, such as; interviews with family and school, written activities, using games, computer software and other resources. So the record of this service, as their interventions can be selected to build a portfolio that follow the progress, difficulties and challenges encountered by the subject during the course of care. The type of research used is the literature which mainly aims to be developed from books and scientific articles. The results show that the construction of the portfolio contributes to the assessment of teaching-learning process. The portfolio serves as a communication link between the educational psychologist, the individual and the family, it offers a collection of information from the first interviews. This instrument favors the self-reflection of the educational psychologist on the work done.

Introdução

O psicopedagogo pode atuar de forma preventiva e terapêutica, para compreender os processos de desenvolvimento e das aprendizagens humanas, recorrendo a várias estratégias. Durante o atendimento psicopedagógico terapêutico várias ações são desenvolvidas: entrevistas com a família e o sujeito, visita à escola, utilização de jogos, construção de recursos didáticos e etc. Todas essas ações e o registro escrito das observações do psicopedagogo podem se constituir na elaboração de um portfólio, assim, o psicopedagogo poderá selecionar algumas atividades, desenhos, fotos e o registro de observações que podem ser utilizados para acompanhar o percurso do atendimento. Para tanto, realiza-se a seguinte questão de pesquisa: De que forma a utilização do portfólio pode contribuir para o atendimento psicopedagógico terapêutico?

O psicopedagogo pode registrar e selecionar ações desenvolvidas durante o atendimento, para construção de um portfólio. O portfólio pode ser utilizado como instrumento de avaliação que auxilia o psicopedagogo e a família do sujeito no acompanhamento do processo de aprendizagem.

Verifica-se que a escola utiliza de uma avaliação diagnóstica para encaminhar o aluno com problema de aprendizagem para o atendimento psicopedagógico, juntamente com um relatório que expressa observações do professor. Durante o atendimento psicopedagógico várias ações são desenvolvidas com o sujeito, tais como; entrevistas com a família e a escola, atividades escritas, utilização de jogos, software de computadores e outros recursos. Assim o registro deste atendimento, como suas intervenções podem ser selecionadas para a construção de um portfólio que acompanhe os avanços, dificuldades e desafios encontrados pelo sujeito durante o percurso do atendimento. Este instrumento pode oferecer ao psicopedagogo reflexão sobre as intervenções realizadas e seu próprio trabalho, também pode funcionar como elo de comunicação entre o sujeito, a família e a escola.

         Sobre a utilização de portfólios no contexto psicopedagógico, as autoras Rangel e Garfinkel (1991) analisaram em um curso de especialização em Psicopedagogia, o processo de construção da autoria do pensamento pelo uso de portfólio. Os resultados da pesquisa revelaram que muitos alunos desconheciam este instrumento, o portfólio contribui para a formação de profissionais capazes de pensar com autonomia.

         A partir dessa pesquisa verifica-se que o portfólio pode ser utilizado tanto nos curso de especialização, como no atendimento psicopedagógico enquanto instrumento de reflexão para o profissional e registro do percurso desenvolvido pelo sujeito.

Assim, este artigo busca discutir a utilização do instrumento de avaliação portfólio durante o atendimento psicopedagógico terapêutico. Para tanto, iremos abordar o papel do psicopedagogo no desenvolvimento humano, alguns encaminhamentos da avaliação psicopedagógica e a construção de portfólio.

DDesenvolvimento

1. O papel do psicopedagogo no desenvolvimento humano

As crianças com dificuldade de aprendizagem sempre desafiaram a escola e seus professores que buscam diferentes formas de ensinar e auxiliar as crianças e suas aprendizagens. Pesquisas apontam que durante o século XIX, alguns educadores europeus, como Pestalozzi, médicos psiquiatras como Decroly e Maria Montessori apresentava interesse em compreender e atender pessoas com deficiências e com problemas de aprendizagem. No século XX foi criado o primeiro Centro Psicopedagógico Claude- Bernard, em 1946, na França e o aparecimento da profissão em vários países (BARROS, 2014).

A Psicopedagogia surge no Brasil a partir de influências de autores argentinos como Jorge Visca, segundo este mesmo autor a psicopedagogia inicialmente foi subsidiada pela Medicina e Psicologia que se perfilou em um conhecimento independente, cujo objeto de estudo foi o objeto de aprendizagem e de recursos diagnósticos, corretores e preventivos (VISGA, 1987). 

De acordo com Barros (2014) os primeiros Centros de Estudos Psicopedagógicos (CEPs) no Brasil surgiram no final da década de 1970 e início de 1980. Os CEPs tiveram a supervisão de Jorge Visca nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas, Salvador e Curitiba. Nestes centros foi realizado um trabalho de formação para psicólogos e educadores que buscavam soluções para os problemas de aprendizagem.

A partir de 1980 surge a Associação Brasileira de Psicopedagogia com a proposta de regulamentar a profissão e os cursos de formação do nível lato sensu, como também, o reconhecimento profissional.

A autora Bossa (2008) comenta que no Brasil, esse campo se configurou como um espaço multi e interdisciplinar, pois envolveu outras áreas, sociologia, antropologia, linguística, medicina, psicologia, pedagogia, etc. Há mais de três décadas, profissionais de várias áreas de formação, envolvidos no âmbito da educação e saúde, têm se ocupado da questão das dificuldades de aprendizagem, motivados pelo fracasso do sistema educacional brasileiro, pelos inúmeros casos, de crianças que não conseguem aprender na escola. Essa realidade é também observada em outros países.

Verifica-se que a atuação do psicopedagogo visa compreender e intervir nas dificuldades de aprendizagem, entretanto, esta ação requer uma formação permanente que envolve a área da psicologia, sociologia, pedagogia e outras. Assim o estudo da Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem torna-se importante para compreender a primeira infância e aspectos do desenvolvimento físico, cognitivo e sócioemocional que influenciam no percurso de aquisição de conhecimento.

A questão de como a criança aprende e desenvolve foi o foco de diversas pesquisas do século XIX, principalmente na área da psicologia, resultando em avanços na concepção de criança, com repercussões na educação. Nessa perspectiva iremos verificar autores que abordaram a aprendizagem humana dentro de uma perspectiva construtivista; o biólogo suíço Jean Piaget, o psicólogo russo Lev Semynovitch Vygotsky e o médico francês Henri Wallon.

Jean Piaget (1896-1980), representante da teoria de aprendizagem cognitivista, estuda o desenvolvimento humano, a partir da observação de jovens e crianças correspondentes a várias idades, considerando a criança um sujeito cognoscente e com características próprias. Segundo o autor, o desenvolvimento cognitivo do sujeito ocorre através de equilíbrios e desequilíbrios. Isso significa que o ser humano procura manter ao longo de sua vida um estado de equilíbrio e de adaptação com seu meio, de que resulta o desenvolvimento.  Para o psicólogo russo Vygotsky (1925/1984, 1934/1987) a aprendizagem escolar influi no desenvolvimento da criança em cujo processo ele identifica dois níveis: o nível de desenvolvimento real, isto é, o nível de desenvolvimento das funções mentais da criança já estabelecidas; e o nível de desenvolvimento potencial, que são as capacidades em vias de serem construídas, entre o nível real e potencial cria-se a zona de desenvolvimento potencial em que deve ocorrer à mediação do conhecimento. Assim, a criança aprende em interação com o outro, pela mediação, considerando o seu contexto sociocultural. A teoria de Henri Wallon pode ser denominada como a psicologia da pessoa completa, pois estuda o desenvolvimento integral do ser humano, já que todos os elementos que constituem o conjunto funcional estão intimamente conectados, o afetivo, o cognitivo e o motor. Assim, a formação do sujeito refere-se à integração entre todos os elementos.

A psicopedagogia contribui para compreender a relação entre o sujeito e a aquisição do conhecimento, como ocorre a sua aprendizagem, considerando a sua história e o contexto cultural.  Deve-se considerar também, as influências afetivas e as representações inconscientes que acompanham o sujeito no processo de ensino-aprendizagem.

A prática psicopedagógica deve ser guiada por atitudes éticas, já que pressupõe uma efetiva interação entre os sujeitos que buscam um tratamento ou uma intervenção para auxiliar na aprendizagem. Nesta interação, os sujeitos contam sua história de vida, expressam sentimentos, as suas dificuldades, sendo necessária uma conduta ética e sigilosa pelo psicopedagogo durante o atendimento.

O estudo da Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem fundamenta a ação profissional, tendo em vista a compreensão de como o sujeito aprende e se desenvolve desde a gestação. Nota-se que a abordagem construtivista revela o papel ativo do sujeito na construção do conhecimento. A interação social motiva o avanço individual pelo aprendizado com o outro e com diferentes contextos. Os jogos e as brincadeiras proporcionam o desenvolvimento da imaginação e criatividade. Eles podem ser utilizados e aproveitados como procedimento de ensino para a aquisição de conhecimento e para auxiliar na dificuldade de aprendizagem.

Nesta perspectiva, a avaliação ocupa a função de acompanhar o processo de ensino-aprendizagem do sujeito, como também conduz a uma reflexão das ações já realizadas e o que ainda pode ser construído durante o percurso.

1.1 avaliação psicopedagógica

            Nesse trabalho, a avaliação psicopedagógica se apoia na concepção construtivista de ensino-aprendizagem. Consideramos que o conhecimento é uma construção que abrange o contexto social, cultural e a interação com outros sujeitos. Por isso, a avaliação não se faz de forma linear, mas é realizada a partir de uma necessidade ou dificuldade, considerando o contexto social, escolar e familiar do sujeito.

         A avaliação psicopedagógica se inicia a partir de uma necessidade e se concretiza a partir de intervenção profissional com a finalidade de buscar avanços. Segundo a proposta de Sanchèz-Cano e Bonals (2008) a avaliação psicopedagógica dever ser orientada para compreender o processo de ensino-aprendizagem, a fim de introduzir orientações sobre o que e como ensinar. Determinar os participantes para compartilhar o processo de avaliação e planejar as atuações iniciais a família, os professores, grupo de alunos, serviços profissionais (CREDA- Centro de Recursos para deficientes Auditivos; EAP para deficientes visuais, serviços de neurologia pediátrica, etc.)

         A avaliação diagnóstica é fundamental para compreender a situação inicial e o contexto do sujeito, para tanto, os autoras Gomes e Pavão (2013) indicam os seguintes instrumentos: entrevistas com o sujeito, familiares e professores; verificar a vida escolar, realizar observações coletivas e individuais e testes padronizados da área.

         A observação do contexto escolar e familiar sobre a rotina diária e as interações estabelecidas trazem reflexões de como o sujeito reage diante das dificuldades encontradas, como também, oferecem caminhos para possíveis intervenções.

         A partir do diagnóstico, o psicopedagogo irá realizar um plano de intervenção, envolvendo a participação do sujeito e da família. Nas primeiras sessões, o profissional terá oportunidade de explicar as características dos procedimentos que envolvem o tratamento. A avaliação desencadeia um processo formativo dos avanços e das dificuldades encontradas, por isso, a escolha do instrumento portfólio pode tornar um elo de comunicação com as famílias sobre este processo, como também, funciona como instrumento de reflexão para o trabalho psicopedagógico, pelo fato de armazenar todo o processo de ensino-aprendizagem do sujeito.

1.1.2 a construção do portfólio

 Segundo o Dicionário Aurélio (FERREIRA, 2005), o portfólio é um tipo de papel consistente, normalmente dobrado, utilizado para armazenar papéis ou quaisquer materiais em seu interior. Destinado para guardar um conjunto específico de papéis ou manter coleções de alguma coisa. Na arquitetura, ele é utilizado para reunir os trabalhos mais importantes do arquiteto pela amostragem de fotos, registro escrito de detalhes com relação ao material, cores utilizadas e outras anotações.

Na educação, o portfólio, organizado pelo professor, costuma reunir os trabalhos dos alunos durante a realização de algum projeto vivenciado pela turma, ou é montado por cada aluno individualmente. Geralmente, ele é confeccionado no formato de caixas, pastas e CD-ROM (denominado também de portfólios digitais).

Shores e Grace (2001) definem portfólio como uma coleção de itens que revela os diferentes aspectos do crescimento e do desenvolvimento de cada aluno. Ele possui amostras de desenhos, fotografias e comentários que poderão oferecer informações sobre o processo de aprendizagem dos sujeitos. As autoras sugerem dez passos para a construção do portfólio e enfatizam o envolvimento da família nesse trabalho, além de solicitar ajuda na coleta de informações e na comunicação do trabalho desenvolvido com os alunos.

O portfólio caracteriza-se como instrumento de avaliação, pois comunica o processo de aprendizagem de cada sujeito e seu desenvolvimento. Proporciona, também, conhecimento aos profissionais da educação e ao psicopedagogo, com relação ao desenvolvimento humano e à criação de técnicas de observação e adaptação de atividades para suprir as necessidades individuais de cada sujeito.

Shores e Grace (2001) distinguem três tipos de portfólio:

– O Portfólio Particular, que contém informações confidenciais de cada sujeito, histórico médico, telefone dos pais, entrevista com algum familiar.

– O Portfólio de Aprendizagem, que contém anotações dos projetos em andamento, diário de aprendizagem do sujeito. Nesse caso, cada sujeito poderá realizar o próprio portfólio.

– O Portfólio Demonstrativo, que é a versão condensada dos outros dois: tanto os sujeitos, como os pais e professores podem escolher itens para a criação desse portfólio, o qual poderá ser apresentado para outro profissional que pretende conhecer o percurso já desenvolvido.

A pesquisa de doutorado de Cristina Parente (2004) aponta que o portfólio oferece várias possibilidades para organizar informações de forma significativa, que documentam o desenvolvimento e a aprendizagem. A autora adverte que o sujeito também pode selecionar o material junto com o profissional (professor, psicopedagogo), proporcionando a autorreflexão sobre a própria aprendizagem, análise e interpretação para a continuidade do processo.

O portfólio enquanto instrumento de avaliação na educação é uma proposta recente na área da educação e no campo da psicopedagogia também. Verifica-se pesquisas voltadas ao trabalho com os alunos do curso de especialização da área, para posteriomente se tornar uma prática entre os psicopedagogos, conforme aponta a pesquisa de Rangel e Garfinkel (1991).

O levantamento bibliográfico sobre o tema da construção de portfólios oferece subsídios para compreender a importância e urgência desse assunto para auxiliar no atendimento psicopedagógico desde a sua avaliação diagnóstica, enquanto fonte de informação e intervenção durante o processo de tratamento das dificuldades de aprendizagem.

Considerações finais

A construção do portfólio contribui para a avaliação do processo de ensino-aprendizagem, pois apresenta os avanços e dificuldades obtidos. O sujeito em atendimento pode revisitar seu percurso e auto avaliar.

Para o psicopedagogo, a construção do instrumento permite compreender o caminho individual de cada sujeito e refletir sobre as intervenções realizadas, aprimorando também, a atuação profissional.

Pela perspectiva do psicólogo russo Vygotsky (1930), o registro sobre o desenvolvimento do sujeito deve estar relacionado com mediação estabelecida entre sujeito-objeto de conhecimento, cabendo assim uma atividade reflexiva do psicopedagogo ao registrar avanços, dificuldades e intervenções sobre o processo de ensino-aprendizagem. Desse modo, o profissional além de avaliar o sujeito em tratamento, avalia também o seu trabalho.

A avaliação necessita ter critérios estabelecidos ou um plano, para não ficar limitado em relatórios descritivos que visam apenas diagnosticar as ações e habilidades do sujeito, sem uma meta ou objetivo para nortear a avaliação.

Além dos relatórios de observação e entrevistas, verificam-se, outros instrumentos utilizados para avaliar como os portfólios, que repercute uma coleção de trabalhos que o sujeito realiza em um período, os trabalhos evidenciam seus esforços, dificuldades, avanços. O portfólio também pode favorecer a auto avaliação, de acordo com Ballester (2003) os sujeitos se dão conta de seus progressos e dificuldades nas atividades, avaliando seus próprios trabalhos.

Para o psicopedagogo, o portfólio pode trazer a autorreflexão do trabalho desenvolvido, pois guarda a memória do trabalho como também oferece elementos para transformar as intervenções e buscar novos caminhos no atendimento terapêutico.

O portfólio funciona como um elo de comunicação entre o psicopedagogo, o sujeito e os familiares, pois oferece uma coletânea de informações desde as primeiras entrevistas e avaliações diagnósticas iniciais, até o final do tratamento.

O portfólio é um instrumento recente utilizado em avaliação, entretanto, sua utilização deve desencadear dados científicos e estudos metodológicos que podem contribuir para o avanço da área da psicopedagogia.

 

Referências

BALLESTER, M. Avaliação como apoio à aprendizagem. (Trad.Valério Campos). Porto Alegre: Artmed, 2003.

BARROS, N. M. F. C. V. de S. Introdução à Psicopedagogia. Valinhos: Anhanguera Educacional, 2014. p. 1-79. Disponível em: <http://anhanguera.com>. Acesso em: 03 mar. 2014.

BOSSA, N. A. A emergência da psicopedagogia como ciência. Rev. Psicopedagogia, v.25, n. 76, 2008, p.43-48. Disponível em: http://www.abpp.com.br/revista/76/A%20emerg%C3%AAncia%20da%20psicopedagogia%20como%20ci%C3%AAncia.pdf. Acesso em 02 de Abril de 2014.

FERREIRA, A.B de H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. 14. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2005. 

GARFINKEL, M., RANGEL, J.N.M. O portfólio e autoria do pensamento: um estudo na psicopedagogia Psicopedagogia. In: Revista da Associação Brasileira de Psicopedagogia / Associação Brasileira de Psicopedagogia. - Vol. 10, nº 21. p. 09 - 17.  São Paulo: ABPp, 1991.

GOMES, C.; PAVÃO, S.M.O. Avaliação Psicológica da Aprendizagem: Psicologia e Psicopedagogia. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2013.

PARENTE, M.C.C. A construção de Práticas Alternativas de Avaliação na Pedagogia da Infância: Sete Jornadas de Aprendizagem. Tese (Doutorado em Estudos da Criança). Braga: Instituto de Estudos da Criança, Universidade do Minho, 2004.

SANCHÈZ-CANO, M.; BONALS, J. Avaliação psicopedagógica. Porto Alegre: Atmed, 2008.

SHORES, E.; GRACE, C. Manual de portfólio: um guia passo a passo para o professor. Porto Alegre: Artmed, 2001.

VISCA, J. Clínica Psicopedagógica - Epistemologia Convergente. Porto Alegre, Artes Médicas, 1987.

VYGOTSKY, L. S. (1930). Formação Social da Mente.  6ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

 

Autor

Cristina Aparecida Colasanto - Doutorado em Educação, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo- PUC/SP Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 

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